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Abril de 2026
³⁴Mas, levantando-se no conselho um chamado Gamaliel, fariseu, doutor da lei, respeitado por todo o povo, mandou que saíssem para fora aqueles homens por um pouco de tempo, ³⁵e disse-lhes: “Varões israelitas, considerai bem o que estais para fazer acerca destes homens. ³⁶Porque não há muito tempo apareceu Teudas, que dizia ser um grande homem, ao qual se associou um número de cerca de quatrocentas pessoas, e foi morto, e todos aqueles que acreditavam nele foram dispersos e reduzidos a nada. ³⁷Depois deste surgiu Judas, o galileu, nos dias do recenseamento, e levou o povo a segui-lo, mas também pereceu, e foram dispersos todos os seus sequazes. ³⁸Agora aconselho-vos a que não vos metais com estes homens e que os deixeis; porque, se esta ideia ou esta obra vem dos homens, ela mesma se desfará; ³⁹mas, se vem de Deus, não a podereis desfazer. Assim não correis o risco de fazer oposição ao próprio Deus”. Eles seguiram o seu conselho. ⁴⁰E, tendo chamado os Apóstolos, depois de os terem mandado açoitar, ordenaram-lhes que não falassem mais no nome de Jesus, e soltaram-nos. ⁴¹Porém eles saíam da presença do conselho contentes por terem sido achados dignos de sofrer afrontas pelo nome de Jesus. ⁴²E todos os dias não cessavam de ensinar e de anunciar Jesus Cristo no templo e pelas casas.
Palavra do Senhor.
¹ Salmo de Davi antes de ser ungido. O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O Senhor é o defensor da minha vida; diante de quem temerei? R.
⁴ Uma só coisa pedi ao Senhor, esta solicitarei, é que habite eu na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para ver as delícias do Senhor e visitar o seu templo. R.
¹³ Creio ver os bens do Senhor na terra dos viventes.
¹⁴ Espera o Senhor, porta-te varonilmente; fortifique-se o teu coração, e espera no Senhor. R.
¹Depois disso, passou Jesus à outra margem do mar da Galileia, isto é, [na região] de Tiberíades. ²Seguia-o uma grande multidão, porque via os milagres que fazia em favor dos que estavam enfermos. ³Subiu, pois, Jesus, a um monte e sentou-se ali com seus discípulos. ⁴Ora, a Páscoa, a festa dos judeus, estava próxima. ⁵Jesus, então, ao levantar os olhos e ver que vinha ter com ele uma grande multidão, disse a Filipe: “Onde compraremos pão, para dar de comer a esta gente?”. ⁶Dizia, porém, isto para o experimentar, porque sabia o que havia de fazer. ⁷Respondeu-lhe Filipe: “Duzentos denários de pão não bastam para cada um receber um pequeno bocado”. ⁸Um de seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe: ⁹“Está aqui um jovem, que tem cinco pães de cevada e dois peixes, mas que é isto para tanta gente?” ¹⁰Jesus, porém, disse: “Fazei sentar essa gente”. E havia naquele lugar muita relva. Sentaram-se, pois, em número de cerca de cinco mil homens. ¹¹Tomou então Jesus os pães e, dando graças, distribuiu-os aos que estavam sentados, e igualmente dos peixes [lhes deu] quanto queriam. ¹²Estando saciados, disse a seus discípulos: “Recolhei os pedaços que restaram, para que não se percam”. ¹³Eles os recolheram e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobraram dos que tinham comido. ¹⁴Vendo então aque- les homens o milagre que Jesus fizera, diziam: “Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo”. ¹⁵Jesus, percebendo que queriam arrebatá-lo para o fazerem rei, retirou-se de novo a sós para o monte.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Nascida em 1656, perto de Port Orange, no Canadá, Catarina era filha de um chefe indígena mohawk pagão e de uma mãe cristã, catequizada pelos jesuítas. Órfã aos quatro anos, após uma epidemia de varíola, sobreviveu à doença, mas ficou com o rosto desfigurado, a saúde frágil e a visão prejudicada.
Desde pequena, Catarina foi fiel ao que sua mãe lhe ensinara: amava Jesus, rezava regularmente e contava a vida d’Ele para os outros. Foi batizada em 1676, aos 20 anos, pelos jesuítas, recebendo o nome de Catarina Tekakwitha. Por causa da fé, enfrentou pressões e perseguições, inclusive ameaças de casamento forçado, e precisou fugir para a missão de São Francisco Xavier, onde foi acolhida e recebeu a Primeira Comunhão.
Catarina amava a natureza e se retirava para rezar junto a uma cruz feita por ela. Fez voto de castidade perpétua em 1679 e sonhava com um convento para jovens indígenas.
Aos vinte e quatro anos, ela morreu no dia 17 de abril de 1680 e, minutos antes de morrer, as marcas da varíola desapareceram de seu rosto, que se tornou belo e resplandecente. O milagre foi testemunhado por todos ao seu redor e motivou muitas conversões entre os indígenas.
Padroeira da ecologia e do meio ambiente, Santa Catarina Tekakwitha foi beatificada por João Paulo II e canonizada por Bento XVI. Sua festa é celebrada no dia 14 de abril, nos EUA. Foi a primeira indígena da América do Norte a ser canonizada pela Igreja.
“Eu entreguei minha alma a Jesus no Santíssimo Sacramento; e meu corpo a Jesus na Cruz” - Santa Catarina Tekakwitha
Santa Catarina Tekakwitha, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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