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Maio de 2026
⁵Mas, levantando-se um motim dos gentios e dos judeus contra os seus chefes, para os ultrajar e apedrejar. ⁶Ao tomarem conhecimento disso, fugiram para as cidades da Licônia, Listra, Derbe e para toda aquela região em torno, e aí pregavam o Evangelho. ⁷Ora, em Listra estava sentado um homem, leso dos pés, coxo desde o ventre de sua mãe, e que nunca tinha andado. ⁸Este homem ouvia pregar Paulo, o qual, pondo nele os olhos e vendo que tinha fé de que seria curado, ⁹disse em alta voz: “Levanta-te direito sobre os teus pés!” Ele levantou-se de um salto, e passou a andar. ¹⁰A multidão, porém, tendo visto o que Paulo fizera, levantou a sua voz, dizendo em língua licônia: “São deuses que baixaram até nós em forma de homens!”. ¹¹E chamavam a Barnabé Júpiter, e a Paulo Mercúrio, porque era ele que dirigia a palavra. ¹²Além disso, o sacerdote de Júpiter, que estava à entrada da cidade, trazendo para diante das portas touros com grinaldas, queria oferecer um sacrifício com o povo. ¹³Mas os Apóstolos Barnabé e Paulo, quando ouviram isto, rasgando as suas túnicas, precipitaram-se para o meio do povo, clamando ¹⁴e dizendo: “Homens, por que fazeis isto? Nós também somos mortais, homens como vós, que vos pregamos que vos convertais destas coisas vãs ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há, ¹⁵o qual, nos séculos passados, permitiu que todas as nações seguissem os seus caminhos. ¹⁶Todavia não se deixou a si mesmo sem testemunho, fazendo benefícios, dando chuvas do céu e estações favoráveis para os frutos; dando em abundância o mantimento e a alegria aos nossos corações”. ¹⁷E, dizendo isto, a custo puderam impedir o povo de lhes oferecer um sacrifício.
Palavra do Senhor.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: At 14,5-18
¹ Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu nome dá a glória,
² Pela tua misericórdia e a tua verdade, para que nunca digam as nações: “Onde está o seu Deus?”. R.
³ O nosso Deus está no céu; tudo quanto quis, ele o fez.
⁴ Os ídolos das gentes são prata e ouro, obras das mãos dos homens. R.
¹⁵ Sede benditos do Senhor, que fez o céu e a terra.
¹⁶ O mais alto dos céus é para o Senhor, mas a terra deu-a aos filhos dos homens. R.
²¹Aquele que retém os meus mandamentos e os guarda, este é que me ama. E aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele”. ²²Perguntou-lhe Judas (não o Iscariotes): “Senhor, qual é a causa por que te hás de manifestar a nós, e não ao mundo?”. ²³Respondeu Jesus: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e nós viremos a ele e faremos nele morada. ²⁴O que não me ama não observa as minhas palavras. E a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai, que me enviou”. ²⁵Eu disse-vos estas coisas, permanecendo ainda convosco. ²⁶Mas o Paráclito, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito.
Palavra do Senhor.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Não se conhece a data exata do nascimento de Santa Antonina, mas sabe-se que viveu no final do século III, na cidade de Nicéia, na Bitínia, atual Turquia. Foi denunciada por ser cristã e enfrentou o martírio com coragem durante a perseguição imposta pelo imperador Diocleciano, marcada por extrema violência contra os seguidores de Cristo.
Antonina foi martirizada por ordem do imperador Diocleciano, conhecido pela brutal perseguição aos cristãos. Ela foi presa, teve mãos e pés queimados com ferros em brasa e, em seguida, foi colocada em uma cela com o chão coberto por brasas. Após resistir por dois dias, ainda viva, foi levada novamente ao tribunal. Como continuava firme, foi colocada em um saco e lançada em um lago pantanoso, onde morreu afogada.
Um detalhe curioso e importante é que, ao longo da história da Igreja, três relatos diferentes sobre sua morte foram registrados em calendários litúrgicos antigos: um dizia que foi decapitada, outro que foi queimada viva e um terceiro que foi afogada. Essa confusão ocorreu porque o nome “Antonina” era bastante comum, e os relatos de seu martírio circularam em idiomas e regiões diferentes (grego, egípcio e siríaco).
Foi apenas no século V, por meio de um antigo códice geronimiano, que se confirmou tratar-se de uma única mártir, morta em Nicéia, com culto celebrado de formas diversas.
Santa Antonina foi martirizada no dia 4 de maio de 306, data que foi mantida para sua veneração litúrgica. A Igreja reconhece nela o exemplo das primeiras mártires, firmes até o fim por amor a Cristo.
Santa Antonina, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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