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Junho de 2026
²⁰Mandou, pois, Acab chamar todos os filhos de Israel e juntou os profetas no monte Carmelo. ²¹Então Elias, aproximando-se de todo o povo, disse: “Até quando claudicareis vós para dois lados? Se o Senhor é Deus, segui-o; se, porém, é Baal, segui-o”. E o povo não lhe respondeu palavra. ²²Elias tornou a dizer ao povo: “Eu sou o único que fiquei dos profetas do Senhor, mas os profetas de Baal chegam a quatrocentos e cinquenta homens. ²³Deem-nos dois bois; eles escolham para si um boi e, fazendo-o em pedaços, ponham-no sobre a lenha, mas não lhe metam fogo por baixo. Eu tomarei o outro boi e o porei sobre a lenha, e também não lhe meterei fogo por baixo. ²⁴Invocai vós os nomes dos vossos deuses, e eu invocarei o nome do meu Senhor. E o deus que ouvir, mandando fogo, esse seja considerado [o verdadeiro] Deus”. Todo o povo respondeu: “Ótima proposta”. ²⁵Disse então Elias aos profetas de Baal: “Escolhei para vós um boi e começai vós primeiro, porque sois em maior número, e invocai os nomes dos vossos deuses, mas não ponhais fogo por baixo”. ²⁶Eles tomaram o boi que lhes fora dado, sacrificaram-no e invocaram o nome de Baal, desde a manhã até o meio-dia, dizendo: “Baal, ouve-nos!” Mas não se percebia voz, nem havia quem respondesse. E saltavam diante do altar que tinham feito. ²⁷Quando era já meio-dia, Elias escarnecia-os, dizendo: “Gritai mais alto, porque ele é um Deus e talvez esteja falando, ou em alguma estalagem, ou em viagem, ou dorme, e necessita que o acordem”. ²⁸Eles gritavam em alta voz e retalhavam-se, segundo o seu costume, com canivetes e lancetas até se cobrirem de sangue. ²⁹Mas, passado o meio-dia, enquanto eles profetizavam, chegou o tempo em que era costume oferecer-se o sacrifício, e não se ouvia voz, nem havia quem respondesse, nem ouvisse os seus rogos. ³⁰Disse Elias a todo o povo: “Aproximai-vos de mim”. Aproximando-se o povo dele, Elias reparou o altar do Senhor, que tinha sido destruído. ³¹E tomou doze pedras, segundo o número das tribos dos filhos de Jacó, a quem o Senhor dirigira a sua palavra, dizendo: “Israel será o teu nome”. ³²Com estas pedras edificou um altar em nome do Senhor, e fez uma valeta, como dois pequenos sulcos, em volta do altar, ³³depois acomodou a lenha, dividiu o boi em pedaços e o pôs sobre a lenha, ³⁴e disse: “Enchei de água quatro talhas e entornai-as sobre o holocausto e sobre a lenha”. E disse ainda: “Fazei isto uma segunda vez”. E, tendo-o eles feito uma segunda vez, disse: “Fazei ainda uma terceira vez a mesma coisa”. E eles o fizeram uma terceira vez. ³⁵As águas correram em volta do altar, e a valeta se encheu. ³⁶Chegada já a hora de se oferecer o holocausto, aproximou-se o profeta Elias e disse: “Senhor Deus de Abraão, de Isaac e de Israel, mostra hoje que és o Deus de Israel, e que eu sou teu servo, e que por tua ordem fiz todas estas coisas. ³⁷Ouve-me, Senhor, ouve-me, para que este povo aprenda que tu és o Senhor Deus, e que converteste novamente o seu coração!” ³⁸E o fogo do Senhor baixou do céu, devorou o holocausto, a lenha e as pedras, consumindo até mesmo o pó e a água que estava na valeta. ³⁹Todo o povo, ao ver isso, prostrou-se com o rosto em terra e disse: “O Senhor é o Deus! O Senhor é o Deus!”
¹ Inscrição do Título: Pelo mesmo Davi. Guarda-me, Senhor, porque esperei em ti.
²ᵃ Eu disse ao Senhor: “Tu és o meu Deus”. R.
⁴ Multiplicaram-se as suas enfermidades, e depois correram aceleradamente. Não juntarei seus conciliábulos de sangue, nem sequer me lembrarei dos seus nomes para os pronunciar. R.
⁵ O Senhor é a porção da minha herança e do meu cálice, tu és o que me restituirás a minha herança.
⁸ Eu contemplava sempre o Senhor diante de mim, porque ele está à minha direita a sustentar-me. R.
¹¹ Fizeste-me conhecer os caminhos da vida e me encherás de alegria com teu rosto; na tua direita, delícias para sempre. R.
¹⁷“Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas sim cumprir. ¹⁸Porque em verdade vos digo que, enquanto não passar o céu e a terra, não desaparecerá da lei um só iota ou um só ápice, sem que tudo seja cumprido. ¹⁹Aquele, pois, que violar um destes mínimos mandamentos e ensinar assim aos homens, será considerado o mínimo no reino dos céus, mas o que os guardar e ensinar, este será considerado grande no reino dos céus."
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
O Santo Anjo da Guarda de Portugal, também conhecido como o Anjo da Paz, foi o mensageiro celeste que preparou os três pastorinhos para as aparições de Nossa Senhora em Fátima.
Na primavera de 1916, enquanto pastoreavam, Lúcia, Francisco e Jacinta viram pela primeira vez o Anjo, que se apresentou como o Anjo da Paz. De aparência luminosa, semelhante a um jovem de cerca de 14 ou 15 anos, ele os convidou à oração com estas palavras:
“Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam.”
Repetiram juntos a oração três vezes, e o Anjo os encorajou dizendo: “Orai assim. Os Corações de Jesus e de Maria estão atentos à voz de vossas súplicas.” Esta oração marcou profundamente os pequenos videntes.
A segunda aparição aconteceu no verão, próximo à casa de Lúcia. O Anjo os surpreendeu enquanto brincavam e os repreendeu docemente: “Que fazeis? Orai, orai muito. Os Corações Santíssimos de Jesus e de Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia… Eu sou o Anjo da vossa guarda, o Anjo de Portugal.”
A terceira e última aparição ocorreu no outono. Enquanto rezavam, os pastorinhos viram o Anjo com um cálice e uma hóstia, da qual caíam gotas de sangue. Ajoelharam-se, e o Anjo os ensinou outra oração:
“Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-vos profundamente. E ofereço-vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo presente em todos os sacrários da Terra, em reparação aos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores.”
Em seguida, entregou a hóstia a Lúcia e o cálice a Francisco e Jacinta, dizendo: “Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.”
O Anjo da Paz preparou espiritualmente os pastorinhos para a missão que receberiam de Nossa Senhora. Segundo o testemunho de Lúcia, “a atmosfera do sobrenatural que nos envolveu era tão intensa, que quase não nos dávamos conta da própria existência.” As palavras do Anjo ficaram gravadas no espírito das crianças como luz, ensinando-lhes o amor e o desejo de reparação ao Deus ofendido.
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Palavra do Senhor.
A Igreja celebra sua memória como parte essencial da espiritualidade de Fátima, que une oração, penitência e reparação na adoração à Santíssima Trindade.
Santo Anjo da Guarda de Portugal, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica