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Junho de 2026
⁵Mais tarde Salmanasar percorreu todo o país e, chegando a Samaria, sitiou-a durante três anos. ⁶E no ano nono de Oseias, o rei dos assírios tomou Samaria, e transportou os Israelitas para a Assíria, e pô-los em Haia, e em Abor, cidades dos Medos, perto do rio Gozan. ⁷Sucedeu, pois, que, tendo os filhos de Israel pecado contra o Senhor seu Deus, que os tinha tirado da terra do Egito, do poder de Faraó, rei do Egito, adoraram deuses estranhos. ⁸E caminharam segundo os costumes das gentes que o Senhor tinha exterminado diante dos filhos de Israel, e [segundo os costumes] dos reis de Israel que tinham feito o mesmo. ¹³O Senhor tinha protestado em Israel e em Judá por meio de todos os seus profetas e videntes, dizendo: “Voltai dos vossos caminhos corrompidos e guardai os meus preceitos e cerimônias, conforme todas as leis que eu prescrevi a vossos pais, e do mesmo modo que eu vo-lo tenho declarado pelos profetas, meus servos”. ¹⁴Eles não o quiseram ouvir, mas endureceram a sua cerviz, como a cerviz de seus pais, que não quiseram obedecer ao Senhor seu Deus. ¹⁵ᵃRejeitaram as suas leis, o pacto que tinha feito com seus pais e os testemunhos que lhes havia prescrito. ¹⁸O Senhor indignou-se sobremaneira contra Israel, rejeitou-os de diante da sua face, e não ficou senão somente a tribo de Judá.
Palavra do Senhor.
³ Ó Deus, desamparaste-nos e destruíste-nos; tu te iraste, porém tiveste piedade de nós. R.
⁴ Fizeste estremecer a terra e a perturbaste; sara as suas chagas, porque está abalada.
⁵ Mostraste ao teu povo coisas duras; deste-nos a beber o vinho da amargura. R.
¹¹ Quem me conduzirá à cidade fortificada? Quem me conduzirá até à Idumeia?
¹²ᵃ Quem, senão tu, ó Deus, que nos desamparaste? R.
¹²ᵇ Não virás tu, ó Deus, à frente dos nossos exércitos?
¹³ Dá-nos socorro na tribulação, porque é vã a salvação do homem. R.
¹“Não julgueis, e não sereis julgados. ²Pois, segundo o juízo com que julgardes, sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também a vós. ³E por que vês tu o cisco no olho de teu irmão, e não reparas a trave no teu olho? ⁴Ou como podes dizer a teu irmão: ‘Deixa-me tirar um cisco do teu olho’, tendo no teu uma trave? ⁵Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás, para tirar o cisco do olho de teu irmão.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
João Fisher nasceu em 1469, em Beverley, na Inglaterra. Órfão de pai, destacou-se desde cedo por sua inteligência. Com apenas 14 anos, ingressou na Universidade de Cambridge, onde se formou em Teologia e foi ordenado sacerdote.
Tomás More nasceu em 1478, em Chelsea, Londres. Desde jovem, foi educado na fé cristã e, com seu brilhantismo intelectual, estudou na Universidade de Oxford, tornando-se doutor em Direito aos 22 anos.
Fisher tornou-se capelão da condessa Margarida Beaufort e, aos 35 anos, foi nomeado bispo de Rochester. Viveu com simplicidade e generosidade, abrindo sua casa aos necessitados e dedicando-se ao estudo das Sagradas Escrituras. Escreveu obras em defesa da fé católica diante da Reforma Protestante.
Tomás More teve contato com os franciscanos e cartuxos, discernindo a vida religiosa, mas escolheu o matrimônio. Foi exemplo como pai, esposo e cristão, atuando como juiz, conselheiro do rei e chanceler, sempre guiado pela fé e pela consciência. Escreveu obras importantes como Utopia e Diálogo do Conforto contra as Tribulações, além de orações marcadas pela confiança em Deus.
No século XVI, o rei Henrique VIII rompeu com Roma ao tentar anular seu casamento e assumir o título de chefe da Igreja na Inglaterra. João Fisher foi o primeiro a se opor publicamente, afirmando que tal ato seria uma afronta à Igreja Católica. Foi preso e, mesmo no cárcere, foi nomeado cardeal pelo Papa Paulo III o que provocou ainda mais a ira do rei.
Tomás More também se recusou a apoiar a ruptura com Roma. Renunciou ao cargo e enfrentou a prisão com serenidade, sem abrir mão da verdade. Mesmo no cárcere, manteve a alegria e a fé inabalável.
João Fisher foi decapitado em 22 de junho de 1535. Duas semanas depois, em 6 de julho, foi a vez de Tomás More, que declarou antes de morrer: “Morro fiel servidor de Deus e do rei, mas primeiro de Deus”.
Ambos foram canonizados em 1935 pelo Papa Pio XI. Em 2000, São João Paulo II declarou São Tomás More padroeiro dos políticos e governantes.
Santos João Fischer e Tomás More, rogai por nós!
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Autor: Redação Biblioteca Católica