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Julho de 2026
¹³Porque não há outro Deus senão tu, que de todas as coisas tens cuidado, para mostrares que não há injustiça nos teus juízos. ¹⁶Porque o teu poder é o princípio da justiça, e, por seres Senhor de tudo, te fazes indulgente com todos. ¹⁷Todavia mostras o teu poder quando não te creem soberanamente poderoso, e confundes a audácia dos que não te reconhecem. ¹⁸Dominador da tua força, tu julgas com calma e nos governas com indulgência, tendo sempre em tua mão usar o poder quando quiseres. ¹⁹Ensinaste ao teu povo por meio deste teu proceder que importa ser justo e humano, e deste a teus filhos boas esperanças, porque, quando julgas, dás tempo de fazer penitência depois do pecado.
Palavra do Senhor.
⁵ Porque tu, Senhor, és suave e doce, e de muita misericórdia para todos os que te invocam.
⁶ Presta ouvidos, Senhor, à minha oração e atende à voz da minha súplica. R.
⁹ Todas as nações que criaste virão, e, prostradas, te adorarão, Senhor, e glorificarão o teu nome.
¹⁰ Porque tu és grande e fazes prodígios; só tu és Deus. R.
¹⁵ Mas tu és, Senhor Deus, compassivo e clemente, paciente, de muita misericórdia e verdadeiro.
¹⁶ᵃ Põe os olhos em mim e tem piedade de mim, dá o teu poder ao teu servo. R.
²⁶E assim mesmo o Espírito ajuda também a nossa fraqueza, porque não sabemos o que havemos de pedir como convém; mas o mesmo Espírito ora por nós com gemidos inexplicáveis. ²⁷E o que perscruta os corações sabe o que deseja o Espírito, pois ele pede segundo Deus pelos santos.
Palavra do Senhor.
²⁴Propôs-lhes outra parábola, dizendo: “O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo. ²⁵E, enquanto os homens dormiam, veio o seu inimigo e semeou cizânia no meio do trigo, e foi-se. ²⁶Quando, depois, cresceu a erva e deu fruto, apareceu também então a cizânia. ²⁷Então, chegando os servos do pai de família, lhe disseram: ‘Senhor, porventura não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio, pois, a cizânia?’. ²⁸E ele disse-lhes: ‘Algum inimigo fez isto’. E os servos disseram-lhe: ‘Queres que vamos e a arranquemos?’. ²⁹Ele respondeu-lhes: ‘Não, para que não suceda que, arrancando a cizânia, acabeis arrancando com ela juntamente o trigo. ³⁰Deixai crescer uma e outra coisa até a ceifa, e no tempo da ceifa direi aos segadores: Colhei primeiramente a cizânia, e atai-a em molhos para a queimar; o trigo, porém, recolhei-o no meu celeiro’”. ³¹Propôs-lhes outra parábola, dizendo: “O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e semeou no seu campo. ³²Ele é na verdade a menor de todas as sementes, mas, depois de crescer, é maior que todas as hortaliças e faz-se árvore, de sorte que as aves do céu vem repousar sobre os seus ramos”. ³³Disse-lhes outra parábola: “O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até que o todo fica fermentado”. ³⁴Todas estas coisas disse Jesus ao povo em parábolas; e não lhes falava sem parábolas, ³⁵a fim de que se cumprisse o que estava anunciado pelo profeta, que diz: Abrirei em parábolas a minha boca, revelarei coisas que têm estado escondidas desde a criação do Mundo. ³⁶Então, despedido o povo, foi para casa, e chegaram-se a ele os seus discípulos, dizendo: “Explica-nos a parábola da cizânia no campo”. ³⁷Ele, respondendo, disse-lhes: “O que semeia a boa semente é o Filho do homem. ³⁸O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino. A cizânia são os filhos do maligno. ³⁹E o inimigo que a semeou, é o demônio. O tempo da ceifa é o fim do mundo. Os segadores são os anjos. ⁴⁰De maneira que, assim como é colhida a cizânia e queimada no fogo, assim acontecerá no fim do século. ⁴¹O Filho do homem enviará os seus anjos, e tirarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade. ⁴²E os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. ⁴³Então resplandecerão os justos como o sol no reino de seu Pai. O que tem ouvidos para ouvir, ouça”.
Palavra da Salvação.
Natural da Ilha da Sardenha, São Símaco viveu no conturbado século V e foi eleito Papa em 498, tornando-se o 51º sucessor de São Pedro.
Sua eleição foi marcada por disputas internas, com a oposição do antipapa Lourenço. A controvérsia só foi resolvida com a intervenção do rei Teodorico, um monarca ariano, que determinou que seria reconhecido como Papa aquele que tivesse sido eleito primeiro e com o maior número de votos – critérios que confirmaram Símaco como o legítimo pontífice.
Durante seu pontificado, enfrentou as consequências da queda do Império Romano e da invasão de diversos povos bárbaros, como vândalos, godos, visigodos e longobardos. Em meio a esse cenário, destacou-se como figura de conciliação, buscando a paz e a harmonia entre as diversas forças em conflito.
Apesar das dificuldades políticas e sociais, Símaco dedicou-se a causas de caridade, chegando a resgatar e libertar escravos. Também foi responsável pela construção do primeiro núcleo do Palácio do Vaticano.
São Símaco morreu em Roma no dia 19 de julho de 514.
São Símaco, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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