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Agosto de 2026
¹⁹Eu te porei para fora do teu posto e te deporei do teu ministério”. ²⁰Naquele dia chamarei o meu servo Eliacim, filho de Helcias; ²¹e o vestirei com a tua túnica, o cingirei com o teu cinto e porei na sua mão o teu poder; será como pai para os habitantes de Jerusalém e para a casa de Judá. ²²Porei a chave da casa de Davi sobre os seus ombros; ele abrirá, e não haverá quem feche; fechará, e não haverá quem abra. ²³E o fincarei como estaca em lugar firme, e ele será como um trono de glória para a casa de seu pai.
Palavra do Senhor.
¹ Do mesmo Davi. Eu te glorificarei a ti, Senhor, de todo o coração, porque ouviste as palavras da minha boca. Em presença dos anjos te cantarei salmos;
²ᵃ eu te adorarei no teu santo templo e glorificarei o teu nome. R.
²ᵇ por causa da tua misericórdia e da tua verdade,
²ᶜ porque engrandeceste sobre tudo o teu santo nome.
³ em qualquer dia que te invocar, ouve-me; tu aumentarás a fortaleza na minha alma. R.
⁶ Porque, sendo o senhor excelso, todavia olha as coisas humildes e de longe conhece as altas.
⁸ᵇ Senhor, a tua misericórdia é eterna;
⁸ᶜ não desprezes as obras de tuas mãos. R.
³³Ó profundidade das riquezas da sabedoria e da ciência de Deus; quão incompreensíveis são os seus juízos e imperscrutáveis os seus caminhos! ³⁴Pois quem conheceu o pensamento do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? ³⁵Ou quem lhe deu alguma coisa primeiro, para que tenha de receber em troca? ³⁶Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; a ele a glória por todos os séculos. Amém.
Palavra do Senhor.
¹³Jesus foi então para a região de Cesareia de Filipe, e lá interrogou os seus discípulos, dizendo: “Quem dizem os homens que é o Filho do homem?”. ¹⁴E eles responderam: “Uns dizem que é João Batista, outros que é Elias, e outros ainda que é Jeremias, ou algum dos profetas”. ¹⁵Jesus disse-lhes: “E vós, quem dizeis que eu sou?”. ¹⁶Respondendo Simão Pedro, disse: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. ¹⁷Ao que Jesus respondeu: “Bem-aventurado és, Simão Bar-Jona, porque não foram a carne e o sangue que te revelaram isso, mas meu Pai que está nos céus. ¹⁸E eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. ¹⁹Eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus, e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também nos céus”. ²⁰Então ordenou a seus discípulos que não dissessem a ninguém que ele era Jesus o Cristo.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Isabel Flores de Oliva, mais tarde conhecida como Rosa, nasceu em Lima, em 1586. Filha de uma família nobre espanhola estabelecida no Peru, era a décima entre treze filhos. Sua ama, Mariana, de origem indígena, a chamou de Rosa por causa de sua beleza singular, nome que foi confirmado no sacramento da Crisma. Desde a infância, Rosa demonstrava profunda inclinação à oração e à meditação, revelando dons espirituais desde cedo.
Viveu uma vida de oração, penitência e jejum, trabalhando com as próprias mãos para ajudar nas dificuldades da família. Na juventude, diante da imagem da Virgem Maria, Rosa decidiu consagrar-se inteiramente a Cristo. Inspirando-se em Santa Catarina de Sena, ingressou como Terciária Dominicana aos 23 anos, adotando o nome “Rosa de Santa Maria”, em sinal do amor profundo que nutria pela Mãe de Deus.
Dedicou-se ao jejum, à penitência e à oração contemplativa, aprofundando seus dons de profecia e de prodígios. Para combater a vaidade, cortou os cabelos e trabalhava com esforço ao lado dos pais, na lavoura.
Quando sua família caiu na miséria, sustentou-se como bordadeira e doméstica, e aproveitava as entregas aos clientes para evangelizar. Com o tempo, transformou um espaço de sua casa em refúgio para necessitados, onde cuidava de crianças e idosos, especialmente os indígenas marginalizados.
Desejando permanecer “virgem no mundo”, Rosa se recolheu em uma cela no jardim da casa dos pais, vivendo em profunda comunhão com Deus. Alcançou elevado grau de vida mística e contemplativa, chegando a reviver em seu próprio corpo a Paixão de Cristo, oferecendo-se pela conversão dos espanhóis e pela evangelização dos povos indígenas.
Faleceu em 23 de agosto de 1617, após renovar seus votos e invocar insistentemente a presença de Jesus. Santa Rosa foi beatificada em 1668 pelo Papa Clemente IX e canonizada três anos depois.
"Se os homens soubessem o que é viver em graça, não se assustariam com nenhum sofrimento e padeceriam de bom grado qualquer pena, porque a graça é fruto da paciência" - Santa Rosa de Lima
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Autor: Redação Biblioteca Católica