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Setembro de 2026
⁷Ora, filho do homem, tu és aquele a quem eu constituí por sentinela na casa de Israel; tu, portanto, ouvindo as palavras da minha boca, as anunciarás a eles da minha parte. ⁸Se, dizendo eu ao ímpio: ‘Ímpio, tu infalivelmente morrerás’, tu não falares ao ímpio para ele se afastar do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniquidade, mas eu te pedirei contas do seu sangue. ⁹Mas se, admoestando tu o ímpio para que se converta dos seus caminhos, e ele não se converter, morrerá na sua iniquidade, e tu terás livrado a tua alma.
Palavra do Senhor.
¹ Cântico de louvor, de Davi. Vinde, regozijemo-nos no Senhor; cantemos as glórias de Deus nosso salvador.
² Apresentemo-nos diante dele com louvores e celebremo-lo com salmos. R.
⁶ Vinde, adoremos e prostremo-nos, e choremos diante do Senhor, que nos criou;
⁷ porque ele é o Senhor nosso Deus, e nós somos o povo do seu pasto, e as ovelhas da sua manada. R.
⁸ Se hoje ouvirdes a sua voz, não queirais endurecer os vossos corações;
⁹ “como sucedeu”, [diz o Senhor], “no lugar da rebelião, no dia da tentação no deserto, onde vossos pais me tentaram, me provaram, e viram as minhas obras. R.
⁸A ninguém ficais devendo coisa alguma, a não ser o amor mútuo; porque aquele que ama o próximo cumpriu a lei. ⁹Com efeito: Não cometerás adultério; não matarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, está resumido nesta palavra: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. ¹⁰O amor do próximo não faz o mal. Logo o amor é a plenitude da lei.
Palavra do Senhor.
¹⁵E, se teu irmão pecar contra ti, vai e corrige-o, entre ti e ele somente. Se te ouvir, terás ganhado o teu irmão. ¹⁶Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que tudo se verifique sobre o depoimento de duas ou três testemunhas. ¹⁷E, se os não ouvir, dize-o à Igreja. E, se não ouvir a Igreja, considera-o como um gentio e um publicano. ¹⁸Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra, será ligado também no céu, e tudo o que desatardes sobre a terra, será desatado também no céu. ¹⁹Digo-vos ainda que, se dois de vós se unirem entre si sobre a terra para pedir qualquer coisa, esta lhes será concedida por meu Pai, que está nos céus. ²⁰Porque onde se acham dois ou três congregados em meu nome, aí estou eu no meio deles.”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Liberato de Loro nasceu na cidade de Loro Piceno, Itália.
Desde jovem, sentia-se chamado por Deus e, movido por profunda devoção à Virgem Maria, decidiu abandonar a riqueza e o poder para consagrar-se inteiramente a Cristo. Era um nobre que se fez frade por amor.
Herdou as terras e título de senhor de Loro Piceno de seu tio, mas renunciou tudo, entregando a seu irmão Gualtério. Ingressou no convento franciscano de Rocabruna, em Urbino, e mais tarde retirou-se ao ermo convento de Sofiano, desejando uma vida de oração e penitência. Vestiu o hábito dos Frades Menores e foi ordenado sacerdote. Viveu em silêncio, trabalho e profunda contemplação, sendo reconhecido por todos como um homem de santidade.
Certa vez, já em seu leito de morte, recebeu a visita da Virgem Maria, acompanhada por três santas virgens e uma multidão de anjos. Ela lhe disse: “Não temas, filho, tua oração foi ouvida, e eu vim para confortar-te antes da tua partida desta vida”. Era o sinal de que Deus o acolhia em Sua glória.
São Liberato faleceu em data incerta, no século XIII. Em 1868, o Papa Pio IX reconheceu oficialmente sua santidade, autorizando o título de santo e confirmando a devoção tradicional do povo.
São Liberato de Loro, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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