Baixe o aplicativo gratuitamente
Setembro de 2026
¹ᵇA ciência incha, mas a caridade edifica. ²Se alguém se lisonjeia de saber alguma coisa, este ainda não conheceu de que modo se deve saber. ³Mas, se alguém ama a Deus, é conhecido por ele. ⁴Quanto, pois, a comer carnes imoladas aos ídolos, sabemos que o ídolo não é nada no mundo, e que não há outro Deus, senão um só. ⁵Pois, ainda que haja alguns que se chamem deuses, no céu ou na terra (e assim sejam muitos os deuses e muitos os senhores), ⁶para nós, contudo, há só um Deus, o Pai, de quem [são] todas as coisas, e nós para ele, e só um Senhor, Jesus Cristo, por quem [são] todas as coisas, e nós também [somos] por ele. ⁷Porém, nem em todos há tal ciência. Porque alguns, conservando ainda o seu antigo modo de considerar o ídolo, comem como de coisas sacrificadas a um ídolo, e a consciência destes, estando enferma, fica contaminada. ¹¹E pela tua ciência perecerá o irmão fraco, pelo qual morreu Cristo? ¹²Deste modo, pecando contra os irmãos e ofendendo a sua débil consciência, pecais contra Cristo. ¹³Assim, se um alimento serve de escândalo a meu irmão, jamais comerei carne, para não escandalizar o meu irmão.
Palavra do Senhor.
¹ Para o fim: Salmo de Davi. Senhor, provaste-me e conheceste-me;
² tu sabes quando me sento e quando me levanto.
³ De longe penetraste os meus pensamentos; a minha vereda e o fio da minha carreira investigaste. R.
¹³ Porque tu possuíste os meus rins; recebeste-me desde o ventre de minha mãe.
¹⁴ᵃ Eu te glorificarei, à vista da tua estupenda grandeza;
¹⁴ᵇ maravilhosas são as tuas obras. R.
²³ Prova-me, ó Deus, e sonda o meu coração; interroga-me, e conhece os meus caminhos.
²⁴ E vê se há em mim caminho de iniquidade; e conduz-me pelo caminho eterno. R.
²⁷"Mas digo-vos a vós, que me ouvis: Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam. ²⁸Abençoai os que vos amaldiçoam e orai pelos que vos caluniam. ²⁹Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra. E ao que te tirar a capa, não o impeças de levar também a túnica. ³⁰Dá a todo aquele que te pede, e ao que leva o que é teu, não lhe tornes a pedir. ³¹E o que quereis que vos façam os homens, fazei-o vós também a eles. ³²Se vós amais os que vos amam, que mérito tendes? Porque os pecadores também amam quem os ama. ³³E, se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que mérito tendes? Porque os pecadores também fazem isto. ³⁴E, se emprestardes àqueles de quem esperais receber, que mérito tendes? Porque os pecadores também emprestam aos pecadores, para que se lhes faça outro tanto. ³⁵Amai, pois, os vossos inimigos; fazei bem e emprestai sem com isso esperardes nada; e será grande a vossa recompensa, e sereis filhos do Altíssimo, o qual é bom [também] para os ingratos e para os maus. ³⁶Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. ³⁷Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados. Perdoai, e sereis perdoados. ³⁸Dai, e vos será dado; uma medida boa, cheia, recalcada e transbordante vos será lançada no seio. Porque, com a mesma medida com que medirdes, será medido para vós.”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Nicolau nasceu em 1245, na região das Marcas, no centro da Itália.
Desde a infância, destacava-se por sua vida de oração e penitência. Ainda menino, passava horas em jejum e mostrava grande compaixão pelos pobres e doentes. Aos sete anos, já se percebia nele uma alma inteiramente voltada para Deus.
Com apenas quatorze anos, ingressou como oblato (leigo que se oferece para servir em uma ordem religiosa) entre os agostinianos do Castelo de Santo Ângelo. Anos depois, professou os votos na Ordem e foi ordenado sacerdote em 1274.
Era um pregador fervoroso, com palavras simples e cheias de fogo. Tocava os corações e arrastava os fiéis à caridade e à penitência. Jejuava com rigor, alimentando-se apenas de pão e água. Era constante na oração, alegre no sacrifício e humilde no serviço.
Viveu com austeridade, mas sem perder a ternura e a disponibilidade. Confessava com paciência, aconselhava com sabedoria e acolhia com o coração de um verdadeiro pastor.
Faleceu no dia 10 de setembro de 1305, em Tolentino, onde passou os últimos anos de vida. É padroeiro das almas do purgatório e é invocado especialmente por enfermos e aflitos.
Cerca de quarenta anos após sua morte, seu túmulo foi aberto: o corpo estava incorrupto, e um fenômeno extraordinário começou a acontecer: sangue brotava de seus braços, o que aumentou ainda mais sua fama de santidade. Esse fenômeno se repetiu por muitos anos.
“Seria um pecado não repartir muito, sendo que Deus nos dá tanto.” - São Nicolau de Tolentino
São Nicolau de Tolentino, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
Assine a Minha Biblioteca Católica
Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa