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Outubro de 2026
²¹Não molestarás, nem afligirás o estrangeiro, porque também vós fostes estrangeiros na terra do Egito. ²²Não fareis mal algum à viúva nem ao órfão. ²³Se os ofenderdes, eles gritarão por mim, e eu ouvirei o seu clamor, ²⁴e o meu furor se acenderá, e eu vos exterminarei à espada, e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos. ²⁵Se emprestares dinheiro ao meu povo pobre que habita contigo, não o apertarás como um exator, nem o oprimirás com usuras. ²⁶Se receberes do teu próximo em penhor a sua capa, tu lha darás antes do sol posto. ²⁷Porque ela é a sua única cobertura, o único vestido da sua carne, nem tem outro com que dormir. Se ele clamar por mim, ouvi-lo-ei, porque sou misericordioso.
Palavra do Senhor.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Ex 22,20-26
² “Eu te amarei, Senhor, que és a minha fortaleza.”
³ᵃ O Senhor é o meu firme apoio, o meu refúgio e o meu libertador. R.
³ᵇ O meu Deus é o meu auxílio, e nele esperarei.
³ᶜ É o meu protetor, e chifre da minha salvação, e o meu defensor.
⁴ Invocarei o Senhor, louvando-o, e serei salvo dos meus inimigos. R.
⁴⁷ Viva o Senhor, e seja bendito o meu Deus! Seja exaltado o Deus da minha salvação!
⁵¹ᵃ que salvou maravilhosamente o seu rei,
⁵¹ᵇ e que usa de misericórdia com Davi, seu ungido. R.
⁵ᶜSabeis o que nós temos sido entre vós, por amor de vós. ⁶E vós vos fizestes imitadores nossos e do Senhor, recebendo a palavra no meio de muita tribulação, com a alegria do Espírito Santo, ⁷de modo que vos tornastes modelo para todos os crentes na Macedônia e na Acaia. ⁸Porque de vós se difundiu a palavra do Senhor, não só pela Macedônia e pela Acaia, mas também se propagou por toda a parte a fé que tendes em Deus, de sorte que nós já não temos necessidade de dizer coisa alguma. ⁹Eles mesmos [os fiéis] divulgam qual foi a aceitação que tivemos entre vós, e como vos convertestes dos ídolos a Deus, para servirdes ao Deus vivo e verdadeiro ¹⁰e para esperardes do céu a seu Filho (a quem ele ressuscitou dos mortos) Jesus, o qual nos livrou da ira que há de vir.
Palavra do Senhor.
³⁴Mas os fariseus, tendo sabido que ele reduzira ao silêncio os saduceus, reuniram-se, ³⁵e um deles, doutor da lei, procurando tentá-lo, perguntou-lhe: ³⁶“Mestre, qual é o grande mandamento da lei?”. ³⁷Jesus disse-lhe: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu espírito. ³⁸Este é o máximo e o primeiro mandamento. ³⁹E o segundo é semelhante a este: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. ⁴⁰Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Frei Galvão nasceu no dia 10 de maio de 1739, na Vila de Santo Antônio de Guaratinguetá, atual cidade de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, Capitania de São Paulo. Era o quarto de dez filhos de uma família profundamente religiosa.
Aos 13 anos, foi enviado ao seminário jesuíta Colégio de Belém, na Bahia, onde se destacou nos estudos e na prática cristã. A perda precoce de sua mãe, em 1755, marcou profundamente sua vida, levando-o a adotar Sant’Ana como sua mãe espiritual — devoção que carregou para sempre e que inspirou seu nome religioso: Frei Antônio de Sant’Anna Galvão.
Ingressou na Ordem Franciscana, no Convento de Macacu, no Rio de Janeiro, e foi ordenado sacerdote em 1762. Transferido para o Convento de São Francisco, em São Paulo, dedicou-se ao serviço pastoral e à vida intelectual, tornando-se confessor, pregador e poeta reconhecido, inclusive como membro da Academia Paulistana de Letras. Destacou-se especialmente pela fundação do Recolhimento Nossa Senhora da Luz, atual Mosteiro da Luz, enfrentando perseguições políticas e resistências para garantir a continuidade da obra, que se tornaria símbolo de devoção mariana e caridade cristã.
Frei Galvão ficou famoso pela distribuição das “Pílulas de Frei Galvão”, pequenos pedaços de papel com orações marianas que, desde o século XVIII, são associadas a incontáveis curas e graças.
Além disso, relatos contam que ele possuía dons místicos, como cura, bilocação, levitação e ciência sobrenatural, sempre colocados a serviço dos doentes, pobres e aflitos. Sua atuação foi fundamental para a fundação de importantes instituições religiosas, como o Convento de Santa Clara, em Sorocaba, e o fortalecimento da Ordem Franciscana no Brasil.
Faleceu em 23 de dezembro de 1822, no Mosteiro da Luz, em São Paulo, poucos meses após a independência do Brasil.
É considerado padroeiro dos engenheiros, arquitetos e construtores, sendo também amplamente invocado por aqueles que buscam cura e proteção, além de ter sido o primeiro santo brasileiro.
“Pos partum Virgo, Inviolata permansisti: Dei Genitrix intercede pro nobis (Depois do parto, ó Virgem, permaneceste intacta: Mãe de Deus, intercedei por nós)” - Santo Antônio de Sant’Anna Galvão
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Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica