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Outubro de 2026
²¹Sede submissos uns aos outros no temor de Cristo. ²²As mulheres sejam sujeitas a seus maridos, como ao Senhor, ²³porque o marido é cabeça da mulher, como Cristo é cabeça da Igreja, seu corpo, do qual ele é o Salvador. ²⁴Ora, assim como a Igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres a seus maridos em tudo. ²⁵Maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a Igreja, e por ela se entregou a si mesmo, ²⁶para a santificar, purificando-a no batismo da água pela palavra da vida, ²⁷a fim de apresentar a si mesmo esta Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e imaculada. ²⁸Assim também os maridos devem amar as suas mulheres como os seus próprios corpos. O que ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. ²⁹Ninguém jamais odiou a sua própria carne, mas nutre-a e cuida dela, como também Cristo o faz à Igreja, ³⁰porque somos membros do seu corpo, da sua carne e dos seus ossos. ³¹Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne. ³²Este mistério é grande, mas eu o digo em relação a Cristo e à Igreja. ³³Por isso também cada um de vós ame sua mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o seu marido.
Palavra do Senhor.
¹ Cântico gradual. Bem-aventurados todos os que temem o Senhor e os que andam nos seus caminhos.
² Porque [ó justo] comerás dos trabalhos das tuas mãos; bem-aventurado és, e te irá bem. R.
³ Tua esposa será como uma vide fecunda, no interior da tua casa. Teus filhos, como brotos de oliveiras, estarão ao redor da tua mesa. R.
⁴ Eis como será abençoado o homem que teme o Senhor.
⁵ Abençoe-te o Senhor desde Sião, e vejas os bens de Jerusalém todos os dias da tua vida. R.
¹⁸Dizia também: “A que se assemelha o reino de Deus, e com o que eu o compararei? ¹⁹É semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e semeou na sua horta, depois cresceu e tornou-se uma grande planta, e as aves do céu repousaram nos seus ramos”. ²⁰E disse outra vez: “A que direi que o reino de Deus é semelhante? ²¹É semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou em três medidas de farinha, até que ficasse tudo levedado”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Gonçalo nasceu em Lagos, no Algarve, em Portugal, por volta do ano de 1370. Ainda jovem, aos 20 anos, ingressou na Ordem de Santo Agostinho, tomando o hábito no Convento da Graça, onde, mais tarde, se tornou presbítero dos Eremitas de Santo Agostinho.
São Gonçalo dedicou-se a uma vida de jejuns, penitências e intenso estudo. Virtuoso e zeloso na vivência da Regra Religiosa, destacou-se especialmente na pregação e no ensino dos preceitos cristãos às crianças e aos mais humildes. Governou importantes conventos da província portuguesa, como os de Lisboa e Santarém, sempre com grande zelo pela vida religiosa.
Era dotado de diversos talentos: calígrafo, miniaturista e compositor de canções sacras, mas, com espírito humilde, não recusava trabalhos simples, como cozinheiro ou porteiro. Apesar de sua capacidade intelectual, recusou ensinar teologia, preferindo o serviço direto aos irmãos e aos necessitados.
Destacou-se por sua atuação social, aliviando o sofrimento dos pobres e transmitindo a fé aos mais simples. Embora não haja relatos de milagres específicos em vida, sua fama de santidade cresceu por causa de sua dedicação pedagógica e caritativa, que o tornou muito querido pelo povo, sendo considerado um intercessor eficaz após sua morte.
São Gonçalo faleceu no Mosteiro de Torres Vedras, em 15 de outubro de 1422, após exortar seus irmãos à perseverança na vida virtuosa e na observância religiosa.
É considerado padroeiro de Torres Vedras e foi beatificado em 1798 pelo Papa Pio VI.
São Gonçalo de Lagos, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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