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Dezembro de 2026
¹³Porque eu sou o Senhor teu Deus, que te tomo pela mão, e te digo: “Não temas, eu sou o que te ajudo”. ¹⁴Não temas, ó vermezinho de Jacó, nem vós, os que sois mortos de Israel; eu sou o teu auxílio, diz o Senhor, o teu Redentor e o Santo de Israel. ¹⁵Eu farei com que sejas um carro novo de debulhar trigo, armado de dentes de ferro que cortam à maneira da serra. Tu calcarás e quebrarás os montes, e reduzirás a pó os outeiros. ¹⁶Tu os joeirarás, e os levará o vento e a tempestade os espalhará; e tu exultarás no Senhor, alegrar-te-ás no Santo de Israel. ¹⁷Os necessitados e os pobres buscam água, e não a há; a sua língua secou-se de sede. Eu, o Senhor, os atenderei; eu, o Deus de Israel, não os desampararei. ¹⁸Farei brotar rios no mais alto das colinas e fontes no meio dos campos; transformarei o deserto em tanques e a terra sem caminhos em arroios de água. ¹⁹Farei nascer na solidão o cedro, o espinheiro, a murta e a oliveira; porei no deserto juntamente a faia, o olmeiro e o buxo; ²⁰para que todos vejam, saibam, considerem e compreendam que a mão do Senhor é que fez esta maravilha e que o Santo de Israel é o seu autor.
Palavra do Senhor.
¹¹Em verdade vos digo que entre os nascidos das mulheres não veio ao Mundo outro maior que João Batista; porém, o que é menor no reino dos céus é maior do que ele. ¹²E, desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus adquire-se à força, e os violentos arrebatam-no. ¹³Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João. ¹⁴E, se vós o quereis compreender, ele mesmo é o Elias que há de vir. ¹⁵O que tem ouvidos para ouvir, ouça.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Nascido em 1567, em Lichfield, na Inglaterra, Edmundo Gennings cresceu em uma família protestante e foi educado no anglicanismo. Tudo mudou aos 16 anos, quando passou a servir a família Sherwood.
O testemunho silencioso de fé do dono da casa tocou profundamente o jovem Edmundo, levando-o à conversão ao catolicismo, o que precisou manter em segredo para proteger aqueles com quem vivia. Quando Sherwood decidiu tornar-se padre, Edmundo sentiu-se chamado a seguir o mesmo caminho.
Juntos, Edmundo e Sherwood partiram para Reims, onde Edmundo passou sete anos de estudo até ser ordenado sacerdote aos 22 anos. Seu ministério foi exercido na clandestinidade em meio à violenta perseguição anticatólica. Chegou a ser capturado por huguenotes na França, mas foi libertado.
De volta à Inglaterra, atuou pastoralmente sem ser descoberto, até que, ao tentar reencontrar o irmão em Londres, acabou sendo preso durante uma Missa celebrada na casa do também mártir São Suituno Wells. Mesmo diante da morte iminente, Edmundo recusou-se a negar sua fé. No cadafalso, ainda consciente após o enforcamento ser interrompido, entregou-se com firmeza e oração: “São Gregório, reze por mim.”
Santos Edmundo Gennings e Suituno Wels, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
A devoção à Nossa Senhora de Loreto celebra um dos mistérios mais extraordinários da tradição cristã: o transporte miraculoso da Santa Casa de Nazaré — o lar onde a Virgem Maria recebeu o Anúncio do Arcanjo Gabriel e onde Jesus Cristo viveu sua infância.
Pesquisas e estudos confirmam sua autenticidade, com a primeira aprovação eclesiástica oficial ocorrida em 1310, quando o Papa Clemente V emitiu uma bula papal reconhecendo sua origem milagrosa. Análises modernas revelam particularidades impressionantes: as técnicas de construção das paredes seguem fielmente os métodos dos nabateus, povo que habitava a região da Galileia no século I — período em que a Sagrada Família viveu em Nazaré.
As inscrições gravadas nas pedras apresentam símbolos característicos da cultura judaico-cristã primitiva, compatíveis com o período apostólico. A estrutura incompleta tem explicação teológica: as três paredes de alvenaria encaixavam originalmente na gruta rochosa de Nazaré (hoje venerada na Basílica da Anunciação). Essa abertura simboliza que a salvação está disponível a todos — a casa da Sagrada Família permanece aberta ao mundo e a todas as pessoas.
A Santa Casa sobreviveu a um incêndio em 1921 que destruiu parte do santuário, mas milagrosamente suas paredes permaneceram intactas, desafiando o tempo e as leis naturais.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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