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Dezembro de 2026
¹O Espírito do Senhor repousou sobre mim, porque o Senhor me ungiu; ele me enviou para evangelizar os mansos, para curar os contritos de coração e pregar a redenção aos cativos e a liberdade aos encarcerados; ²ᵃpara publicar o ano da reconciliação do ¹⁰Eu me regozijarei sobremaneira no Senhor, e a minha alma exultará no meu Deus; porque ele me revestiu com a roupagem da salvação e me cobriu com o manto da justiça, como o esposo adornado com uma coroa e como a esposa ornada com as suas joias. ¹¹Porque, assim como a terra lança o seu gérmen, e assim como o jardim faz brotar a semente que lhe lançaram, assim o Senhor Deus fará brotar a justiça e o louvor diante de todas as nações.
Palavra do Senhor.
⁴⁶ Então Maria disse: “A minha alma glorifica o Senhor;
⁴⁷ e o meu espírito exulta em Deus, meu Salvador.
⁴⁸ Porque lançou os olhos para a baixeza da sua serva; Portanto, eis que, de hoje em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada. R.
⁴⁹ Porque fez em mim grandes coisas aquele que é poderoso, e cujo nome é santo.
⁵⁰ E cuja misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. R.
⁵³ Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos.
⁵⁴ Tomou cuidado de Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia; R.
¹⁶Estai sempre alegres. ¹⁷Orai sem cessar. ¹⁸Por tudo dai graças [a Deus], porque esta é a vontade de Deus em Jesus Cristo em relação a todos vós. ¹⁹Não extingais o Espírito [Santo]. ²⁰Não desprezeis as profecias. ²¹Examinai tudo; abraçai o que for bom. ²²Guardai-vos de toda aparência do mal. ²³O Deus de paz vos santifique em tudo, a fim de que todo vosso espírito, alma e corpo se conservem sem culpa para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo. ²⁴Fiel é aquele que vos chamou, o qual também cumprirá.
Palavra do Senhor.
⁶Houve um homem enviado por Deus que se chamava João. ⁷Este veio por testemunha para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. ⁸Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz. ¹⁹Eis o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas a perguntar-lhe: “Quem és tu?”. ²⁰Ele confessou e não negou; e confessou: “Eu não sou o Cristo”. ²¹E eles perguntaram-lhe: “Quem és, pois? És tu Elias?”. Ele respondeu: “Não sou”. “És tu o Profeta?”. E respondeu: “Não”. ²²Disseram-lhe então: “Quem és, pois, para que possamos dar resposta aos que nos enviaram? Que dizes de ti mesmo?”. ²³Ele respondeu: “Eu sou a voz do que clama no deserto: endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías”. ²⁴Ora, os que tinham sido enviados eram da seita dos fariseus. ²⁵E interrogaram-no, dizendo: “Como batizas, pois, se não és o Cristo, nem Elias, nem o Profeta?” ²⁶João respondeu-lhes: “Eu batizo em água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. ²⁷Esse é o que há de vir depois de mim, o qual foi antes de mim, e a quem eu não sou digno de desatar a correia dos sapatos”. ²⁸Estas coisas passaram-se em Betânia, na região além do Jordão, onde João estava batizando.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Luzia nasceu no final do século III, em Siracusa, Itália. Proveniente de uma família rica, recebeu uma sólida formação cristã e fez voto de virgindade perpétua. Após a morte do pai, sua mãe desejava que Luzia se casasse com um jovem pagão de família distinta.
Para ganhar tempo e discernir, Santa Luzia propôs à mãe, que estava gravemente enferma, uma romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, pedindo a cura como sinal para rejeitar o casamento.
Ao chegarem, milagrosamente, a mãe foi curada, confirmando a Luzia a vontade de Deus sobre sua virgindade e os sofrimentos que enfrentaria. Santa Luzia vendeu seus bens e os deu aos pobres.
Acusada pelo jovem pretendente, recusou-se a oferecer sacrifício aos deuses falsos, enfrentando a perseguição do prefeito Pascásio. Tentaram levá-la à força, mas não conseguiram. Santa Luzia resistiu firmemente, sendo incapaz de ser arrastada por juntas de bois, e as chamas do fogo não a consumiram. Foi finalmente morta por decapitação em 13 de dezembro de 304.
Diz-se que seus olhos foram arrancados antes da morte. Santa Luzia é invocada como protetora dos olhos, a “janela da alma”, e pelo nome, que significa “Portadora da luz”.
“Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade” - Santa Luzia
Santa Luzia, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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