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Dezembro de 2026
⁶ᵇEu sou o Senhor, e não há outro. ⁷Eu formo a luz e crio as trevas, faço a paz e mando o castigo; eu sou o Senhor que faço todas estas coisas. ⁸Derramai, ó céus, lá dessas alturas o vosso orvalho, e as nuvens façam chover o justo; abra-se a terra, e brote o Salvador, e ao mesmo tempo nasça a justiça. Eu sou o Senhor que o criei. ¹⁸Porque eis o que diz o Senhor, que criou os céus, o mesmo Deus que formou a terra e a fez, que a dispôs e que não a criou em vão, mas que a formou para que fosse habitada: Eu sou o Senhor, e não há outro. ²¹ᵇPorventura não fui eu, o Senhor? Há outro Deus além de mim? Deus justo e salvador não o há fora de mim. ²²Convertei-vos a mim e sereis salvos, vós todos, ó povos da terra, porque eu sou Deus e não há outro. ²³Eu jurei por mim mesmo; da minha boca sairá uma palavra de justiça, e ela não será revogada: ²⁴todo joelho se dobrará diante de mim, e toda língua jurará. ²⁵Dir-se-á: “A minha justiça e a minha força residem no Senhor. A ele virão e serão confundidos todos os que se lhe opõem. ²⁶No Senhor será justificada e louvada toda a descendência de Israel”.
Palavra do Senhor.
⁹ᵃ Eu ouvirei o que o Senhor Deus me disser, porque ele anunciará a paz ao seu povo,
⁹ᵇ aos seus santos e aos que se convertem de coração.
¹⁰ Sim, a sua salvação está perto dos que o temem, e a glória habitará na nossa terra.
¹¹ A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram.
¹² A fidelidade brotou da terra, e a justiça olhou do alto do céu. R.
¹³ Porque o Senhor dará a sua bondade, e a nossa terra produzirá o seu fruto.
¹⁴ A justiça irá adiante dele, e imprimirá os seus passos no caminho. R.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Sl 84(85),9ab-1O.11-12.13-14 (R. cf. Is 45,8)
¹⁹Então João chamou dois dos seus discípulos e enviou-os a Jesus, a dizer-lhe: “és tu o que há de vir, ou devemos esperar outro?”. ²⁰Indo ter com ele, disseram-lhe: “João Batista enviou-nos a ti, para te perguntar: és tu o que há de vir, ou devemos esperar outro?”. ²¹Naquela mesma hora, curou muitos de enfermidades, de chagas e de espíritos malignos, e deu vista a muitos cegos. ²²[Depois] respondendo, disse-lhes: “Ide referir a João o que ouvistes e vistes: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, os pobres são evangelizados; ²³e bem-aventurado aquele que não se escandalizar a meu respeito”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Adelaide nasceu em 931, na Borgonha, filha do rei Rodolfo II. Desde cedo, esteve envolvida nas intrigas políticas da Europa. Aos 16 anos, casou-se com o Lotário II, rei da Itália. O casamento foi marcado por sofrimento e, após três anos, Lotário foi envenenado pelo duque Berengário de Ivreia, que desejava usurpar o trono.
Viúva e ainda jovem, Adelaide foi prisioneira por recusar-se a casar com o filho de Berengário. Após algum tempo encarcerada, conseguiu escapar e fugiu para a Alemanha, onde buscou ajuda do rei Otão I. No Natal de 951, casou-se com ele, tornando-se rainha e, mais tarde, imperatriz do Sacro Império Romano-Germânico.
Adelaide teve papel ativo no governo, especialmente após a morte de Otão I,e mesmo em meio a disputas políticas, manteve-se fiel à caridade cristã, sendo conhecida por seu apoio aos pobres, doentes e monges.
Durante seu exílio na Borgonha, conheceu Santo Odilo de Cluny. Juntos, promoveram importantes reformas e fundações religiosas, como o Mosteiro de São Martinho de Tours, que, embora destruído posteriormente por um incêndio, permaneceu na memória como símbolo do apoio de Adelaide à vida monástica e à renovação da Igreja.
Santa Adelaide faleceu em 16 de dezembro de 999, no Mosteiro de Selz, na Alsácia, onde passou seus últimos anos dedicada à oração e à caridade. É padroeira das viúvas, imperatrizes, governantes e de todos os que sofrem perseguições por sua fé ou posição.
Santa Adelaide, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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