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Dezembro de 2026
¹⁸Filhinhos, é a última hora, e, como ouvistes dizer que o Anticristo vem, também já agora há muitos anticristos; por isso sabemos que é a última hora. ¹⁹Eles saíram de entre nós, mas não eram dos nossos, porque, se tivessem sido dos nossos, ficariam certamente conosco; mas [saíram] para que se conheça que nem todos são dos nossos. ²⁰Vós, porém, recebestes a unção do Santo e sabeis todas as coisas. ²¹Eu não vos escrevi como a ignorantes da verdade, mas como a quem a conhece, e porque da verdade não vem nenhuma mentira.
Palavra do Senhor.
¹ Cântico do mesmo Davi, quando se edificava a casa de Deus depois do cativeiro. Cantai ao Senhor um cântico novo; cantai ao Senhor, ó terra inteira.
² Cantai ao Senhor e bendizei o seu nome; anunciai todos os dias a sua salvação. R.
¹¹ Alegrem-se os céus, e regozije-se a terra, comova-se o mar e o que ele contém.
¹² Alegrar-se-ão os campos e todas as coisas que neles há. Então se regozijarão todas as árvores das selvas R.
¹³ à vista do Senhor, porque vem, porque vem julgar a terra. Julgará toda a terra com equidade, e os povos segundo a sua verdade. R.
¹No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. ²Ele estava no princípio com Deus. ³Todas as coisas foram feitas por ele, e nada do que foi feito, foi feito sem ele. ⁴Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. ⁵E a luz resplandece nas trevas, mas as trevas não a compreenderam. ⁶Houve um homem enviado por Deus que se chamava João. ⁷Este veio por testemunha para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. ⁸Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz. ⁹Era a luz verdadeira, que ilumina todo homem que vem a este mundo. ¹⁰Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. ¹¹Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. ¹²Mas a todos os que o receberam deu poder de se tornarem filhos de Deus, àqueles que creem no seu nome; ¹³os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. ¹⁴E o Verbo se fez carne e habitou entre nós; e nós vimos a sua glória, glória como de Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. ¹⁵João dá testemunho dele e clama, dizendo: “Este era aquele de quem eu disse: O que há de vir depois de mim, é mais do que eu; porque era antes de mim.” ¹⁶E todos nós participamos da sua plenitude, e graça sobre graça; ¹⁷porque a lei foi dada por Moisés, e a graça e a verdade foram trazidas por Jesus Cristo. ¹⁸Ninguém jamais viu Deus; o FilhoUnigênito, que está no seio do Pai, ele mesmo é que o deu a conhecer.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Silvestre I nasceu em Roma no final do século III. Tornou-se papa no ano 314, sucedendo o Papa Melquíades. Seu pontificado foi marcado pela convivência com o imperador Constantino, que acabara de conceder liberdade religiosa à Igreja.
Durante seu longo pontificado (314–335), São Silvestre I guiou a Igreja com moderação e sabedoria, enquanto ela deixava de ser perseguida para se tornar oficialmente tolerada e até apoiada pelo Império Romano. Constantino, embora protetor, frequentemente se intrometia em assuntos eclesiásticos, e São Silvestre soube conduzir essa relação com equilíbrio, evitando confrontos diretos, mas sem se submeter completamente.
Foi sob seu pontificado que ocorreu o Concílio de Niceia, em 325, o primeiro Concílio Ecumênico da Igreja, que condenou a heresia ariana e definiu a doutrina da Santíssima Trindade. Embora não tenha participado pessoalmente, enviou representantes e ratificou as decisões, incluindo o Credo Niceno, até hoje recitado nas missas.
São Silvestre recebeu de Constantino a Doação Constantiniana, incluindo o palácio de Latrão, onde foi erguida a Basílica de São João de Latrão, catedral da diocese de Roma, e, posteriormente, a própria cidade de Roma. Com isso, a Igreja passou a ter sede estável e visibilidade pública, deixando de ser clandestina.
São Silvestre I faleceu no dia 31 de dezembro de 335, e é considerado padroeiro dos bons governantes e da passagem do ano.
São Silvestre I, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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