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Janeiro de 2027
¹⁹Nós, portanto, amemos a Deus, porque Deus nos amou primeiro. ²⁰Se alguém disser: “Eu amo a Deus!”, e odiar o seu irmão, é um mentiroso. Porque aquele que não ama o seu irmão, a quem vê, como pode amar a Deus, a quem não vê? ²¹E nós temos de Deus este mandamento: Quem ama a Deus, ame também o seu irmão. ¹Todo o que crê que Jesus é o Cristo, nasceu de Deus. E todo aquele que ama quem gerou, ama também quem nasceu dele. ²Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, se amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. ³Porque o amor de Deus consiste em guardarmos os seus mandamentos, e os seus mandamentos não são penosos. ⁴Tudo o que nasceu de Deus vence o mundo, e a vitória que vence o mundo é a nossa fé.
Palavra do Senhor.
¹ Salmo sobre Salomão.
² Ó Deus, dá a tua equidade ao rei, e a tua justiça, ao filho do rei; para que ele julgue o teu povo com justiça e os teus pobres com equidade. R.
¹⁴ Resgatará as suas almas das usuras e da iniquidade, e o seu nome será em honra na sua presença.
¹⁵ᵇ o adorarão sempre,
¹⁵ᶜ todo o dia o bendirão. R.
¹⁷ Seja o seu nome bendito pelos séculos; o seu nome existe antes do sol. Serão benditas nele todas as tribos da terra; todas as nações o glorificarão. R.
¹⁴Jesus voltou sob o impulso do Espírito para a Galileia, e a sua fama divulgou-se por todo o país. ¹⁵Ensinava nas sinagogas deles e era aclamado por todos. ¹⁶Foi a Nazaré, onde se tinha criado, e entrou na sinagoga, segundo o seu costume, em dia de sábado, e levantou-se para fazer a leitura. ¹⁷Foi-lhe dado o livro do profeta Isaías. Quando desenrolou o livro, encontrou a passagem onde estava escrito: ¹⁸“O Espírito do Senhor repousou sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres, me enviou a sarar os contritos de coração, ¹⁹a anunciar aos cativos a redençãoe aos cegos a recuperação da vista, a pôr em liberdade os oprimidos, a pregar o ano favorável do Senhor, e o dia da retribuição”. ²⁰Então, enrolou o livro, deu-o ao ministro e sentou-se. Estavam fixos nele os olhos de todos na sinagoga. ²¹E começou a dizer-lhes: “Hoje cumpriu-se esta escritura que acabais de ouvir”. ²²ᵃE todos lhe davam testemunho e admiravam-se da graça das palavras que saíam da sua boca.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Raimundo nasceu em 1175, no castelo de Peñafort, próximo a Barcelona, na Espanha. De família nobre, ligada à realeza de Aragão, destacou-se desde cedo pelos estudos. Estudou e lecionou na renomada Universidade de Bolonha, na Itália, onde se especializou em Direito Canônico, tornando-se um mestre respeitado em sua época.
Atendendo ao pedido do bispo de Barcelona, aceitou ser cônego da catedral, mas logo percebeu um chamado mais profundo à vida religiosa. Ingressou então na Ordem dos Pregadores (Dominicanos), onde continuou a servir com sabedoria e obediência em diversos cargos. Apesar das altas funções e da constante procura por parte de reis, papas e fundadores de ordens, como São Pedro Nolasco, Raimundo preferia a simplicidade da vida conventual, sendo sempre reconhecido por sua prudência e santidade.
Com humildade e zelo apostólico, dedicou-se à formação de missionários e confessores, escrevendo obras de grande valor prático e doutrinário — especialmente a Summa de Casibus Poenitentiae, que se tornou referência nos confessionários durante séculos.
Um dos milagres mais conhecidos atribuídos a ele ocorreu quando, após ser abandonado por um navio nas Ilhas Baleares, atravessou o mar até Barcelona sobre seu manto, para corrigir o rei Jaime I, que vivia em pecado público.
São Raimundo faleceu em 1275, aos cem anos de idade, em Barcelona. Foi canonizado em 1601 pelo Papa Clemente VIII e é hoje padroeiro dos advogados canônicos e dos confessores.
São Raimundo de Peñafort, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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