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Janeiro de 2027
⁵Porque não foi aos anjos que Deus submeteu o mundo futuro, de que falamos. ⁶Ora, alguém deu testemunho em certo lugar, dizendo: Que é o homem, para te lembrares dele? Ou que é o filho do homem, para o visitares? ⁷Tu o fizeste pouco inferior aos anjos, de glória e de honra o coroaste, e lhe deste o mando sobre as obras das tuas mãos. ⁸Sujeitaste todas as coisas sob os seus pés. Ora, sujeitando-lhe todas as coisas, nada deixou que lhe não ficasse sujeito. E, contudo, nós agora não vemos ainda que lhe esteja tudo sujeito. ⁹Mas aquele Jesus, que por um pouco foi feito inferior aos anjos, nós o vemos, pela paixão da morte, coroado de glória e de honra, para que, pela graça de Deus, sofresse a morte por todos. ¹⁰Convinha que aquele, para quem e por quem são todas as coisas, o qual tinha levado muitos filhos à glória, aperfeiçoasse pelos sofrimentos o autor da salvação deles. ¹¹Porque o que santifica e os que são santificados vêm todos de um só. Por esta causa não se envergonha de lhes chamar irmãos, dizendo: ¹²Anunciarei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da assembleia.
Palavra do Senhor.
²ᵃ Senhor, nosso dominador soberano, quão admirável é o teu nome em toda a terra!
⁵ [exclamo]: “Que é o homem, para te lembrares dele? Ou que é o filho do homem, para o visitares? R.
⁶ Tu o fizeste pouco inferior aos anjos, de glória e de honra o coroaste
⁷ e lhe deste o mando sobre as obras das tuas mãos. R.
⁸ Sujeitaste todas as coisas debaixo de seus pés, todas as ovelhas e bois, e, além destes, os outros animais do campo,
⁹ as aves do céu, e os peixes do mar, que percorrem as veredas do oceano”. R.
²¹Depois foram a Cafarnaum, e [Jesus], tendo entrado no sábado na sinagoga, ensinava. ²²E admiravam-se da sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas. ²³Na sinagoga estava um homem possesso de um espírito imundo, o qual exclamou, ²⁴dizendo: “Que tens tu que ver conosco, ó Jesus Nazareno? Vieste para nos perder? Sei quem és: o Santo de Deus”. ²⁵Mas Jesus o ameaçou, dizendo: “Cala-te, e sai desse homem!”. ²⁶Então, o espírito imundo, agitando-o violentamente e dando um grande grito, saiu dele. ²⁷Ficaram todos tão admirados, que se interrogavam uns aos outros, dizendo: “Que é isto? Que nova doutrina é esta? Ele manda com autoridade até aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem”. ²⁸Logo divulgou-se a sua fama por toda a terra da Galileia.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Bernardo nasceu em 1605, na cidade de Corleone, na Sicília, Itália, com o nome de Felipe. Durante a juventude, viveu afastado de Deus e da vida da Igreja. Dominado pelo orgulho, buscava afirmar-se pela força e acabou entrando para a vida militar, não com o desejo de servir, mas de dominar. Sua agressividade o levou a inúmeros conflitos, até que, em um desses embates, feriu mortalmente um companheiro em um duelo, o que marcou um ponto de virada em sua vida.
Embora tenha fugido da justiça civil e recorrido ao direito de asilo, seu maior cárcere era a culpa e o pecado. Sua consciência inquieta o levou a abrir-se à graça de Deus, experimentando o poder da misericórdia divina, que o tocou profundamente e deu início a um verdadeiro processo de conversão.
Movido pelo arrependimento e por um novo desejo de viver em Deus, Felipe procurou os Franciscanos Capuchinhos. Tornou-se irmão religioso, mudou seu nome para Bernardo e abraçou com fervor a vida comunitária, vivendo com rigor os votos de pobreza, castidade e obediência. Aquele que antes era conhecido pela arrogância tornou-se um exemplo de paz e penitência, combatendo o pecado com oração, jejum e serviço.
Sua santidade se manifestou não apenas em sua vida interior, mas também no serviço generoso ao próximo. Atendia os enfermos, ajudava os mais pobres e vivia intensamente os pequenos gestos do cotidiano com grande amor. Para ele, a verdadeira santidade passava pela caridade concreta.
São Bernardo de Corleone faleceu em 1667, deixando um testemunho claro: ninguém está perdido quando se abre à misericórdia de Deus.
São Bernardo de Corleone, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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