Liturgia diária

Liturgia Diária 10/04/26

Acompanhe a liturgia do dia 10 de abril de 2026, com texto e comentários patrísticos da Bíblia da Minha Biblioteca Católica.

Liturgia Diária 10/04/26
Liturgia diária

Liturgia Diária 10/04/26

Acompanhe a liturgia do dia 10 de abril de 2026, com texto e comentários patrísticos da Bíblia da Minha Biblioteca Católica.

Data da Publicação: 09/04/2026
Tempo de leitura:
Autor: Redação Minha Biblioteca Católica
Data da Publicação: 09/04/2026
Tempo de leitura:
Autor: Redação Minha Biblioteca Católica

Liturgia do dia 10 de abril de 2026
Oitava da Páscoa

Oração da manhã

Ó Jesus, pelo Imaculado Coração de Maria, eu vos ofereço minhas orações, obras e sofrimentos deste dia por todas as intenções do vosso Sagrado Coração, em união com o Santo Sacrifício da Missa realizado no mundo inteiro, em reparação pelos meus pecados, pelas intenções de todos os nossos associados e em particular pelo apostolado da oração. 1

Primeira leitura

At 4,1-12

¹Enquanto eles falavam ao povo, sobrevieram os sacerdotes, o magistrado do templo e os saduceus, ²descontentes de que eles ensinassem o povo e anunciassem, na pessoa de Jesus, a ressurreição dos mortos. ³Então lançaram mão deles e meteram-nos na prisão até o dia seguinte, porque já era tarde. ⁴Porém muitos daqueles que tinham ouvido a palavra [de Pedro] creram, e o número de homens elevou-se a cerca de cinco mil. ⁵E aconteceu que, no dia seguinte, se reuniram em Jerusalém os seus chefes, os anciãos, os escribas, ⁶e Anás, príncipe dos sacerdotes, e Caifás, João, Alexandre e todos os que eram da linhagem sacerdotal. ⁷Mandando-os vir à sua presença, interrogavam-nos: “Com que poder ou em nome de quem fizestes vós isto?”. ⁸Então Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: “Príncipes do povo e anciãos, ouvi-me: ⁹já que hoje somos interrogados sobre um benefício feito a um homem enfermo e de que modo este homem foi curado, ¹⁰seja notório a todos vós, e a todo o povo de Israel, que é em nome de nosso Senhor Jesus Cristo Nazareno, que vós crucificastes, e a quem Deus ressuscitou dos mortos, é neste nome que este está são diante de vós. ¹¹Ele é a pedra que foi rejeitada por vós construtores, a qual foi posta por pedra angular, ¹²e não há salvação em nenhum outro. Porque, sob o céu, nenhum outro nome foi dado aos homens pelo qual nós devamos ser salvos”.

Salmo

Sl 117(118),1-2 e 4.22-24.25-27a (R. 22)

R. A pedra rejeitada pelos construtores foi posta por pedra angular.

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

¹ Aleluia. Louvai o Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia é eterna. ² Diga agora Israel que o Senhor é bom e que a sua misericórdia é eterna. Digam agora os que temem o Senhor que a sua misericórdia é eterna. R.

²² A pedra rejeitada pelos construtores foi posta por pedra angular. ²³ Foi o Senhor que fez isto, e é coisa admirável aos nossos olhos. ²⁴ Este é o dia que fez o Senhor; exultemos e alegremo-nos nele. R.²

Ó Senhor, salva-me; ó Senhor, faze que tenha prosperidade. ²⁶ Bendito o que vem em nome do Senhor. Nós vos bendizemos a vós que sois da casa do Senhor. ²⁷ᵃ O Senhor é Deus, e brilha sobre nós a sua luz. R.

Evangelho

Jo 21,1-14

¹Depois disto, tornou Jesus a mostrar-se aos seus discípulos junto do mar de Tiberíades. E mostrou-se deste modo: ²Estavam juntos Simão Pedro e Tomé, chamado Dídimo, e Natanael, que era de Caná da Galileia, e os filhos de Zebedeu, e outros dois dos seus discípulos. ³Disse-lhes Simão Pedro: “Vou pescar”. Responderam-lhe: “Também nós vamos contigo”. Partiram e entraram numa barca; e naquela noite nada apanharam. ⁴E, chegada a manhã, Jesus apresentou-se na praia. Os discípulos, todavia, não perceberam que era Jesus. ⁵Disse-lhes então: “Moços, tendes alguma coisa para comer?”. Responderam-lhe: “Nada”. ⁶Disse-lhes Jesus: “Lançai a rede para o lado direito da barca, e encontrareis”. Lançaram, pois, e já não a podiam tirar, por causa da grande quantidade de peixes. ⁷Então aquele discípulo, a quem Jesus amava, disse a Pedro: “É o Senhor!”. Simão Pedro, ao ouvir dizer que era o Senhor, cingiu-se com a túnica (porque estava despido) e lançou-se ao mar. ⁸E os outros discípulos foram com a barca (porque não estavam distantes da praia senão duzentos côvados), tirando a rede cheia de peixes. ⁹Logo que saltaram em terra, viram umas brasas preparadas, e um peixe em cima delas, e pão. ¹⁰Disse-lhes Jesus: “Trazei os peixes que acabastes de apanhar”. ¹¹Subiu Simão Pedro [à barca] e tirou a rede para a terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes. Mesmo sendo tantos, não se rompeu a rede. ¹²Disse-lhes Jesus: “Vinde, comei”. E nenhum dos discípulos ousava perguntar-lhe: “Quem és tu?”, sabendo que era o Senhor. ¹³Aproximou-se, pois, Jesus e tomou o pão e deu-lhe, e igualmente o peixe. ¹⁴Foi a terceira vez que Jesus se manifestou aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.

Comentários patrísticos

21,1–11. Agostinho: Em sentido místico, a pesca dos peixes prefigura o mistério da Igreja como ela haverá de ser ao fim dos tempos na ressurreição dos mortos. E para melhor ilustrar a prefiguração desse mistério, o Evangelista interpolou entre o último capítulo e este a aparente conclusão do livro, para que servisse de proêmio à narrativa que se seguiria. Que estivessem em sete os discípulos naquela pescaria significa, pelo número sete, o fim dos tempos, porque o mundo todo gira em sete dias.

21,1. Agostinho: A praia é o fim do mar, e por isso simboliza o fim do século. Tal como o Senhor revelou nesta ocasião como haveria de ser a Igreja no fim do século, assim em outra pescaria retratou a Igreja como é agora.

21,11. Agostinho: Na outra pescaria o número de peixes não é indicado, como para cumprir aquilo que foi predito por meio do profeta: “Eu quis anunciá-los e falar deles, mas a sua multidão é inumerável” (Sl 39,6). Aqui, porém, o número é precisado, e isto pede uma explicação. O número que significa a lei é o dez por causa do Decálogo. Quando à lei se ajunta a graça, isto é, quando à letra se ajunta o Espírito, de certa forma o sete é somado ao dez, pois o sete representa o Espírito Santo, a quem compete propriamente a santificação. Ora, na lei a santificação soou pela primeira vez no sétimo dia. O profeta Isaías também o exalta por sua obra ou dom septiforme. Quando, portanto, o Espírito Santo se junta à dezena da lei pelo número sete, resultam dezessete, número este que, somado a todos os números anteriores, do um até si mesmo, chega a cento e cinquenta e três.

Santos do dia

  • Santa Madalena de Canossa
  • São Bademo (ou Vadim)
  • São Macário de Gand
  • São Fulberto de Chartres
  • São Miguel dos Santos
  • Santo Ezequiel

  1. Adaptado a partir da obra “Seleta de Orações”, publicado pela Editora Biblioteca Católica.[]

Redação Minha Biblioteca Católica

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Liturgia do dia 10 de abril de 2026
Oitava da Páscoa

Oração da manhã

Ó Jesus, pelo Imaculado Coração de Maria, eu vos ofereço minhas orações, obras e sofrimentos deste dia por todas as intenções do vosso Sagrado Coração, em união com o Santo Sacrifício da Missa realizado no mundo inteiro, em reparação pelos meus pecados, pelas intenções de todos os nossos associados e em particular pelo apostolado da oração. 1

Primeira leitura

At 4,1-12

¹Enquanto eles falavam ao povo, sobrevieram os sacerdotes, o magistrado do templo e os saduceus, ²descontentes de que eles ensinassem o povo e anunciassem, na pessoa de Jesus, a ressurreição dos mortos. ³Então lançaram mão deles e meteram-nos na prisão até o dia seguinte, porque já era tarde. ⁴Porém muitos daqueles que tinham ouvido a palavra [de Pedro] creram, e o número de homens elevou-se a cerca de cinco mil. ⁵E aconteceu que, no dia seguinte, se reuniram em Jerusalém os seus chefes, os anciãos, os escribas, ⁶e Anás, príncipe dos sacerdotes, e Caifás, João, Alexandre e todos os que eram da linhagem sacerdotal. ⁷Mandando-os vir à sua presença, interrogavam-nos: “Com que poder ou em nome de quem fizestes vós isto?”. ⁸Então Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: “Príncipes do povo e anciãos, ouvi-me: ⁹já que hoje somos interrogados sobre um benefício feito a um homem enfermo e de que modo este homem foi curado, ¹⁰seja notório a todos vós, e a todo o povo de Israel, que é em nome de nosso Senhor Jesus Cristo Nazareno, que vós crucificastes, e a quem Deus ressuscitou dos mortos, é neste nome que este está são diante de vós. ¹¹Ele é a pedra que foi rejeitada por vós construtores, a qual foi posta por pedra angular, ¹²e não há salvação em nenhum outro. Porque, sob o céu, nenhum outro nome foi dado aos homens pelo qual nós devamos ser salvos”.

Salmo

Sl 117(118),1-2 e 4.22-24.25-27a (R. 22)

R. A pedra rejeitada pelos construtores foi posta por pedra angular.

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

¹ Aleluia. Louvai o Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia é eterna. ² Diga agora Israel que o Senhor é bom e que a sua misericórdia é eterna. Digam agora os que temem o Senhor que a sua misericórdia é eterna. R.

²² A pedra rejeitada pelos construtores foi posta por pedra angular. ²³ Foi o Senhor que fez isto, e é coisa admirável aos nossos olhos. ²⁴ Este é o dia que fez o Senhor; exultemos e alegremo-nos nele. R.²

Ó Senhor, salva-me; ó Senhor, faze que tenha prosperidade. ²⁶ Bendito o que vem em nome do Senhor. Nós vos bendizemos a vós que sois da casa do Senhor. ²⁷ᵃ O Senhor é Deus, e brilha sobre nós a sua luz. R.

Evangelho

Jo 21,1-14

¹Depois disto, tornou Jesus a mostrar-se aos seus discípulos junto do mar de Tiberíades. E mostrou-se deste modo: ²Estavam juntos Simão Pedro e Tomé, chamado Dídimo, e Natanael, que era de Caná da Galileia, e os filhos de Zebedeu, e outros dois dos seus discípulos. ³Disse-lhes Simão Pedro: “Vou pescar”. Responderam-lhe: “Também nós vamos contigo”. Partiram e entraram numa barca; e naquela noite nada apanharam. ⁴E, chegada a manhã, Jesus apresentou-se na praia. Os discípulos, todavia, não perceberam que era Jesus. ⁵Disse-lhes então: “Moços, tendes alguma coisa para comer?”. Responderam-lhe: “Nada”. ⁶Disse-lhes Jesus: “Lançai a rede para o lado direito da barca, e encontrareis”. Lançaram, pois, e já não a podiam tirar, por causa da grande quantidade de peixes. ⁷Então aquele discípulo, a quem Jesus amava, disse a Pedro: “É o Senhor!”. Simão Pedro, ao ouvir dizer que era o Senhor, cingiu-se com a túnica (porque estava despido) e lançou-se ao mar. ⁸E os outros discípulos foram com a barca (porque não estavam distantes da praia senão duzentos côvados), tirando a rede cheia de peixes. ⁹Logo que saltaram em terra, viram umas brasas preparadas, e um peixe em cima delas, e pão. ¹⁰Disse-lhes Jesus: “Trazei os peixes que acabastes de apanhar”. ¹¹Subiu Simão Pedro [à barca] e tirou a rede para a terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes. Mesmo sendo tantos, não se rompeu a rede. ¹²Disse-lhes Jesus: “Vinde, comei”. E nenhum dos discípulos ousava perguntar-lhe: “Quem és tu?”, sabendo que era o Senhor. ¹³Aproximou-se, pois, Jesus e tomou o pão e deu-lhe, e igualmente o peixe. ¹⁴Foi a terceira vez que Jesus se manifestou aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.

Comentários patrísticos

21,1–11. Agostinho: Em sentido místico, a pesca dos peixes prefigura o mistério da Igreja como ela haverá de ser ao fim dos tempos na ressurreição dos mortos. E para melhor ilustrar a prefiguração desse mistério, o Evangelista interpolou entre o último capítulo e este a aparente conclusão do livro, para que servisse de proêmio à narrativa que se seguiria. Que estivessem em sete os discípulos naquela pescaria significa, pelo número sete, o fim dos tempos, porque o mundo todo gira em sete dias.

21,1. Agostinho: A praia é o fim do mar, e por isso simboliza o fim do século. Tal como o Senhor revelou nesta ocasião como haveria de ser a Igreja no fim do século, assim em outra pescaria retratou a Igreja como é agora.

21,11. Agostinho: Na outra pescaria o número de peixes não é indicado, como para cumprir aquilo que foi predito por meio do profeta: “Eu quis anunciá-los e falar deles, mas a sua multidão é inumerável” (Sl 39,6). Aqui, porém, o número é precisado, e isto pede uma explicação. O número que significa a lei é o dez por causa do Decálogo. Quando à lei se ajunta a graça, isto é, quando à letra se ajunta o Espírito, de certa forma o sete é somado ao dez, pois o sete representa o Espírito Santo, a quem compete propriamente a santificação. Ora, na lei a santificação soou pela primeira vez no sétimo dia. O profeta Isaías também o exalta por sua obra ou dom septiforme. Quando, portanto, o Espírito Santo se junta à dezena da lei pelo número sete, resultam dezessete, número este que, somado a todos os números anteriores, do um até si mesmo, chega a cento e cinquenta e três.

Santos do dia

  • Santa Madalena de Canossa
  • São Bademo (ou Vadim)
  • São Macário de Gand
  • São Fulberto de Chartres
  • São Miguel dos Santos
  • Santo Ezequiel

  1. Adaptado a partir da obra “Seleta de Orações”, publicado pela Editora Biblioteca Católica.[]

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