Acompanhe a liturgia do dia 04 de junho de 2026, com texto e comentários patrísticos da Bíblia da Minha Biblioteca Católica.
Acompanhe a liturgia do dia 04 de junho de 2026, com texto e comentários patrísticos da Bíblia da Minha Biblioteca Católica.
Liturgia do dia 04 de junho de 2026
Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, Solenidade, Ano A
Ó Jesus, pelo Imaculado Coração de Maria, eu vos ofereço minhas orações, obras e sofrimentos deste dia por todas as intenções do vosso Sagrado Coração, em união com o Santo Sacrifício da Missa realizado no mundo inteiro, em reparação pelos meus pecados, pelas intenções de todos os nossos associados e em particular pelo apostolado da oração. 1
Dt 8,2-3.14b-16a
²Recordar-te-ás de todo o caminho por onde o Senhor teu Deus te conduziu pelo deserto durante quarenta anos para te castigar e te provar, e para que tornasse manifesto o que estava dentro do teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos. ³Afligiu-te com a fome e deu-te por sustento o maná, que desconhecíeis tu e teus pais, para te mostrar que o homem não vive só do pão mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. ¹⁴ᵇTe lembres do Senhor teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão, ¹⁵e que foi o teu guia no grande e terrível deserto, onde havia serpentes de sopro ardente, escorpiões e dípsades, e uma falta completa de água; que fez sair arroios da pedra duríssima ¹⁶ᵃe que te alimentou no deserto com o maná, o qual teus pais não conheceram.
Sl 147(147B),12-13.14-15.19-20 (R. 12)
R. Louva, ó Jerusalém, o Senhor; louva, ó Sião, o teu Deus.
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia
¹² Louva, ó Jerusalém, o Senhor; louva, ó Sião, o teu Deus. ¹³ Porque reforçou os ferrolhos das tuas portas, abençoou os teus filhos dentro de ti. R.
¹⁴ Foi ele que estabeleceu a paz nas tuas fronteiras, e da flor da farinha te sacia. ¹⁵ É ele que envia as suas ordens à terra, e a sua palavra corre velozmente. R.
¹⁹ É ele que anuncia a sua palavra a Jacó, as suas justiças e os seus preceitos a Israel. ²⁰ Não fez assim a todas as outras nações, e não lhes manifestou os seus preceitos. Aleluia. R.
1Cor 10,16-17
¹⁶Porventura o cálice de bênção, que nós benzemos, não é a comunhão do sangue de Cristo? E o pão, que partimos, não é a participação do corpo do Senhor? ¹⁷Visto que há um só pão, nós, embora muitos, formamos um só corpo, pois que participamos todos de um mesmo pão.
Jo 6,51-59
⁵¹Eu sou o pão vivo, que desci do céu. ⁵²Quem comer deste pão viverá eternamente, e o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo”. ⁵³Disputavam, pois, entre si os judeus, dizendo: “Como pode este dar-nos a comer a sua carne?”. ⁵⁴E Jesus disse-lhes: “Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. ⁵⁵O que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. ⁵⁶Porque a minha carne é verdadeiramente comida, e o meu sangue é verdadeiramente bebida. ⁵⁷O que come a minha carne e bebe o meu sangue fica em mim e eu nele. ⁵⁸Assim como me enviou o Pai que vive, e eu vivo pelo Pai, assim o que me comer a mim, este mesmo também viverá por mim. ⁵⁹Este é o pão que desceu do céu. Não como [o dos] vossos pais, que comeram o maná e, não obstante, morreram. O que come deste pão viverá eternamente”.
6,52. Agostinho: Mas nós, que comemos do pão que desceu do Céu, não morremos? Assim como aqueles morreram, nós também morreremos, no que diz respeito à morte deste corpo visível e carnal. E quanto à morte espiritual, de que morreram os pais destes, Moisés e muitos outros que agradaram a Deus comeram o maná e não morreram, porque entenderam espiritualmente aquela comida visível, saborearam-na espiritualmente e foram saciados espiritualmente. Nós hoje também recebemos um alimento visível, mas uma coisa é o sacramento, outra é a virtude do sacramento.
Agostinho: Pela redenção do universo, entregando-se à crueldade dos judeus e morrendo sobre a Cruz. Estas palavras demonstram claramente que o Sacramento da Eucaristia conteria verdadeiramente a sua própria carne, e que havia de ser crucificado pela salvação dos homens.
6,57. Agostinho: Embora os homens desejem comida e bebida para não sentir fome nem sede, isso não pode ser produzido realmente senão por esta comida e esta bebida, que torna imortais e incorruptíveis aqueles que a recebem, isto é, a sociedade dos santos, onde haverá a paz e a unidade plena e perfeita. Por isso, Nosso Senhor escolheu como tipos do seu Corpo e do seu Sangue coisas que reduzem o múltiplo a algo uno, pois o pão é formado a partir de muitos grãos, e o vinho a partir de muitos cachos.

O maior clube de livros católicos do Brasil.
Liturgia do dia 04 de junho de 2026
Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, Solenidade, Ano A
Ó Jesus, pelo Imaculado Coração de Maria, eu vos ofereço minhas orações, obras e sofrimentos deste dia por todas as intenções do vosso Sagrado Coração, em união com o Santo Sacrifício da Missa realizado no mundo inteiro, em reparação pelos meus pecados, pelas intenções de todos os nossos associados e em particular pelo apostolado da oração. 1
Dt 8,2-3.14b-16a
²Recordar-te-ás de todo o caminho por onde o Senhor teu Deus te conduziu pelo deserto durante quarenta anos para te castigar e te provar, e para que tornasse manifesto o que estava dentro do teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos. ³Afligiu-te com a fome e deu-te por sustento o maná, que desconhecíeis tu e teus pais, para te mostrar que o homem não vive só do pão mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. ¹⁴ᵇTe lembres do Senhor teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão, ¹⁵e que foi o teu guia no grande e terrível deserto, onde havia serpentes de sopro ardente, escorpiões e dípsades, e uma falta completa de água; que fez sair arroios da pedra duríssima ¹⁶ᵃe que te alimentou no deserto com o maná, o qual teus pais não conheceram.
Sl 147(147B),12-13.14-15.19-20 (R. 12)
R. Louva, ó Jerusalém, o Senhor; louva, ó Sião, o teu Deus.
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia
¹² Louva, ó Jerusalém, o Senhor; louva, ó Sião, o teu Deus. ¹³ Porque reforçou os ferrolhos das tuas portas, abençoou os teus filhos dentro de ti. R.
¹⁴ Foi ele que estabeleceu a paz nas tuas fronteiras, e da flor da farinha te sacia. ¹⁵ É ele que envia as suas ordens à terra, e a sua palavra corre velozmente. R.
¹⁹ É ele que anuncia a sua palavra a Jacó, as suas justiças e os seus preceitos a Israel. ²⁰ Não fez assim a todas as outras nações, e não lhes manifestou os seus preceitos. Aleluia. R.
1Cor 10,16-17
¹⁶Porventura o cálice de bênção, que nós benzemos, não é a comunhão do sangue de Cristo? E o pão, que partimos, não é a participação do corpo do Senhor? ¹⁷Visto que há um só pão, nós, embora muitos, formamos um só corpo, pois que participamos todos de um mesmo pão.
Jo 6,51-59
⁵¹Eu sou o pão vivo, que desci do céu. ⁵²Quem comer deste pão viverá eternamente, e o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo”. ⁵³Disputavam, pois, entre si os judeus, dizendo: “Como pode este dar-nos a comer a sua carne?”. ⁵⁴E Jesus disse-lhes: “Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. ⁵⁵O que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. ⁵⁶Porque a minha carne é verdadeiramente comida, e o meu sangue é verdadeiramente bebida. ⁵⁷O que come a minha carne e bebe o meu sangue fica em mim e eu nele. ⁵⁸Assim como me enviou o Pai que vive, e eu vivo pelo Pai, assim o que me comer a mim, este mesmo também viverá por mim. ⁵⁹Este é o pão que desceu do céu. Não como [o dos] vossos pais, que comeram o maná e, não obstante, morreram. O que come deste pão viverá eternamente”.
6,52. Agostinho: Mas nós, que comemos do pão que desceu do Céu, não morremos? Assim como aqueles morreram, nós também morreremos, no que diz respeito à morte deste corpo visível e carnal. E quanto à morte espiritual, de que morreram os pais destes, Moisés e muitos outros que agradaram a Deus comeram o maná e não morreram, porque entenderam espiritualmente aquela comida visível, saborearam-na espiritualmente e foram saciados espiritualmente. Nós hoje também recebemos um alimento visível, mas uma coisa é o sacramento, outra é a virtude do sacramento.
Agostinho: Pela redenção do universo, entregando-se à crueldade dos judeus e morrendo sobre a Cruz. Estas palavras demonstram claramente que o Sacramento da Eucaristia conteria verdadeiramente a sua própria carne, e que havia de ser crucificado pela salvação dos homens.
6,57. Agostinho: Embora os homens desejem comida e bebida para não sentir fome nem sede, isso não pode ser produzido realmente senão por esta comida e esta bebida, que torna imortais e incorruptíveis aqueles que a recebem, isto é, a sociedade dos santos, onde haverá a paz e a unidade plena e perfeita. Por isso, Nosso Senhor escolheu como tipos do seu Corpo e do seu Sangue coisas que reduzem o múltiplo a algo uno, pois o pão é formado a partir de muitos grãos, e o vinho a partir de muitos cachos.
