Liturgia diária

Liturgia Diária 22/06/26

Acompanhe a liturgia do dia 22 de junho de 2026, com texto e comentários patrísticos da Bíblia da Minha Biblioteca Católica.

Liturgia Diária 22/06/26
Liturgia diária

Liturgia Diária 22/06/26

Acompanhe a liturgia do dia 22 de junho de 2026, com texto e comentários patrísticos da Bíblia da Minha Biblioteca Católica.

Data da Publicação: 21/06/2026
Tempo de leitura:
Autor: Redação Minha Biblioteca Católica
Data da Publicação: 21/06/2026
Tempo de leitura:
Autor: Redação Minha Biblioteca Católica

Liturgia do dia 22 de junho de 2026
12º Semana do Tempo Comum, Ano A

Oração da manhã

Ó Jesus, pelo Imaculado Coração de Maria, eu vos ofereço minhas orações, obras e sofrimentos deste dia por todas as intenções do vosso Sagrado Coração, em união com o Santo Sacrifício da Missa realizado no mundo inteiro, em reparação pelos meus pecados, pelas intenções de todos os nossos associados e em particular pelo apostolado da oração. 1

Primeira leitura

2Rs 17,5-8.13-15a.18

⁵Mais tarde Salmanasar percorreu todo o país e, chegando a Samaria, sitiou-a durante três anos. ⁶E no ano nono de Oseias, o rei dos assírios tomou Samaria, e transportou os Israelitas para a Assíria, e pô-los em Haia, e em Abor, cidades dos Medos, perto do rio Gozan. ⁷Sucedeu, pois, que, tendo os filhos de Israel pecado contra o Senhor seu Deus, que os tinha tirado da terra do Egito, do poder de Faraó, rei do Egito, adoraram deuses estranhos. ⁸E caminharam segundo os costumes das gentes que o Senhor tinha exterminado diante dos filhos de Israel, e [segundo os costumes] dos reis de Israel que tinham feito o mesmo. ¹³O Senhor tinha protestado em Israel e em Judá por meio de todos os seus profetas e videntes, dizendo: “Voltai dos vossos caminhos corrompidos e guardai os meus preceitos e cerimônias, conforme todas as leis que eu prescrevi a vossos pais, e do mesmo modo que eu vo-lo tenho declarado pelos profetas, meus servos”. ¹⁴Eles não o quiseram ouvir, mas endureceram a sua cerviz, como a cerviz de seus pais, que não quiseram obedecer ao Senhor seu Deus. ¹⁵ᵃRejeitaram as suas leis, o pacto que tinha feito com seus pais e os testemunhos que lhes havia prescrito. ¹⁸O Senhor indignou-se sobremaneira contra Israel, rejeitou-os de diante da sua face, e não ficou senão somente a tribo de Judá.

Salmo

Sl 59(60),3.4-5.11-12a.12b-13 (R. 7b)

R. Ouve-me, pede o auxílio de Deus que o desamparou.

³ Ó Deus, desamparaste-nos e destruíste-nos; tu te iraste, porém tiveste piedade de nós. R.

Fizeste estremecer a terra e a perturbaste; sara as suas chagas, porque está abalada. Mostraste ao teu povo coisas duras; deste-nos a beber o vinho da amargura. R.

¹¹ Quem me conduzirá à cidade fortificada? Quem me conduzirá até à Idumeia? ¹²ᵃ Quem, senão tu, ó Deus, que nos desamparaste? R.

¹²ᵇ Não virás tu, ó Deus, à frente dos nossos exércitos? ¹³ Dá-nos socorro na tribulação, porque é vã a salvação do homem. R.

Evangelho

Mt 7,1-5

¹“Não julgueis, e não sereis julgados. ²Pois, segundo o juízo com que julgardes, sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também a vós. ³E por que vês tu o cisco no olho de teu irmão, e não reparas a trave no teu olho? ⁴Ou como podes dizer a teu irmão: ‘Deixa-me tirar um cisco do teu olho’, tendo no teu uma trave? ⁵Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás, para tirar o cisco do olho de teu irmão.

Comentários patrísticos

7,1. Crisóstomo: Não manda simplesmente que não se julguem todos os pecados, mas faz esta proibição àqueles que estão cheios de males e julgam os demais por coisas mínimas. Assim como Paulo não proíbe julgar simplesmente os que pecam, mas repreende os discípulos que se permitem julgar seus mestres, ensinando-lhes que não devemos julgar os que são superiores a nós.

7,2. Agostinho: Julgo que aqui não se diz outra coisa senão que devemos interpretar no melhor sentido aquelas coisas que não sabemos com qual intenção foram feitas. Deus nos permite julgar aquelas coisas que não podem ser feitas com boa intenção, como as blasfêmias, os estupros e outras coisas semelhantes. Mas, sobre os atos duvidosos, que podem ser realizados com boa ou má intenção, é temerário fazer juízo, sobretudo para condenar. Há duas situações em que devemos evitar o juízo temerário: quando não temos certeza da intenção com que algo foi feito, ou quando não sabemos no que resultará aquilo que agora parece bom ou mau. Não repreendamos aquelas coisas cuja intenção desconhecemos, nem repreendamos de tal modo quem pratica publicamente o mal que acabemos por desesperar de sua salvação.

Santos do dia

  • Santos João Fischer e Tomás More
  • São Paulino de Nola
  • São Flávio Clemente
  • Santo Albano

  1. Adaptado a partir da obra “Seleta de Orações”, publicado pela Editora Biblioteca Católica.[]

Redação Minha Biblioteca Católica

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Liturgia do dia 22 de junho de 2026
12º Semana do Tempo Comum, Ano A

Oração da manhã

Ó Jesus, pelo Imaculado Coração de Maria, eu vos ofereço minhas orações, obras e sofrimentos deste dia por todas as intenções do vosso Sagrado Coração, em união com o Santo Sacrifício da Missa realizado no mundo inteiro, em reparação pelos meus pecados, pelas intenções de todos os nossos associados e em particular pelo apostolado da oração. 1

Primeira leitura

2Rs 17,5-8.13-15a.18

⁵Mais tarde Salmanasar percorreu todo o país e, chegando a Samaria, sitiou-a durante três anos. ⁶E no ano nono de Oseias, o rei dos assírios tomou Samaria, e transportou os Israelitas para a Assíria, e pô-los em Haia, e em Abor, cidades dos Medos, perto do rio Gozan. ⁷Sucedeu, pois, que, tendo os filhos de Israel pecado contra o Senhor seu Deus, que os tinha tirado da terra do Egito, do poder de Faraó, rei do Egito, adoraram deuses estranhos. ⁸E caminharam segundo os costumes das gentes que o Senhor tinha exterminado diante dos filhos de Israel, e [segundo os costumes] dos reis de Israel que tinham feito o mesmo. ¹³O Senhor tinha protestado em Israel e em Judá por meio de todos os seus profetas e videntes, dizendo: “Voltai dos vossos caminhos corrompidos e guardai os meus preceitos e cerimônias, conforme todas as leis que eu prescrevi a vossos pais, e do mesmo modo que eu vo-lo tenho declarado pelos profetas, meus servos”. ¹⁴Eles não o quiseram ouvir, mas endureceram a sua cerviz, como a cerviz de seus pais, que não quiseram obedecer ao Senhor seu Deus. ¹⁵ᵃRejeitaram as suas leis, o pacto que tinha feito com seus pais e os testemunhos que lhes havia prescrito. ¹⁸O Senhor indignou-se sobremaneira contra Israel, rejeitou-os de diante da sua face, e não ficou senão somente a tribo de Judá.

Salmo

Sl 59(60),3.4-5.11-12a.12b-13 (R. 7b)

R. Ouve-me, pede o auxílio de Deus que o desamparou.

³ Ó Deus, desamparaste-nos e destruíste-nos; tu te iraste, porém tiveste piedade de nós. R.

Fizeste estremecer a terra e a perturbaste; sara as suas chagas, porque está abalada. Mostraste ao teu povo coisas duras; deste-nos a beber o vinho da amargura. R.

¹¹ Quem me conduzirá à cidade fortificada? Quem me conduzirá até à Idumeia? ¹²ᵃ Quem, senão tu, ó Deus, que nos desamparaste? R.

¹²ᵇ Não virás tu, ó Deus, à frente dos nossos exércitos? ¹³ Dá-nos socorro na tribulação, porque é vã a salvação do homem. R.

Evangelho

Mt 7,1-5

¹“Não julgueis, e não sereis julgados. ²Pois, segundo o juízo com que julgardes, sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também a vós. ³E por que vês tu o cisco no olho de teu irmão, e não reparas a trave no teu olho? ⁴Ou como podes dizer a teu irmão: ‘Deixa-me tirar um cisco do teu olho’, tendo no teu uma trave? ⁵Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás, para tirar o cisco do olho de teu irmão.

Comentários patrísticos

7,1. Crisóstomo: Não manda simplesmente que não se julguem todos os pecados, mas faz esta proibição àqueles que estão cheios de males e julgam os demais por coisas mínimas. Assim como Paulo não proíbe julgar simplesmente os que pecam, mas repreende os discípulos que se permitem julgar seus mestres, ensinando-lhes que não devemos julgar os que são superiores a nós.

7,2. Agostinho: Julgo que aqui não se diz outra coisa senão que devemos interpretar no melhor sentido aquelas coisas que não sabemos com qual intenção foram feitas. Deus nos permite julgar aquelas coisas que não podem ser feitas com boa intenção, como as blasfêmias, os estupros e outras coisas semelhantes. Mas, sobre os atos duvidosos, que podem ser realizados com boa ou má intenção, é temerário fazer juízo, sobretudo para condenar. Há duas situações em que devemos evitar o juízo temerário: quando não temos certeza da intenção com que algo foi feito, ou quando não sabemos no que resultará aquilo que agora parece bom ou mau. Não repreendamos aquelas coisas cuja intenção desconhecemos, nem repreendamos de tal modo quem pratica publicamente o mal que acabemos por desesperar de sua salvação.

Santos do dia

  • Santos João Fischer e Tomás More
  • São Paulino de Nola
  • São Flávio Clemente
  • Santo Albano

  1. Adaptado a partir da obra “Seleta de Orações”, publicado pela Editora Biblioteca Católica.[]

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