Acompanhe a liturgia do dia 16 de julho de 2026, com texto e comentários patrísticos da Bíblia da Minha Biblioteca Católica.
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Liturgia do dia 16 de julho de 2026
Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, Festa, Ano A
Ó Jesus, pelo Imaculado Coração de Maria, eu vos ofereço minhas orações, obras e sofrimentos deste dia por todas as intenções do vosso Sagrado Coração, em união com o Santo Sacrifício da Missa realizado no mundo inteiro, em reparação pelos meus pecados, pelas intenções de todos os nossos associados e em particular pelo apostolado da oração. 1
Zc 2,10-13
¹⁰Filha de Sião, entoa cânticos de louvor e alegra-te, porque eis que vou eu mesmo e habitarei no meio de ti, diz o Senhor. ¹¹E naquele dia se aproximarão muitas nações do Senhor, e serão o meu povo, e eu habitarei no meio de ti, e tu saberás que o Senhor dos Exércitos é que me enviou a ti. ¹²E o Senhor possuirá Judá, como sua porção na terra santa, e escolherá outra vez Jerusalém. ¹³Toda a carne esteja em silêncio diante da face do Senhor, porque ele se levantou da sua santa habitação.
Lc 1,46-47.48-49.50-51.52-53.54-55 (R. 49)
R. Porque fez em mim grandes coisas aquele que é poderoso, e cujo nome é santo.
⁴⁶ Então Maria disse: “A minha alma glorifica o Senhor; ⁴⁷ e o meu espírito exulta em Deus, meu Salvador. R.
⁴⁸ Porque lançou os olhos para a baixeza da sua serva; Portanto, eis que, de hoje em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada. ⁴⁹ Porque fez em mim grandes coisas aquele que é poderoso, e cujo nome é santo. R.
⁵⁰ E cuja misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. ⁵¹ Manifestou o poder do seu braço; dissipou aqueles que se orgulhavam nos pensamentos do seu coração. R.
⁵² Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes. ⁵³ Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos. R.
⁵⁴ Tomou cuidado de Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia; ⁵⁵ Conforme tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua posteridade para sempre.” R.
Mt 12,46-50
⁴⁶Estando ele ainda a falar ao povo, eis que sua Mãe e seus irmãos se achavam do lado de fora, desejando lhe falar. ⁴⁷Alguém disse-lhe: “Tua Mãe e teus irmãos estão ali fora, à tua procura”. ⁴⁸Ele, porém, respondendo ao que lhe falava, disse-lhe: “Quem é minha mãe, e quem são os meus irmãos?”. ⁴⁹E, estendendo a mão para seus discípulos, prosseguiu: “Eis minha mãe e meus irmãos. ⁵⁰Porque todo aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, e irmã, e mãe”.
12,48. Hilário: Não se deve julgar por estas palavras que Ele tenha desdenhado sua mãe, visto que, desde o alto da cruz, deu-lhe provas de solicitude e amor filial (cf. Jo 19,25–27).
Jerônimo: Portanto, Ele não negou sua mãe, como pretendem Marcião e Maniqueu, para que se pensasse que nascera de um fantasma, mas preferiu os apóstolos aos parentes, assim como nós, na obtenção do amor, devemos preferir o espírito à carne; nem refuta a deferência de piedade para com a mãe Aquele cujo preceito é: “Honra teu pai e tua mãe” (Ex 20,12), mas mostra que deve mais aos mistérios ou à vontade de seu Pai que à da mãe; de onde segue: “E, estendendo a mão para seus discípulos, prosseguiu: ‘Eis minha mãe e meus irmãos’” etc.
Ambrósio: Isto não foi desprezar sua mãe; foi mostrar quanto ele estava desapegado da carne e sangue, e quanto nós o devemos estar no exercício do ministério apostólico, que é totalmente espiritual.
12,49–50. Jerônimo: Digamo-lo de outra maneira. O Salvador fala às turbas, ou seja, ensina às nações os mistérios profundos; sua mãe e seus parentes, isto é, a sinagoga e o povo dos judeus, estão na parte de fora.
Gregório: Sua mãe está fora, como se não a conhecesse, pois a sinagoga não é reconhecida por Aquele que a fundou; atendo-se à observância da Lei, perdeu a inteligência espiritual e ficou na porta guardando a letra.

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Liturgia do dia 16 de julho de 2026
Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, Festa, Ano A
Ó Jesus, pelo Imaculado Coração de Maria, eu vos ofereço minhas orações, obras e sofrimentos deste dia por todas as intenções do vosso Sagrado Coração, em união com o Santo Sacrifício da Missa realizado no mundo inteiro, em reparação pelos meus pecados, pelas intenções de todos os nossos associados e em particular pelo apostolado da oração. 1
Zc 2,10-13
¹⁰Filha de Sião, entoa cânticos de louvor e alegra-te, porque eis que vou eu mesmo e habitarei no meio de ti, diz o Senhor. ¹¹E naquele dia se aproximarão muitas nações do Senhor, e serão o meu povo, e eu habitarei no meio de ti, e tu saberás que o Senhor dos Exércitos é que me enviou a ti. ¹²E o Senhor possuirá Judá, como sua porção na terra santa, e escolherá outra vez Jerusalém. ¹³Toda a carne esteja em silêncio diante da face do Senhor, porque ele se levantou da sua santa habitação.
Lc 1,46-47.48-49.50-51.52-53.54-55 (R. 49)
R. Porque fez em mim grandes coisas aquele que é poderoso, e cujo nome é santo.
⁴⁶ Então Maria disse: “A minha alma glorifica o Senhor; ⁴⁷ e o meu espírito exulta em Deus, meu Salvador. R.
⁴⁸ Porque lançou os olhos para a baixeza da sua serva; Portanto, eis que, de hoje em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada. ⁴⁹ Porque fez em mim grandes coisas aquele que é poderoso, e cujo nome é santo. R.
⁵⁰ E cuja misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. ⁵¹ Manifestou o poder do seu braço; dissipou aqueles que se orgulhavam nos pensamentos do seu coração. R.
⁵² Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes. ⁵³ Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos. R.
⁵⁴ Tomou cuidado de Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia; ⁵⁵ Conforme tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua posteridade para sempre.” R.
Mt 12,46-50
⁴⁶Estando ele ainda a falar ao povo, eis que sua Mãe e seus irmãos se achavam do lado de fora, desejando lhe falar. ⁴⁷Alguém disse-lhe: “Tua Mãe e teus irmãos estão ali fora, à tua procura”. ⁴⁸Ele, porém, respondendo ao que lhe falava, disse-lhe: “Quem é minha mãe, e quem são os meus irmãos?”. ⁴⁹E, estendendo a mão para seus discípulos, prosseguiu: “Eis minha mãe e meus irmãos. ⁵⁰Porque todo aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, e irmã, e mãe”.
12,48. Hilário: Não se deve julgar por estas palavras que Ele tenha desdenhado sua mãe, visto que, desde o alto da cruz, deu-lhe provas de solicitude e amor filial (cf. Jo 19,25–27).
Jerônimo: Portanto, Ele não negou sua mãe, como pretendem Marcião e Maniqueu, para que se pensasse que nascera de um fantasma, mas preferiu os apóstolos aos parentes, assim como nós, na obtenção do amor, devemos preferir o espírito à carne; nem refuta a deferência de piedade para com a mãe Aquele cujo preceito é: “Honra teu pai e tua mãe” (Ex 20,12), mas mostra que deve mais aos mistérios ou à vontade de seu Pai que à da mãe; de onde segue: “E, estendendo a mão para seus discípulos, prosseguiu: ‘Eis minha mãe e meus irmãos’” etc.
Ambrósio: Isto não foi desprezar sua mãe; foi mostrar quanto ele estava desapegado da carne e sangue, e quanto nós o devemos estar no exercício do ministério apostólico, que é totalmente espiritual.
12,49–50. Jerônimo: Digamo-lo de outra maneira. O Salvador fala às turbas, ou seja, ensina às nações os mistérios profundos; sua mãe e seus parentes, isto é, a sinagoga e o povo dos judeus, estão na parte de fora.
Gregório: Sua mãe está fora, como se não a conhecesse, pois a sinagoga não é reconhecida por Aquele que a fundou; atendo-se à observância da Lei, perdeu a inteligência espiritual e ficou na porta guardando a letra.
