Acompanhe a liturgia do dia 30 de agosto de 2025, com texto e comentários patrísticos da Bíblia da Minha Biblioteca Católica.
Acompanhe a liturgia do dia 30 de agosto de 2025, com texto e comentários patrísticos da Bíblia da Minha Biblioteca Católica.
21ª Semana do Tempo Comum, Ano Ímpar (I)
“Inspirai, Senhor, as nossas ações e ajudai-nos a realizá-las, para que em Vós comece e termine tudo aquilo que fizermos. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.” (Devocionário a São José, página 33.)
Os dons recebidos não podem ser enterrados, mas colocados a serviço do Reino. A vida cristã é missão que não se esconde.
“A justiça divina não mede benefícios por esforço, mas por graça; e nela somos todos iguais.” (A Doutrina Cristã p. 138)
I Tessalonicenses 4,9-11
9 E, pelo que diz respeito à caridade fraterna, não temos necessidade de vos escrever, porque vós mesmos aprendestes de Deus que vos deveis amar uns aos outros.
10 E, de fato, vós assim o praticais com todos os irmãos em toda a Macedônia. Mas nós vos exortamos, irmãos, a avançar cada vez mais.
11 Procurai viver em repouso, ocupar-vos dos vossos negócios e trabalhar com as vossas mãos, como vos ordenamos,
Sl 97(98),1.7-8.9 (R. 9)
R. O Senhor julgará toda a terra com justiça.
1 Cantai ao Senhor Deus um canto novo,
porque ele fez prodígios!
Sua mão e o seu braço forte e santo
alcançaram-lhe a vitória. R.
7 Aplauda o mar com todo o ser que nele vive,
o mundo inteiro e toda a gente!
8 As montanhas e os rios batam palmas
e exultem de alegria. R.
9 Na presença do Senhor, pois ele vem,
vem julgar a terra inteira.
Julgará o universo com justiça
e as nações com equidade. R.
Mateus 25,14-30
14 Pois será também como um homem que, partindo em viagem, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens.
15 A um deu cinco talentos, a outro dois e a outro um, a cada um conforme a sua capacidade; e partiu logo em viagem.
16 O que tinha recebido cinco talentos saiu imediatamente a negociá-los e ganhou outros cinco.
17 Do mesmo modo, o que tinha recebido dois ganhou outros dois.
18 Mas o que tinha recebido um só, foi cavar na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19 Muito tempo depois, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.
20 Aproximando-se o que tinha recebido cinco talentos, apresentou-lhe outros cinco, dizendo: “Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei”.
21 Disse-lhe o senhor: “Muito bem, servo bom e fiel! Já que foste fiel no pouco, confiar-te-ei muito. Vem alegrar-te com teu senhor.”
22 Aproximou-se também o que tinha recebido dois talentos, e disse: “Senhor, entregaste-me dois talentos; eis aqui outros dois que ganhei”.
23 Disse-lhe o senhor: “Muito bem, servo bom e fiel! Já que foste fiel no pouco, confiar-te-ei muito. Vem alegrar-te com teu senhor.”
24 Aproximou-se também o que tinha recebido um talento, e disse: “Senhor, eu sabia que és um homem severo, que colhes onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste.
25 E, amedrontado, fui esconder na terra o teu talento. Eis aqui o que é teu.”
26 Respondeu-lhe o senhor: “Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu colho onde não semeei e ajunto onde não espalhei?
27 Devias, portanto, ter entregue o meu dinheiro aos banqueiros; e, vindo eu, teria recebido o que é meu com juros.
28 Tirai-lhe, pois, o talento, e dai-o ao que tem dez talentos.
29 Porque a todo o que tem se dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
30 Quanto a esse servo inútil, lançai-o fora, nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes.”
São Fiacre (c. 600–670)
30 de agosto
São Fiacre nasceu de família nobre na Irlanda e foi educado sob os cuidados de um bispo de eminente santidade, que teria sido, segundo alguns, Conan, o bispo de Soder ou das Ilhas Ocidentais (Hébridas Exteriores). Considerando todas as vantagens do mundo como simples escória, S. Fiacre deixou sua terra e amigos na flor da idade e, junto com alguns piedosos companheiros, navegou até a França, em busca de um retiro no qual pudesse se dedicar a Deus, escondido do resto do mundo. A Divina Providência o conduziu até S. Faro, que era bispo de Meaux e eminente em santidade. Quando S. Fiacre se dirigiu a ele, o prelado, encantado com os sinais de virtude e extraordinário talento que descobriu nesse estrangeiro, deu-lhe um abrigo solitário em uma floresta chamada Breuil, que era seu patrimônio, a duas léguas de Meaux. Neste lugar, o santo anacoreta limpou o solo das árvores e sarças, fez para si uma cela com um pequeno jardim e construiu um oratório em honra à Santíssima Virgem, no qual passava grande parte de seus dias e noites em devota oração. Cultivava o jardim e trabalhava com as próprias mãos para sua subsistência. Levava uma vida extremamente austera, e apenas alguma necessidade ou chamado de caridade podia interromper seus exercícios de oração e contemplação celestial. Muitos recorriam a ele em busca de conselho, e os pobres, em busca de alívio. Porém, seguindo uma inviolável regra entre os monges irlandeses, jamais permitiu que qualquer mulher adentrasse os limites de seu eremitério. São Kilian, um irlandês de sangue nobre, ao retornar de Roma, visitou S. Fiacre, que era seu parente, e ao passar algum tempo sob sua disciplina, foi orientado, com a autorização dos bispos, a pregar naquela diocese e nas circunvizinhas. Realizou tal missão com admiráveis frutos de santidade. S. Fiacre faleceu por volta do ano 670, a 30 de agosto. (Butler, Alban. Vida dos Santos, 2021, p. 381.)
Outros santos do dia: Santo Adauto, Santo Agilo de Rebais, São Fantino da Calábria e Santa Gaudência e companheiras.
O maior clube de leitores católicos do Brasil.
21ª Semana do Tempo Comum, Ano Ímpar (I)
“Inspirai, Senhor, as nossas ações e ajudai-nos a realizá-las, para que em Vós comece e termine tudo aquilo que fizermos. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.” (Devocionário a São José, página 33.)
Os dons recebidos não podem ser enterrados, mas colocados a serviço do Reino. A vida cristã é missão que não se esconde.
“A justiça divina não mede benefícios por esforço, mas por graça; e nela somos todos iguais.” (A Doutrina Cristã p. 138)
I Tessalonicenses 4,9-11
9 E, pelo que diz respeito à caridade fraterna, não temos necessidade de vos escrever, porque vós mesmos aprendestes de Deus que vos deveis amar uns aos outros.
10 E, de fato, vós assim o praticais com todos os irmãos em toda a Macedônia. Mas nós vos exortamos, irmãos, a avançar cada vez mais.
11 Procurai viver em repouso, ocupar-vos dos vossos negócios e trabalhar com as vossas mãos, como vos ordenamos,
Sl 97(98),1.7-8.9 (R. 9)
R. O Senhor julgará toda a terra com justiça.
1 Cantai ao Senhor Deus um canto novo,
porque ele fez prodígios!
Sua mão e o seu braço forte e santo
alcançaram-lhe a vitória. R.
7 Aplauda o mar com todo o ser que nele vive,
o mundo inteiro e toda a gente!
8 As montanhas e os rios batam palmas
e exultem de alegria. R.
9 Na presença do Senhor, pois ele vem,
vem julgar a terra inteira.
Julgará o universo com justiça
e as nações com equidade. R.
Mateus 25,14-30
14 Pois será também como um homem que, partindo em viagem, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens.
15 A um deu cinco talentos, a outro dois e a outro um, a cada um conforme a sua capacidade; e partiu logo em viagem.
16 O que tinha recebido cinco talentos saiu imediatamente a negociá-los e ganhou outros cinco.
17 Do mesmo modo, o que tinha recebido dois ganhou outros dois.
18 Mas o que tinha recebido um só, foi cavar na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19 Muito tempo depois, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.
20 Aproximando-se o que tinha recebido cinco talentos, apresentou-lhe outros cinco, dizendo: “Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei”.
21 Disse-lhe o senhor: “Muito bem, servo bom e fiel! Já que foste fiel no pouco, confiar-te-ei muito. Vem alegrar-te com teu senhor.”
22 Aproximou-se também o que tinha recebido dois talentos, e disse: “Senhor, entregaste-me dois talentos; eis aqui outros dois que ganhei”.
23 Disse-lhe o senhor: “Muito bem, servo bom e fiel! Já que foste fiel no pouco, confiar-te-ei muito. Vem alegrar-te com teu senhor.”
24 Aproximou-se também o que tinha recebido um talento, e disse: “Senhor, eu sabia que és um homem severo, que colhes onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste.
25 E, amedrontado, fui esconder na terra o teu talento. Eis aqui o que é teu.”
26 Respondeu-lhe o senhor: “Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu colho onde não semeei e ajunto onde não espalhei?
27 Devias, portanto, ter entregue o meu dinheiro aos banqueiros; e, vindo eu, teria recebido o que é meu com juros.
28 Tirai-lhe, pois, o talento, e dai-o ao que tem dez talentos.
29 Porque a todo o que tem se dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
30 Quanto a esse servo inútil, lançai-o fora, nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes.”
São Fiacre (c. 600–670)
30 de agosto
São Fiacre nasceu de família nobre na Irlanda e foi educado sob os cuidados de um bispo de eminente santidade, que teria sido, segundo alguns, Conan, o bispo de Soder ou das Ilhas Ocidentais (Hébridas Exteriores). Considerando todas as vantagens do mundo como simples escória, S. Fiacre deixou sua terra e amigos na flor da idade e, junto com alguns piedosos companheiros, navegou até a França, em busca de um retiro no qual pudesse se dedicar a Deus, escondido do resto do mundo. A Divina Providência o conduziu até S. Faro, que era bispo de Meaux e eminente em santidade. Quando S. Fiacre se dirigiu a ele, o prelado, encantado com os sinais de virtude e extraordinário talento que descobriu nesse estrangeiro, deu-lhe um abrigo solitário em uma floresta chamada Breuil, que era seu patrimônio, a duas léguas de Meaux. Neste lugar, o santo anacoreta limpou o solo das árvores e sarças, fez para si uma cela com um pequeno jardim e construiu um oratório em honra à Santíssima Virgem, no qual passava grande parte de seus dias e noites em devota oração. Cultivava o jardim e trabalhava com as próprias mãos para sua subsistência. Levava uma vida extremamente austera, e apenas alguma necessidade ou chamado de caridade podia interromper seus exercícios de oração e contemplação celestial. Muitos recorriam a ele em busca de conselho, e os pobres, em busca de alívio. Porém, seguindo uma inviolável regra entre os monges irlandeses, jamais permitiu que qualquer mulher adentrasse os limites de seu eremitério. São Kilian, um irlandês de sangue nobre, ao retornar de Roma, visitou S. Fiacre, que era seu parente, e ao passar algum tempo sob sua disciplina, foi orientado, com a autorização dos bispos, a pregar naquela diocese e nas circunvizinhas. Realizou tal missão com admiráveis frutos de santidade. S. Fiacre faleceu por volta do ano 670, a 30 de agosto. (Butler, Alban. Vida dos Santos, 2021, p. 381.)
Outros santos do dia: Santo Adauto, Santo Agilo de Rebais, São Fantino da Calábria e Santa Gaudência e companheiras.