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Março de 2026
⁴O Senhor deu-me uma língua erudita, para eu saber sustentar com a palavra o que está cansado; ele me chama pela manhã, pela manhã chama aos meus ouvidos, para que eu o ouça como a um mestre. ⁵O Senhor Deus abriu-me o ouvido, e eu não o contradigo; não me retirei para trás. ⁶Entreguei o meu corpo aos que me feriam e a minha face aos que me arrancavam a barba; não desviei a minha face dos que me injuriavam e cuspiam. ⁷O Senhor Deus é o meu protetor, por isso não fui confundido; por isso ofereci a minha face como uma pedra duríssima, e sei que não ficarei envergonhado. ⁸Ao pé de mim está quem me justifica; quem me contradirá? Apresentemo-nos juntos, quem é o meu adversário? Aproxime-se de mim. ⁹ᵃO Senhor Deus é o meu protetor; quem há que me condene?
Palavra do Senhor.
⁸ Pois por tua causa sofri afronta, foi coberto de confusão o meu rosto.
⁹ Tornei-me um estranho para meus irmãos, e um desconhecido para os filhos de minha mãe,
¹⁰ porque o zelo da tua casa devorou-me, e os opróbrios dos que te insultavam recaíram sobre mim. R.
²¹ᵇ O meu coração espera impropérios e misérias.
²¹ᶜ Esperei que alguém se condoesse de mim, e não houve ninguém;
²¹ᵈ esperei que alguém me consolasse, e não achei.
²² E deram-me fel por comida, e em minha sede apresentaram-me vinagre. R.
³¹ Glorificarei o nome de Deus com cânticos e engrandecê-lo-ei com louvores;
³³ Vejam os pobres, e alegrem-se. Buscai a Deus, e viverá a vossa alma;
³⁴ porque o Senhor ouviu os pobres, e não desprezou os seus prisioneiros. R.
¹⁴Então um dos doze, que se chamava Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes ¹⁵e disse-lhes: “O que quereis me dar, para que eu o entregue a vós?”. E eles lhe determinaram trinta moedas de prata. ¹⁶E, desde então, buscava oportunidade para o entregar. Jesus manda preparar a última ceia ¹⁷No primeiro dia dos ázimos, aproximaram-se de Jesus os discípulos, dizendo: “Onde queres que te preparemos para comer a Páscoa?”. ¹⁸Jesus disse: “Ide à cidade, à casa de um certo homem, e dizei-lhe: ‘O Mestre diz: O meu tempo está próximo, quero celebrar a Páscoa em tua casa com meus discípulos’”. ¹⁹Os discípulos fizeram como Jesus lhes tinha ordenado, e prepararam a Páscoa. ²⁰E, chegada a tarde, pôs-se Jesus à mesa com os seus doze discípulos. ²¹Enquanto comiam, disse-lhes: “Em verdade vos digo que um de vós me há de entregar. ²²E eles, muito tristes, começaram cada um a dizer: “Porventura sou eu, Senhor?” ²³E ele respondeu: “O que mete comigo a mão no prato, este me entregará. ²⁴O Filho do homem vai certamente, como está escrito dele, mas ai daquele homem por quem será entregue o Filho do homem! Melhor fora a tal homem que não tivesse nascido”. ²⁵E Judas, que o traiu, disse em resposta: “Sou eu porventura, Mestre?”. Respondeu-lhe Jesus: “Tu o disseste”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Ludovico Pavoni nasceu em 11 de setembro de 1784, na cidade de Bréscia, na Itália. Foi o primogênito de cinco irmãos, crescendo em um tempo marcado por guerras, revoluções e mudanças sociais. No meio de tanta instabilidade, sentiu-se chamado a construir algo que gerasse esperança.
Ordenado sacerdote em 1807, optou por deixar de lado qualquer ambição para se dedicar inteiramente aos jovens mais pobres e vulneráveis. Em 1812, abriu seu primeiro oratório, onde reunia crianças e adolescentes para a catequese, a oração e também atividades recreativas e formativas.
Percebendo que muitos jovens, mesmo após a catequese, se perdiam por falta de oportunidades, padre Ludovico fundou o Instituto de São Barnabé, oferecendo não só formação espiritual, mas também profissional, especialmente para órfãos e filhos de famílias desestruturadas.
Dentro do instituto, criou oficinas de diversas profissões, onde os jovens eram formados tanto nas artes quanto na fé. A mais famosa delas foi a Escola Tipográfica, considerada a primeira escola gráfica da Itália e que se tornou também uma editora.
O carisma de São Ludovico era claro: fazer com que aqueles meninos, que haviam perdido tudo, encontrassem no Instituto de São Barnabé não apenas pão, roupa e educação, mas também o amor de um pai, o calor de uma família e, acima de tudo, a certeza de serem filhos amados de Deus.
Sempre atento às necessidades de seu tempo, fundou também uma escola agrícola e, em 1841, abriu espaço em sua obra para acolher jovens surdos, promovendo sua inclusão.
Para garantir que sua obra não terminasse com ele, fundou a Congregação dos Filhos de Maria Imaculada, os Pavonianos, composta por sacerdotes e irmãos leigos que, juntos, partilham da mesma missão: evangelizar, educar e promover os mais necessitados.
São Ludovico Pavoni faleceu na madrugada de 1º de abril de 1849. Foi beatificado pelo Papa Pio XII e canonizado em 2016, pelo Papa Francisco.
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“Os doces vínculos da caridade e da ternura unem cada vez mais os nossos corações ao de Jesus e de Maria” - São Ludovico Pavoni
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São Ludovico Pavoni, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica