Baixe o aplicativo gratuitamente
Abril de 2026
³⁴ᵃEntão Pedro, abrindo a boca, disse: ³⁷”Vós sabeis o que aconteceu por toda a Judeia, começando pela Galileia, depois do batismo que João pregou. ³⁸Como Deus ungiu com o Espírito Santo e com a virtude a Jesus de Nazaré, o qual andou de lugar em lugar fazendo bem e sarando todos os oprimidos pelo demônio, porque Deus era com ele. ³⁹E nós somos testemunhas de tudo o que ele fez no país dos judeus e em Jerusalém. Mas eles o mataram, suspendendo-o num madeiro. ⁴⁰Deus, porém, ressuscitou-o ao terceiro dia, e fez que se manifestasse, ⁴¹não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus tinha escolhido antes, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressuscitou dos mortos. ⁴²E mandou-nos pregar ao povo e dar testemunho de que ele é aquele que Deus constituiu juiz dos vivos e dos mortos. ⁴³Dele dão testemunho todos os profetas, de que todos os que creem nele recebem, por meio do seu nome, a remissão dos pecados”.
Palavra do Senhor.
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia
¹ Aleluia. Louvai o Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia é eterna.
² Diga agora Israel que o Senhor é bom e que a sua misericórdia é eterna. R.
¹⁶ A destra do Senhor mostrou o seu poder; a destra do Senhor exaltou-me; a destra do Senhor mostrou o seu poder.
¹⁷ Não morrerei, mas viverei, e publicarei as obras do Senhor. R.
²² A pedra rejeitada pelos construtores foi posta por pedra angular.
²³ Foi o Senhor que fez isto, e é coisa admirável aos nossos olhos. R.
¹Portanto, se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. ²Afeiçoai-vos às coisas do alto, não às que estão sobre a terra. ³Porque estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. ⁴Quando aparecer Cristo, que é a vossa vida, então também vós aparecereis com ele na glória.
Palavra do Senhor.
Ou:
⁶ᵇNão sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa? ⁷Purificai-vos do velho fermento, para que sejais uma nova massa, assim como sois ázimos. Porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. ⁸Celebremos, pois, a festa, não com fermento velho, nem com fermento da malícia e da perversidade, mas com os ázimos da pureza e da verdade.
Palavra do Senhor.
¹No primeiro dia da semana, foi Maria Madalena ao sepulcro, de manhã, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro. ²Então correu e foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: “Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!”. ³Partiu então Pedro e o outro discípulo, e foram ao sepulcro. ⁴Corriam ambos juntos, mas aquele outro discípulo correu mais do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro. ⁵E, tendo-se inclinado, viu os lençóis postos no chão, mas não entrou. ⁶Chegou depois Simão Pedro, que o seguia, entrou no sepulcro e viu os lençóis postos no chão ⁷e o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus, o qual não estava com os lençóis, mas dobrado num lugar à parte. ⁸Então entrou também aquele discípulo que tinha chegado primeiro ao sepulcro; e viu, e creu ⁹(porque ainda não entendiam a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos).
Palavra da Salvação.
Ou:
¹³E eis que, no mesmo dia, caminhavam dois deles para uma aldeia, chamada Emaús, que ficava à distância de Jerusalém sessenta estádios. ¹⁴Iam falando um com o outro sobre tudo o que se tinha passado. ¹⁵E sucedeu que, quando eles iam conversando e discorrendo entre si, aproximou-se deles o próprio Jesus, e caminhava com eles. ¹⁶Os olhos de ambos, porém, estavam como que fechados, de modo que não o reconheceram. ¹⁷Perguntou-lhes, então: “De que estais falando pelo caminho, e por que estais tristes?”. ¹⁸Um deles, chamado Cléofas, respondeu-lhe: “És tu apenas um forasteiro em Jerusalém, para não saberes as coisas que ali se tem passado nestes dias?”. ¹⁹Ao que lhes indagou: “Que coisas?”. E responderam: “As que envolveram Jesus Nazareno, que foi um varão profeta, poderoso em obras e em palavras diante de Deus e de todo o povo, ²⁰e como os sumos sacerdotes e os nossos magistrados o entregaram para ser condenado à morte, e o crucificaram. ²¹Ora, nós esperávamos que ele fosse o que havia de resgatar Israel, e agora, depois de tudo isto, é já hoje o terceiro dia desde que estas coisas sucederam. ²²É bem verdade que algumas mulheres, das que estavam entre nós, nos sobressaltaram, porque, ao amanhecer, foram ao sepulcro
São Vicente Ferrer nasceu em 1350, em Valência, na Espanha. Cresceu próximo a um convento dominicano, onde, desde cedo, foi cativado pelo estilo de vida dos frades. Antes mesmo de seu nascimento, sua mãe teve um sonho profético que anunciava a grande missão de seu filho. Com apenas 17 anos, Vicente pediu ingresso na Ordem dos Pregadores (dominicanos) e, aos 18, professou seus votos.
Chamado pelo Senhor em sonho para pregar por 20 anos, percorreu boa parte da Europa passando pela Espanha, França, Itália, Suíça, Bélgica, Inglaterra e Irlanda sempre montado num simples burro e arrastando multidões com o poder de sua pregação. Ficou conhecido como o “Anjo do Apocalipse”, por anunciar com fervor a necessidade de conversão, penitência e o iminente retorno de Cristo.
Entre os muitos milagres realizados em vida, um dos mais impressionantes foi o da ressurreição de uma mulher judia, em Écija, na Espanha, que zombava de seu sermão. Após o telhado desabar sobre ela, Vicente se aproximou e disse: “Mulher, em nome de Jesus Cristo, volte à vida!”, e ela ressuscitou, convertendo-se ao catolicismo logo em seguida.
São Vicente Ferrer faleceu durante uma viagem missionária, no dia 5 de abril de 1419, e foi canonizado pelo Papa Calisto III em 1455. É considerado padroeiro dos pregadores e missionários itinerantes.
“A respeito do próximo, exerça estas outras sete disposições: tenra compaixão, alegria jubilosa, tolerância paciente e perdão das injúrias, afabilidade repleta de boa vontade, respeito humilde, concórdia perfeita, doação da sua vida sob o exemplo de Jesus.” - São Vicente Ferrer
São Vicente Ferrer, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
No Domingo de Páscoa, celebramos o mistério central da fé cristã: a ressurreição de Jesus Cristo. É o dia mais importante do ano litúrgico, rompendo os 40 dias de sobriedade da Quaresma. Após reviver intensamente os mistérios da Paixão e Morte de Cristo, agora a Igreja proclama: Ele ressuscitou verdadeiramente! Aleluia!
A celebração da Páscoa tem raízes no Antigo Testamento, onde Deus ordenou ao povo de Israel que celebrasse todos os anos a libertação do Egito. Com Jesus, essa passagem ganha novo sentido: Ele é o verdadeiro Cordeiro que, com sua morte e ressurreição, nos liberta da escravidão do pecado e nos reconcilia definitivamente com Deus..
A narrativa da ressurreição aparece em todos os Evangelhos. Embora com diferenças de estilo, todos anunciam o essencial: o sepulcro está vazio, o Senhor vive, e se manifesta às testemunhas.
A liturgia deste dia retoma a alegria interrompida durante a Quaresma. O Glória e o Aleluia voltam a ser cantados, e a Sequência Pascal é proclamada como hino de vitória: a vida venceu a morte, Cristo ressuscitou glorioso.
Esse anúncio brota da Vigília Pascal, celebrada na noite anterior. O jejum e a abstinência, praticados na Sexta-feira Santa e, por tradição, mantidos até o início da Vigília Pascal, nos ajudam a viver a espera e o silêncio da sepultura de Cristo, preparando-nos para a explosão de luz e vida da Ressurreição.
A Páscoa nos convida a viver uma alegria que vai além das emoções passageiras. É a certeza de que o mal, o pecado e a morte não têm a última palavra, é a certeza de que a morte foi vencida. É tempo de recomeço, de vida nova, de deixar-se tocar pela luz do Ressuscitado. Ele está vivo e caminha conosco.
Autor: Redação Biblioteca Católica
Assine a Minha Biblioteca Católica
Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.