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Abril de 2026
¹Enquanto eles falavam ao povo, sobrevieram os sacerdotes, o magistrado do templo e os saduceus, ²descontentes de que eles ensinassem o povo e anunciassem, na pessoa de Jesus, a ressurreição dos mortos. ³Então lançaram mão deles e meteram-nos na prisão até o dia seguinte, porque já era tarde. ⁴Porém muitos daqueles que tinham ouvido a palavra [de Pedro] creram, e o número de homens elevou-se a cerca de cinco mil. ⁵E aconteceu que, no dia seguinte, se reuniram em Jerusalém os seus chefes, os anciãos, os escribas, ⁶e Anás, príncipe dos sacerdotes, e Caifás, João, Alexandre e todos os que eram da linhagem sacerdotal. ⁷Mandando-os vir à sua presença, interrogavam-nos: “Com que poder ou em nome de quem fizestes vós isto?”. ⁸Então Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: “Príncipes do povo e anciãos, ouvi-me: ⁹já que hoje somos interrogados sobre um benefício feito a um homem enfermo e de que modo este homem foi curado, ¹⁰seja notório a todos vós, e a todo o povo de Israel, que é em nome de nosso Senhor Jesus Cristo Nazareno, que vós crucificastes, e a quem Deus ressuscitou dos mortos, é neste nome que este está são diante de vós. ¹¹Ele é a pedra que foi rejeitada por vós construtores, a qual foi posta por pedra angular, ¹²e não há salvação em nenhum outro. Porque, sob o céu, nenhum outro nome foi dado aos homens pelo qual nós devamos ser salvos”.
Palavra do Senhor.
¹ Aleluia. Louvai o Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia é eterna.
² Diga agora Israel que o Senhor é bom e que a sua misericórdia é eterna.
⁴ Digam agora os que temem o Senhor que a sua misericórdia é eterna. R.
²² A pedra rejeitada pelos construtores foi posta por pedra angular.
²³ Foi o Senhor que fez isto, e é coisa admirável aos nossos olhos.
²⁴ Este é o dia que fez o Senhor; exultemos e alegremo-nos nele. R.
²⁵ Ó Senhor, salva-me; ó Senhor, faze que tenha prosperidade.
²⁶ Bendito o que vem em nome do Senhor. Nós vos bendizemos a vós que sois da casa do Senhor.
²⁷ᵃ O Senhor é Deus, e brilha sobre nós a sua luz. R.
¹Depois disto, tornou Jesus a mostrar-se aos seus discípulos junto do mar de Tiberíades. E mostrou-se deste modo: ²Estavam juntos Simão Pedro e Tomé, chamado Dídimo, e Natanael, que era de Caná da Galileia, e os filhos de Zebedeu, e outros dois dos seus discípulos. ³Disse-lhes Simão Pedro: “Vou pescar”. Responderam-lhe: “Também nós vamos contigo”. Partiram e entraram numa barca; e naquela noite nada apanharam. ⁴E, chegada a manhã, Jesus apresentou-se na praia. Os discípulos, todavia, não perceberam que era Jesus. ⁵Disse-lhes então: “Moços, tendes alguma coisa para comer?”. Responderam-lhe: “Nada”. ⁶Disse-lhes Jesus: “Lançai a rede para o lado direito da barca, e encontrareis”. Lançaram, pois, e já não a podiam tirar, por causa da grande quantidade de peixes. ⁷Então aquele discípulo, a quem Jesus amava, disse a Pedro: “É o Senhor!”. Simão Pedro, ao ouvir dizer que era o Senhor, cingiu-se com a túnica (porque estava despido) e lançou-se ao mar. ⁸E os outros discípulos foram com a barca (porque não estavam distantes da praia senão duzentos côvados), tirando a rede cheia de peixes. ⁹Logo que saltaram em terra, viram umas brasas preparadas, e um peixe em cima delas, e pão. ¹⁰Disse-lhes Jesus: “Trazei os peixes que acabastes de apanhar”. ¹¹Subiu Simão Pedro [à barca] e tirou a rede para a terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes. Mesmo sendo tantos, não se rompeu a rede. ¹²Disse-lhes Jesus: “Vinde, comei”. E nenhum dos discípulos ousava perguntar-lhe: “Quem és tu?”, sabendo que era o Senhor. ¹³Aproximou-se, pois, Jesus e tomou o pão e deu-lhe, e igualmente o peixe. ¹⁴Foi a terceira vez que Jesus se manifestou aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Madalena Gabriela de Canossa nasceu em 1º de março de 1774, em Verona, na Itália. Vinda de uma família nobre e rica, era a terceira de seis irmãos. Aos cinco anos, perdeu o pai e, aos sete, foi abandonada pela mãe, que se casou novamente. Essa experiência precoce de dor e abandono a uniu ainda mais a Deus.
Aos 15 anos, foi acometida por uma série de enfermidades: uma febre intensa, varíola severa, asma crônica e uma dor ciática tão forte que lhe causaria desconfortos nos braços pelo resto da vida. Durante esse período de sofrimento, nasceu em seu coração a decisão de consagrar sua vida totalmente a Deus.
Após discernir que não era chamada à clausura, Madalena compreendeu que sua vocação era estar no meio do povo, servindo especialmente os mais pobres e abandonados. Em 1799, começou a acolher meninas órfãs e vulneráveis. Em 1804, hospedou Napoleão Bonaparte em seu palácio em Verona, e ele, em gratidão, cedeu-lhe um antigo mosteiro onde nasceu a primeira casa das Filhas da Caridade, obra que ela mesma fundou.
Em 1816, o Papa Pio VII aprovou oficialmente o Instituto, no qual Madalena se dedicou à catequese, à formação de jovens, à educação de meninas pobres e à assistência aos enfermos. Também fundou a Ordem Terceira das Filhas da Caridade, voltada para mulheres casadas e viúvas, que desejavam viver a caridade no estado de vida em que se encontravam.
Ela afirmava que a Congregação deveria se distinguir não pelo rigor excessivo, mas pela serena confiança na vontade de Deus. Seu carisma se expandiu rapidamente, sempre com atenção especial à educação, à evangelização e ao cuidado dos que mais sofrem.
Santa Madalena de Canossa faleceu no dia 10 de abril de 1835, aos 61 anos, com os braços erguidos em oração, durante a recitação das três Ave-Marias em honra a Nossa Senhora das Dores, de quem era profundamente devota.
Foi beatificada por Papa Pio XII, em 1941, e canonizada por São João Paulo II, em 1988.
“Sobretudo, façam conhecer Jesus Cristo!” - Santa Madalena de Canossa
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Autor: Redação Biblioteca Católica