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Abril de 2026
⁸Ora, Estêvão, cheio de graça e de fortaleza, fazia grandes prodígios e milagres entre o povo. ⁹E alguns da sinagoga, que se chama dos libertos, dos cirenenses, dos alexandrinos e dos que eram da Cilícia e da Ásia, levantaram-se para disputar com Estêvão. ¹⁰Mas não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito que falava. ¹¹Então subornaram alguns que dissessem que lhe tinham ouvido dizer palavras de blasfêmia contra Moisés e contra Deus. ¹²Amotinaram assim o povo, os anciãos e os escribas, e, avançando contra ele, o arrebataram e levaram ao conselho, ¹³e produziram falsas testemunhas que diziam: “Este homem não cessa de proferir palavras contra o lugar santo e contra a lei. ¹⁴Nós o ouvimos dizer que esse Jesus nazareno há de destruir este lugar e há de mudar as tradições que Moisés nos deixou”. ¹⁵Então, fixando nele os olhos todos os que estavam sentados no conselho, viram o seu rosto como o rosto de um anjo.
Palavra do Senhor.
²³ Até os príncipes se sentaram e falavam contra mim, o teu servo todavia meditava nas tuas determinações.
²⁴ Porque os teus decretos são a minha meditação, e as tuas justas leis são o meu conselho. R.
²⁶ Expus os meus caminhos, e me atendeste; ensina-me os teus preceitos.
²⁷ Instrui-me no caminho das tuas ordens; e meditarei nas tuas maravilhas. R.
²⁹ Afasta de mim o caminho da iniquidade, e tem misericórdia de mim, segundo a tua lei.
³⁰ Eu escolhi o caminho da verdade; não me esqueci dos teus juízos. R.
²²No dia seguinte, a multidão que tinha ficado do outro lado do mar advertiu que não havia ali mais que uma barca, e que Jesus não tinha entrado nela com seus discípulos, mas que os seus discípulos tinham partido sós. ²³Porém, depois chegaram de Tiberíades outras barcas, perto do lugar onde tinham comido o pão, depois do Senhor ter dado graças. ²⁴Quando a multidão viu que não estava lá nem Jesus, nem os seus discípulos, entraram naquelas barcas e foram a Cafarnaum, em busca de Jesus. ²⁵Ao encontrarem-no do outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Mestre, quando chegaste aqui?”. ²⁶Respondeu-lhes Jesus: “Em verdade, em verdade vos digo: vós buscais-me, não porque vistes os milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes saciados. ²⁷Trabalhai não pela comida que perece, mas pela que dura até a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará. Porque nele imprimiu Deus Pai o seu selo”. ²⁸Disseram-lhe eles, então: “Que devemos nós fazer para praticar obras de Deus?” ²⁹Jesus respondeu: “Esta é a obra de Deus: que acrediteis naquele que ele enviou”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Inês nasceu em Graciano, uma aldeia próxima a Montepulciano, na Itália. Filha de uma família rica chamada Segni, desde pequena já demonstrava grande devoção: aos 4 anos já sabia rezar o Pai-Nosso e a Ave-Maria, e aos 6 anos comunicou aos pais seu desejo de se tornar freira, mas eles inicialmente não aceitaram.
Ainda jovem, Inês enfrentou um ataque de demônios na forma de corvos que feriram sua cabeça, mas superou a provação. Aos 9 anos entrou no convento das freiras de São Domingos e, aos 15, foi eleita superiora pela sua maturidade e percepção espiritual. Destacou-se por evangelizar um prostíbulo próximo, onde converteu muitas mulheres, que deixaram a prostituição para fundar um convento exemplar em virtude e fraternidade.
Santa Inês viveu profundas experiências místicas, incluindo êxtases e levitações durante suas orações. Ela manifestava sinais sobrenaturais, como o brotar de rosas e lírios perfumados onde ajoelhava para rezar.
Santa Inês faleceu aos 43 anos, em 20 de abril de 1317, após grave e dolorosa enfermidade. Seu corpo foi encontrado incorrupto e hoje repousa na Igreja Dominicana em Orvieto. Em 1726, foi canonizada pelo Papa Bento XIII. Seu túmulo tornou-se local de peregrinação e é conhecido por milagres.
“Minhas filhas, amai-vos umas às outras, porque a caridade é o sinal dos filhos de Deus!” – Santa Inês de Montepulciano
Santa Inês de Montepulciano, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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