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Abril de 2026
¹Naquele dia, pois, levantou-se uma grande perseguição contra a Igreja que estava em Jerusalém, e todos se dispersaram pelas províncias da Judeia e da Samaria, exceto os Apóstolos. ²Alguns homens piedosos trataram de sepultar a Estêvão e fizeram um grande pranto sobre ele. ³Saulo assolava a Igreja, entrando pelas casas, e, tirando com violência homens e mulheres, os fazia meter no cárcere. ⁴Ora, os que se tinham dispersado, iam de uma parte para outra, anunciando a palavra de Deus. ⁵E Filipe, tendo chegado à cidade de Samaria, pregava-lhes Cristo. ⁶As multidões estavam unanimemente atentas ao que Filipe dizia, ouvindo-o e vendo os milagres que fazia. ⁷Porque de muitos que tinham espíritos imundos, estes saíam dando grandes gritos, ⁸e muitos paralíticos e coxos foram curados. ⁹ᵃPor isso houve grande alegria naquela cidade.
Palavra do Senhor.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: At 8,1b-8
¹ Para o fim: Cântico e Salmo da ressurreição. Celebrai a Deus, habitantes todos da terra.
² Cantai salmos ao seu nome; tributai-lhe gloriosos louvores.
³ᵃ Dizei a Deus: “Quão terríveis são, Senhor, as tuas obras! R.
⁴ A terra toda te adore, e cante em teu louvor, cante salmos ao teu nome”.
⁵ Vinde e vede as obras de Deus; é terrível nos seus desígnios sobre os filhos dos homens. R.
⁶ Ele converteu o mar em terra firme, passaram pelo rio a pé enxuto; ali nos alegramos nele.
⁷ᵃ Ele domina pelo seu poder para sempre. R.
³⁵E Jesus disse-lhes: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim não terá jamais fome, e o que crê em mim não terá jamais sede. ³⁶Porém, eu já vos disse que vós me vistes e que não credes. ³⁷Todo aquele que o Pai me dá, virá a mim, e o que vem a mim, não o lançarei fora. ³⁸Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. ³⁹E a vontade do Pai que me enviou é que eu não perca nenhum daqueles que me deu, mas que o ressuscite no último dia. ⁴⁰E a vontade de meu Pai que me enviou é que todo aquele que vê o Filho e crê nele tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Senhorinha nasceu em uma família nobre portuguesa, filha da condessa D. Teresa Soares e do conde D. Ufo Ufes. Seu nome de batismo era Domitilla Ufes. Após a morte prematura da mãe, o pai passou a chamá-la carinhosamente de “Senhorinha”, que significa “pequena senhora”.
Aos quinze anos, Senhorinha recusou-se a casar com um nobre pretendente e ingressou na vida monástica sob os cuidados de sua tia, D. Godinha, abadessa do Mosteiro de São João de Vieira do Minho. Tomou o nome de Irmã Senhorinha ao professar os votos. Aos 36 anos, sucedeu a tia como abadessa e, mais tarde, transferiu o mosteiro para São Jorge de Basto, localidade que passou a incorporar ao seu nome.
Faleceu em 22 de abril de 982, aos 58 anos. Foi sepultada na igreja do mosteiro, ao lado dos túmulos de Santa Godinha e São Gervásio, sua tia e irmão. Em 1130, foi oficialmente canonizada pela Igreja Católica.
A cidade de Basto, embora tenha São Jorge como padroeiro, passou a ser marcada pela devoção a Santa Senhorinha. Entre os milagres atribuídos à sua intercessão estão a cura de um cego durante a abertura de seu túmulo, a transformação de água em vinho, o acalmar de tempestades e a multiplicação de farinha.
A fonte milagrosa existente junto à igreja ainda hoje é local de peregrinação.
Santa Senhorinha, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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