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Abril de 2026
²⁶E um anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: “Levanta-te e vai para o sul, em direção à estrada que vai de Jerusalém a Gaza: ela está deserta”. ²⁷Ele levantou-se e partiu. Eis que um homem etíope, eunuco, ministro de Candace, rainha da Etiópia, o qual era superintendente de todos os seus tesouros, tinha ido a Jerusalém para fazer adoração, ²⁸e voltava sentado sobre o seu coche, e ia lendo o profeta Isaías. ²⁹Então disse o Espírito a Filipe: “Avança e aproxima-te desse coche”. ³⁰Filipe correu, ouviu que ele lia o profeta Isaías, e lhe perguntou: “Compreendes o que lês?”. ³¹Ele respondeu: “Como o poderei, se não houver alguém que me explique?”. E rogou a Filipe que subisse e se sentasse junto dele. ³²Ora, a passagem da Escritura que ia lendo era esta: Como ovelha foi levado ao matadouro; e, como cordeiro mudo diante daquele que o tosquia, assim ele não abriu a sua boca. ³³Na sua humilhação foi abolido o seu julgamento. Quem poderá contar a sua geração, pois que a sua vida será cortada da terra? ³⁴Então, o eunuco indagou a Filipe: “Peço-te [que me expliques]: de quem disse isto o profeta? De si mesmo, ou de algum outro?”. ³⁵E, abrindo Filipe a sua boca, e principiando por esta [passagem da] Escritura, anunciou-lhe Jesus. ³⁶Continuando eles o seu caminho, encontraram água, e o eunuco disse: “Eis aí água; que motivo me impede de ser batizado?”. ³⁷E Filipe disse: “Se crês de todo o coração, isso é possível”. E ele, respondendo, disse: “Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus”. ³⁸E mandou parar o coche. Em seguida, desceram os dois à água, Filipe e o eunuco, e o batizou. ³⁹Então, ao sair da água, o Espírito Santo arrebatou Filipe, e o eunuco não o viu mais. E continuava alegremente o seu caminho. ⁴⁰Mas Filipe achou-se em Azote. Seguindo, pregava o Evangelho em todas as cidades, até que chegou a Cesareia.
Palavra do Senhor.
⁸ Bendizei, nações, o nosso Deus e fazei que se ouça a voz do seu louvor.
⁹ É ele que tem conservado a minha vida e não permitiu que os meus pés vacilassem. R.
¹⁶ Vinde, ouvi todos os que temeis a Deus, e eu vos narrarei quão grandes coisas ele fez à minha alma.
¹⁷ A minha boca clamou por ele, e exaltei-o com a minha língua. R.
²⁰ Bendito seja Deus, que não rejeitou a minha oração, nem retirou de mim a sua misericórdia. R.
⁴⁴Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrair, e eu o ressuscitarei no último dia. ⁴⁵Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto todo aquele que ouviu e aprendeu do Pai vem a mim. ⁴⁶Não porque alguém tenha visto o Pai; exceto aquele que vem de Deus, este viu o Pai. ⁴⁷Em verdade, em verdade vos digo: o que crê em mim tem a vida eterna. ⁴⁸Eu sou o pão da vida. ⁴⁹Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram. ⁵⁰[Mas] este é o pão que desceu do céu, para que aquele que dele comer não morra. ⁵¹Eu sou o pão vivo, que desci do céu. ⁵²Quem comer deste pão viverá eternamente, e o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo”.
Palavra da Salvação.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Jo 6,44-51
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Jorge nasceu na Capadócia por volta do ano 280, em uma família cristã. Mais tarde, transferiu-se para a Palestina, onde alistou-se no exército do imperador Diocleciano.
Ao longo dos séculos, surgiram várias tradições populares em torno de São Jorge, sendo a mais conhecida a do dragão. Conta-se que, na cidade de Selém, na Líbia, um terrível dragão vivia em um pântano, exigindo sacrifícios diários dos moradores para que não destruísse a cidade. Em certa ocasião, a vítima escolhida foi a filha do rei. No momento em que a jovem caminhava para o sacrifício, São Jorge apareceu, enfrentou o monstro e o matou com sua espada.
No ano 303, Diocleciano decretou uma violenta perseguição contra os cristãos. Jorge, então um soldado do Império, surpreendeu a todos ao renunciar à sua posição, doar todos os seus bens aos pobres e rasgar publicamente o decreto de perseguição diante do próprio imperador. Em seguida, proclamou com coragem sua fé em Jesus Cristo. Por isso, sofreu torturas terríveis e foi decapitado. Morreu como mártir da fé.
São Jorge é considerado padroeiro dos cavaleiros, soldados, escoteiros, esgrimistas e arqueiros.
São Jorge, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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