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Abril de 2026
¹Entretanto Saulo, respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor, apresentou-se ao príncipe dos sacerdotes ²e pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, com o fim de levar presos a Jerusalém quantos achasse desta doutrina, homens e mulheres. ³E, seguindo ele seu caminho, aconteceu que, ao aproximar-se de Damasco, subitamente o cercou uma luz vinda do céu. ⁴Então, caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues?”. ⁵Ele disse: “Quem és tu, Senhor?”. Ele respondeu: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Dura coisa é para ti recalcitrar contra o aguilhão”. ⁶E ele, tremendo e atônito, disse: “Senhor, que queres que eu faça?”. E o Senhor respondeu-lhe: “Levanta-te, entra na cidade, e aí te será dito o que deves fazer”. ⁷Aqueles que o acompanhavam estavam espantados, ouvindo a voz, mas não vendo ninguém. ⁸Saulo levantou-se da terra e, tendo os olhos abertos, não via nada. Eles então o levaram pela mão e o conduziram a Damasco. ⁹Ali esteve por três dias, sem ver, e sem comer nem beber. ¹⁰Ora, em Damasco havia um discípulo chamado Ananias, e o Senhor, numa visão, lhe disse: “Ananias”. Ele respondeu: “Eis-me aqui, Senhor”. ¹¹E o Senhor disse-lhe: “Levanta-te e vai à rua chamada Direita, e busca na casa de Judas um homem de Tarso, chamado Saulo, porque ele está orando” ¹²(e ao mesmo tempo Saulo, em uma visão, viu um homem chamado Ananias, que entrava e lhe impunha as mãos para recobrar a vista). ¹³Ananias respondeu: “Senhor, tenho ouvido dizer a muitos a respeito deste homem, quantos males fez aos teus santos em Jerusalém, ¹⁴e aqui ele tem poder dos príncipes dos sacerdotes para prender todos aqueles que invocam o teu nome”. ¹⁵Mas o Senhor disse-lhe: “Vai, porque este é para mim um vaso de eleição, para levar o meu nome diante das gentes, e dos reis, e dos filhos de Israel. ¹⁶Porque eu lhe mostrarei quantas coisas deve sofrer pelo meu nome”. ¹⁷Então foi Ananias, entrou na casa e, impondo-lhe as mãos, disse: “Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que te apareceu no caminho por onde vinhas, enviou-me para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo”. ¹⁸E, imediatamente, lhe caíram dos olhos umas como escamas, e recuperou a vista. Então levantou-se e foi batizado. ¹⁹Depois que tomou alimento, recuperou as forças. Esteve alguns dias com os discípulos que se encontravam em Damasco. ²⁰Imediatamente, começou a pregar nas sinagogas a Jesus: “Este é o Filho de Deus”.
Palavra do Senhor.
¹ Aleluia. Nações, louvai todas o Senhor; povos, louvai-o todos. R.
² Porque sobre nós foi confirmada a sua misericórdia, e a verdade do Senhor permanece eternamente. R.
⁵³Disputavam, pois, entre si os judeus, dizendo: “Como pode este dar-nos a comer a sua carne?”. ⁵⁴E Jesus disse-lhes: “Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. ⁵⁵O que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. ⁵⁶Porque a minha carne é verdadeiramente comida, e o meu sangue é verdadeiramente bebida. ⁵⁷O que come a minha carne e bebe o meu sangue fica em mim e eu nele. ⁵⁸Assim como me enviou o Pai que vive, e eu vivo pelo Pai, assim o que me comer a mim, este mesmo também viverá por mim. ⁵⁹Este é o pão que desceu do céu. Não como [o dos] vossos pais, que comeram o maná e, não obstante, morreram. O que come deste pão viverá eternamente”. ⁶⁰Estas coisas disse Jesus, ensinando em Cafarnaum, na Sinagoga.
Palavra da Salvação.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Jo 6,52-59
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Nascida em Faglavik, Suécia, em uma família luterana, desde pequena Maria Isabel se destacava por seu senso de observação e desejo pela Verdade. Ao perceber a diversidade de crenças entre seus colegas de escola, começou a se perguntar qual seria a fé verdadeira. Essa inquietação a acompanharia por toda a vida.
Aos 18 anos, mudou-se para Nova Iorque para ajudar a família e trabalhou como enfermeira no Hospital Roosevelt. Lá, viveu um episódio marcante: após ficar trancada no necrotério, passou a noite rezando junto aos corpos e percebeu que um deles ainda respirava. Com orações e aquecimento, salvou aquela vida. Seu gesto concreto expressava o que viria a ser sua missão: cuidar dos mais frágeis com amor e fé.
Conduzida pelo padre jesuíta Johann Hagen, converteu-se ao catolicismo e foi batizada em 1902, no dia da Assunção. Com permissão do Papa Pio X, recebeu o hábito das Brigidinas e compreendeu sua missão: reformar a Ordem de Santa Brígida para os tempos modernos, sem perder a fidelidade à tradição. A partir de 1923, reimplantou a Ordem na Suécia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, acolheu judeus perseguidos em sua casa, em Roma, que se tornou um refúgio de caridade e ajuda concreta. Maria Isabel acreditava profundamente na unidade do “único rebanho” de Cristo e trabalhou pela reconciliação dos cristãos.
Santa Maria Isabel faleceu em Roma no dia 24 de abril de 1957. Foi beatificada no Ano Jubilar de 2000 por São João Paulo II e canonizada em 2016 por Papa Francisco.
“Eu vos adoro, grande prodígio do céu, por dar-me alimento espiritual em vestes terrenas! Vós me consolais nos momentos obscuros, quando se dissipam em mim todas as esperanças! Ao coração de Jesus, junto ao balaústre do altar, estarei unida, eternamente, por amor”- Santa Maria Isabel Hesselblad
Santa Maria Isabel Hesselblad, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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