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Abril de 2026
¹Os Apóstolos e os irmãos que estavam na Judeia ouviram que também os gentios tinham recebido a palavra de Deus. ²Quando Pedro voltou a Jerusalém, os que eram da circuncisão disputavam contra ele, ³dizendo: “Por que entraste na casa de homens não circuncidados e comeste com eles?”. ⁴Mas Pedro começou a expor-lhes as coisas por ordem, dizendo: ⁵“Eu estava orando na cidade de Jope, e vi em um êxtase esta visão: descia uma espécie de vaso, como um grande lençol, o qual, suspenso pelas quatro pontas, baixava do céu e veio até mim. ⁶Fixando eu os olhos nele, estava-o contemplando, e vi animais terrestres quadrúpedes, feras, répteis e aves do céu. ⁷Ouvi também uma voz que me dizia: ‘Levanta-te, Pedro, mata e come’. ⁸E eu disse: ‘De nenhum modo, Senhor, porque nunca entrou na minha boca coisa profana ou imunda’. ⁹E respondeu-me outra vez a voz do céu: ‘O que Deus purificou, não lhe chames tu imundo’. ¹⁰E isto sucedeu por três vezes, e depois tudo foi retirado para o céu. ¹¹Eis que chegaram logo três homens à casa, onde eu estava, enviados a mim de Cesareia. ¹²E o Espírito disse-me que fosse com eles, sem hesitação alguma. Estes seis irmãos foram também comigo, e entramos na casa daquele homem. ¹³Ele contou-nos como tinha visto na sua casa um anjo apresentar-se diante dele, dizendo: ‘Manda a Jope chamar Simão, que tem por sobrenome Pedro, ¹⁴o qual te anunciará palavras pelas quais serás salvo, tu e toda a tua casa’. ¹⁵Quando comecei a falar, desceu o Espírito Santo sobre eles, como sobre nós no princípio. ¹⁶E lembrei-me então da palavra do Senhor, como ele tinha dito: ‘João na verdade batizou em água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo’. ¹⁷Se Deus, pois, lhes deu a mesma graça que a nós, que cremos no Senhor Jesus Cristo, quem seria eu para me opor a Deus?” ¹⁸Eles, tendo ouvido estas coisas, aquietaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: “Logo Deus concedeu também aos gentios a penitência, a fim de que tenham a vida”.
Palavra do Senhor.
⁴¹˒² Assim como o cervo anseia pelas fontes das águas, assim a minha alma anseia por ti, ó Deus. R.
⁴¹˒³ A minha alma tem sede do Deus forte e vivo. Quando irei e aparecerei diante da face de Deus? R.
⁴²˒³ Envia a tua luz e a tua verdade: estas me conduzirão e me levarão ao teu santo monte e aos teus tabernáculos. R.
⁴²˒⁴ E me aproximarei do altar de Deus, do Deus que alegra a minha juventude. Ó Deus, Deus meu, eu te louvarei com a minha cítara. R.
¹“Em verdade, em verdade vos digo que quem não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador. ²Mas o que entra pela porta é pastor das ovelhas. ³A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama cada uma de suas ovelhas pelo nome, e as tira para fora. ⁴Depois que tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas seguem-no, porque conhecem a sua voz. ⁵Mas não seguem o estranho, antes fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos”. ⁶Jesus disse-lhes esta alegoria, mas eles não compreenderam o que lhes dizia. ⁷Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: “Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas. ⁸Todos quantos vieram são ladrões e salteadores, e as ovelhas não os ouviram. ⁹Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo: entrará e sairá, e encontrará pastagens. ¹⁰O ladrão não vem senão para roubar, e matar, e perder. Mas eu vim para que elas tenham vida, e a tenham em abundância.
Palavra da Salvação.
Ou:
¹¹Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas suas ovelhas. ¹²Porém o mercenário, que não é pastor, e a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo e foge, deixando as ovelhas; depois o lobo as arrebata e faz desgarrar as ovelhas. ¹³O mercenário foge, porque é mercenário e porque não se importa com as ovelhas: ¹⁴Eu sou o bom pastor, e conheço as minhas [ovelhas], e as minhas me conhecem. ¹⁵Como o Pai me conhece, assim eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas minhas ovelhas. ¹⁶Tenho também outras ovelhas que não são deste aprisco, e importa que eu as traga. Elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor. ¹⁷Por isso meu Pai me ama: porque dou a minha vida, para outra vez a assumir. ¹⁸Ninguém a tira de mim, mas eu por mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para a reassumir. Este é o mandamento que recebi de meu Pai”.
Palavra da Salvação.
Santa Zita nasceu no povoado de Monsagrati, em 1218, perto de Lucca, na Itália, em uma família pobre e numerosa, mas muito rica na fé. Desde pequena, foi ensinada a amar a Deus e ao próximo.
Aos 12 anos, começou a trabalhar como empregada doméstica para ajudar sua família, onde era tratada com rigidez e desprezo, mas enfrentou tudo com oração, humildade e fidelidade a Deus.
Zita era caridosa e doava alimentos, roupas e o que tivesse aos pobres. Certo dia, foi acusada de roubar comida da despensa. Ao ser confrontada pela patroa, disse com simplicidade que levava flores. Quando abriu o avental, caiu uma chuva de flores aos seus pés.Outro milagre ocorreu quando deu um manto caro a um pobre no Natal. No dia seguinte, um ancião desconhecido o devolveu, fazendo muitos acreditarem ter sido um anjo.
Santa Zita unia trabalho e fé. Ia à Missa todas as manhãs, vivia em espírito de oração e oferecia seu serviço como expressão de amor a Deus. Sempre buscava saber se suas atitudes agradavam ao Senhor. Sua presença transformou a casa onde servia, conquistando até mesmo a admiração dos patrões e a conversão de corações.
Santa Zita faleceu em 27 de abril de 1278, aos 60 anos. Em 1652, seu corpo foi exumado e encontrado incorrupto. A canonização oficial aconteceu em 1696, pelo Papa Inocêncio XII.
Foi proclamada padroeira das empregadas domésticas por Pio XII.
Santa Zita é exemplo de que a santidade pode ser vivida na simplicidade do cotidiano, unindo oração, trabalho e caridade.
Santa Zita, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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