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Abril de 2026
²⁶Homens irmãos, filhos da descendência de Abraão, e os que entre vós temem a Deus, a vós é que foi enviada a palavra desta salvação. ²⁷Porque os habitantes de Jerusalém e os príncipes dela, não conhecendo esse, nem as vozes dos profetas que a cada sábado se leem, condenando-o, as cumpriram; ²⁸e, não encontrando nele nenhuma causa de morte, pediram a Pilatos para lhe tirar a vida. ²⁹Tendo-se consumado todas as coisas que estavam escritas, tiraram-no do madeiro e o puseram no sepulcro. ³⁰Deus, porém, ressuscitou-o dos mortos ao terceiro dia, e foi visto durante muitos dias por aqueles ³¹que tinham ido juntamente com ele da Galileia a Jerusalém, os quais até agora são suas testemunhas perante o povo. ³²E nós vos anunciamos que aquela promessa, que foi feita a nossos pais, ³³Deus a cumpriu para nossos filhos, ressuscitando Jesus, como também está escrito no segundo salmo: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.
Palavra do Senhor.
⁶ Eu, porém, fui por ele feito rei sobre Sião, seu monte santo, para pregar a sua lei.
⁷ O Senhor disse-me: “Tu és meu filho, eu hoje te gerei. R.
⁸ Pede-me, e eu te darei as nações em tua herança, e às extremidades da terra estenderei o teu domínio.
⁹ Tu as governarás com uma vara de ferro e as quebrarás como um vaso de oleiro”. R.
¹⁰ E agora, ó reis, entendei; instruí-vos, vós que julgais a terra.
¹¹ Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor. R.
¹“Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. ²Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar o lugar para vós. ³E, depois que eu tiver ido e vos tiver preparado o lugar, virei novamente e vos tomarei comigo, para que, onde eu estou, estejais vós também. ⁴Vós sabeis para onde eu vou, e sabeis o caminho.” ⁵Disse-lhe Tomé: “Senhor, nós não sabemos para onde vais. E como podemos saber o caminho?”. ⁶Disse-lhe Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por mim.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São José nasceu em Belém e viveu em Nazaré, na Galileia. Embora sua data exata de nascimento não seja conhecida, ele é reconhecido como pai adotivo de Jesus e esposo da Virgem Maria.
A Escritura o apresenta como “homem justo” (Mt 1,19), título que expressa sua obediência à vontade de Deus e sua santidade silenciosa, revelada no trabalho diário, na vida familiar e na fé concreta.
Em 1955, o Papa Pio XII instituiu a festa de São José Operário, celebrada em 1º de maio, como resposta cristã à celebração do trabalho. Diante de mais de 200 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, ele apresentou São José como protetor e modelo dos trabalhadores. Com isso, a Igreja reafirmou solenemente a dignidade do trabalho humano, reconhecendo nele uma forma de participação na obra criadora de Deus.
A figura de São José, humilde artesão de Nazaré, aponta para Cristo e para o valor sobrenatural do esforço humano. Ele mostra que o trabalho, feito com retidão e em união com Deus, possui um verdadeiro valor espiritual e humano. É também um caminho de santificação pessoal e de colaboração com a construção do Reino.
A Igreja, ao “batizar” a festa do trabalho com essa celebração litúrgica, convida os fiéis a refletirem sobre o sentido do trabalho à luz da fé, como nos ensinam documentos como Mater et Magistra (João XXIII) e Populorum Progressio (Paulo VI). O trabalho, assim, se revela não apenas como dever ou meio de subsistência, mas como missão, como vocação para participar da criação e redenção.
São José é padroeiro universal da Igreja e, sob o título de “Operário”, é também padroeiro dos trabalhadores. Sua festa é celebrada no dia 1º de maio, data na qual se recorda seu exemplo de labor digno e silencioso.
São José Operário, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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