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Maio de 2026
¹Ora, alguns vindos da Judeia ensinavam aos irmãos: “Se vos não circuncidais segundo o rito de Moisés, não podeis ser salvos”. ²Levantando-se contenda e não pequena discussão de Paulo e Barnabé com eles, resolveram que fossem Paulo e Barnabé e alguns dos outros aos Apóstolos e aos presbíteros de Jerusalém [para resolverem] sobre essa questão. ³Então, acompanhados pela Igreja, iam passando pela Fenícia e pela Samaria, enquanto contavam a conversão dos gentios e davam grande contentamento a todos os irmãos. ⁴Ao chegarem a Jerusalém, foram recebidos pela Igreja, pelos Apóstolos e pelos anciãos, e contaram quão grandes coisas tinha feito Deus com eles. ⁵Mas levantaram-se alguns da seita dos fariseus, que tinham abraçado a fé, dizendo que era necessário que fossem circuncidados e que se lhes intimasse a observância da Lei de Moisés. ⁶Reuniram-se, pois, os Apóstolos e os presbíteros para examinar esta questão.
Palavra do Senhor.
¹ Cântico gradual. Eu me alegrei com o que me foi dito: que iremos à casa do Senhor.
² E agora os nossos pés param às tuas portas, ó Jerusalém. R.
³ Jerusalém, que está edificada como uma cidade, cujas partes estão em perfeita e mútua união.
⁴ᵃ Porque lá subiram as tribos, as tribos do Senhor, R.
⁴ᵇ segundo a ordem dada a Israel, para louvar o nome do Senhor.
⁵ Porque ali se estabeleceram os tribunais da justiça, os tribunais da casa de Davi. R.
¹“Eu sou a verdadeira videira, e meu Pai é o agricultor. ²Todo o ramo que não der fruto em mim, ele a cortará, e todo o que der fruto, podá-la-á, para que dê mais abundante fruto. ³Vós já estais puros pela palavra que vos anunciei. ⁴Permanecei em mim, e eu [permanecerei] em vós. Como o ramo não pode de si mesmo dar fruto, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. ⁵Eu sou a videira e vós os ramos. O que permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto, porque, sem mim, nada podeis fazer. ⁶Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora como o ramo, e secará; depois o recolherão e o lançarão no fogo, onde arderá. ⁷Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será concedido. ⁸Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto e sejais meus discípulos."
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Domingos Sávio nasceu no dia 2 de abril de 1842, na pequena vila de Morialdo, na região de Castelnuovo d’Asti, Itália. Filho de Carlo Sávio e Brígida Rosa, cresceu em uma família simples e cristã, que via na formação espiritual dos filhos sua maior missão.
Desde cedo, Domingos demonstrou uma alma sensível às coisas de Deus, piedoso, sereno e com forte inclinação para a oração e a obediência. Ainda criança, ao receber a Primeira Comunhão, traçou propósitos que levaria consigo por toda a vida: confessar-se frequentemente e comungar sempre que permitido, santificar os domingos e dias festivos, e ter Jesus e Maria como seus maiores amigos.
Em 1854, aos doze anos, conheceu Dom Bosco e pediu para ser levado com ele, a fim de estudar. Dom Bosco, tocado por sua disposição e fervor, comparou o menino a um tecido bom, que poderia se transformar em um belo terno para o Senhor. Domingos respondeu: “Pois então, se eu sou o tecido, seja o senhor o alfaiate. Leve-me consigo e faça um belo terno para Nosso Senhor.” A partir desse momento, tornou-se um dos grandes frutos do carisma salesiano. Sua amizade com Dom Bosco marcou profundamente seu caminho espiritual.
Mesmo com aparência frágil, Domingos demonstrava grande força interior. Em certa ocasião, ao ser agredido por um colega com um soco, conteve-se e pediu aos amigos que não reagissem: “Vocês não sabem o quanto me segurei para não revidar.”
Com apenas 14 anos, Domingos já apresentava saúde debilitada e foi enviado de volta para casa. Embora não quisesse deixar o oratório, partiu com obediência e faleceu no dia 9 de março de 1857.
Domingos Sávio é lembrado como intercessor das mulheres grávidas. Durante uma visita inesperada à casa dos pais, percebeu que sua mãe enfrentava um parto difícil. Sem ter sido avisado por ninguém, chegou, deixou discretamente uma medalha de Nossa Senhora no quarto, foi rezar e, pouco depois, tanto a mãe quanto o bebê estavam bem. O gesto ficou gravado na memória da família e deu origem a uma devoção que permanece viva até hoje, com roupas de bebê sendo deixadas em agradecimento na casa onde Domingos nasceu.
Foi canonizado por Pio XII em 12 de junho de 1954, tornando-se o mais jovem santo não-mártir da Igreja.
“Antes morrer do que pecar.” - São Domingos Sávio
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São Domingos Sávio, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica