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Maio de 2026
²²Então pareceu bem aos Apóstolos e aos presbíteros, com toda a Igreja, eleger algumas pessoas dentre eles e enviá-las a Antioquia, com Paulo e Barnabé; [elegeram] Judas, que tinha o sobrenome de Barsabás, e Silas, varões principais entre os irmãos, ²³mandando por mão deles esta carta: “Os Apóstolos e os presbíteros irmãos, aos irmãos convertidos dos gentios, que estão em Antioquia, na Síria e na Cilícia, saudações. ²⁴Tendo nós sabido que alguns, saindo do meio de nós, sem nenhuma ordem da nossa parte, vos perturbaram com discursos que agitaram as vossas almas, ²⁵aprouve-nos a nós, depois de nos termos reunido, escolher alguns homens e enviá-los a vós com os nossos muito amados Barnabé e Paulo, ²⁶homens que têm arriscado as suas vidas pelo nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. ²⁷Enviamos, portanto, Judas e Silas, que vos exporão as mesmas coisas de viva voz. ²⁸Porque pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor mais encargos além destes necessários: ²⁹que vos abstenhais das coi- sas imoladas aos ídolos, do sangue, das carnes sufocadas e da fornicação, das quais coisas fareis bem em vos guardar. Deus seja convosco”. ³⁰Despedindo-se, eles foram a Antioquia e, reunindo a multidão, entregaram a carta. ³¹Quando foi lida, encheram-se de contentamento por tal consolação.
Palavra do Senhor.
⁸ O meu coração, ó Deus, está preparado, o meu coração está preparado; cantarei, e entoarei salmos.
⁹ Levanta-te, minha glória; levanta-te, saltério e cítara; eu me levantarei logo de manhã. R.
¹⁰ Louvar-te-ei entre os povos Senhor, e entoar-te-ei salmos entre as nações,
¹¹ porque a tua misericórdia foi exaltada até os céus, e a tua verdade até as nuvens.
¹² Exalta-te, ó Deus, acima dos céus, e brilhe a tua glória sobre toda a terra. R.
¹²O meu preceito é este: que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei. ¹³Ninguém tem maior amor que o daquele que dá a sua vida pelos seus amigos. ¹⁴Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. ¹⁵Não mais vos chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor. Mas tenho-vos chamado amigos, porque vos dei a conhecer tudo aquilo que ouvi de meu Pai. ¹⁶Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi a vós, e que vos destinei para que vades e deis fruto, e para que o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo o que pedirdes a meu Pai em meu nome ele vos conceda. ¹⁷Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Ulrica Nisch nasceu em 18 de setembro de 1882, na Alemanha, sendo a primogênita de uma família muito pobre, com onze filhos. Após concluir os estudos, teve de trabalhar como doméstica para ajudar no sustento da casa. Foi no meio dessa rotina árdua que Deus começou a revelar-lhe uma vocação especial.
Em 1903, Ulrica foi acometida por uma grave erisipela e internada no hospital de Rorschach, onde conheceu as Irmãs da Caridade da Santa Cruz de Ingenbohl. O testemunho dessas religiosas despertou nela o desejo profundo de entregar-se totalmente a Deus. Pouco tempo depois, foi acolhida na Casa Provincial de Hegne, perto de Constança, onde ingressou oficialmente na congregação e adotou o nome de Irmã Ulrica, e em 24 de abril de 1907, fez sua profissão religiosa.
Foi designada para trabalhar como ajudante de cozinha no hospital Bühl, em Mittelbaden, e, mais tarde, como segunda cozinheira na Casa de São Vicente, em Baden-Baden. Ali permaneceu por quatro anos, exercendo tarefas simples com um amor extraordinário. Suas colegas e superiores testemunharam que ela era capaz de dar sem esperar nada em troca, e mesmo sendo pobre, enriquecia os outros com sua presença silenciosa, cheia de paz e doçura.
O trabalho pesado e uma vida marcada pela renúncia desgastaram seu corpo, e em maio de 1912, Irmã Ulrica foi diagnosticada com tuberculose e transferida para o hospital de Santa Isabel, na Casa de Hegne.
Faleceu no dia 8 de maio de 1913, aos 31 anos de idade. Sua vida era um espelho das bem-aventuranças do Evangelho, e quem conheceu Irmã Ulrica viu nela um coração purificado pelo sofrimento e pela graça, vivendo com humildade e doçura, tornando precioso até o mais simples dos gestos. Por isso, foi beatificada pelo Papa São João Paulo II em 1987.
Beata Ulrica, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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