Baixe o aplicativo gratuitamente
Maio de 2026
¹¹Embarcamos em Trôade e fomos em direção à Samotrácia e, no dia seguinte, a Neápolis, ¹²e daí a Filipos, que é uma colônia e a primeira cidade daquela parte da Macedônia. Nesta cidade nos detivemos alguns dias. ¹³No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração, e, sentando-nos, falávamos às mulheres ali também reunidas. ¹⁴E uma mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, que negociava em púrpura, temente a Deus, ouviu-nos. E o Senhor abriu-lhe o coração, para atender àquelas coisas que Paulo dizia. ¹⁵Sendo batizada ela e a sua família, fez este pedido: “Se julgais que eu sou fiel ao Senhor, entrai em minha casa e ficai nela”. E obrigou-nos a isso.
Palavra do Senhor.
¹ Aleluia. Cantai ao Senhor um cântico novo; o seu louvor na assembleia dos fiéis.
² Alegre-se Israel naquele que o criou, e os filhos de Sião regozijem-se em seu rei. R.
³ Louvem em coro o seu nome; cantem-no ao som do tambor e do saltério.
⁴ Porque o Senhor tem-se comprazido no seu povo, e há de exaltar os humildes, e salvá-los. R.
⁵ Regozijar-se-ão os santos na glória; eles se alegrarão em seus leitos.
⁶ᵃ Os louvores de Deus estarão na sua boca,
⁹ᵇ Tal é a glória reservada a todos os seus santos. Aleluia. R.
²⁶Quando, porém, vier o Paráclito, que eu vos enviarei do Pai – o Espírito de verdade, que procede do Pai – ele dará testemunho de mim, ²⁷e vós também dareis testemunho, porque estais comigo desde o princípio.” ¹“Eu disse-vos estas coisas, para que não vos escandalizeis. ²Lançar-vos-ão fora das sinagogas, e virá o tempo em que todo aquele que vos matar julgará prestar serviço a Deus. ³E vos tentarão assim porque não conheceram nem o Pai, nem a mim. ⁴Ora, eu disse-vos estas coisas, para que, quando chegar esse tempo, vos lembreis de que eu vos adverti.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Zeferino Namuncurá nasceu no dia 26 de agosto de 1886, às margens do rio Negro, na Argentina. Filho de Manuel Namuncurá, o último grande cacique das tribos indígenas araucanas, cresceu em liberdade até os 11 anos, quando seu pai decidiu enviá-lo a Buenos Aires para que estudasse e pudesse, no futuro, defender seu povo. Na capital, foi acolhido no colégio salesiano, onde se encantou com o carisma de Dom Bosco.
Com o tempo, cresceu nele um forte desejo de se tornar sacerdote salesiano para evangelizar seu povo. Escolheu São Domingos Sávio como modelo e, mesmo diante das dificuldades de adaptação a uma nova cultura, tornou-se, por esforço e dedicação, um reflexo do jovem santo. Era comprometido com a oração, os estudos e os deveres cotidianos, tornando-se um verdadeiro exemplo entre os colegas, conhecido por sua serenidade, piedade e humildade.
Em 1903, foi aceito como aspirante salesiano por Dom Cagliero, iniciando os estudos de latim. Contudo, por conta de sua saúde frágil, foi levado à Itália para continuar a formação em um clima mais propício. Estudou em Turim e depois em Frascati, destacando-se pelo esforço nos estudos e pelo testemunho de fé. Teve a graça de conhecer o padre Miguel Rua e o Papa Pio X, que o abençoaram com emoção.
Entretanto, um quadro de tuberculose se agravou. Internado no hospital Fatebenefratelli, em Roma, faleceu no dia 11 de maio de 1905, aos 18 anos.
Foi declarado Venerável em 22 de junho de 1972 e beatificado em 11 de novembro de 2007, pelo Papa Bento XVI.
Beato Zeferino Namuncurá, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
Assine a Minha Biblioteca Católica
Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa