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Maio de 2026
¹⁵Os que acompanhavam Paulo conduziram-no até Atenas e, tendo recebido ordem dele para dizerem a Silas e Timóteo que fossem ter com ele o mais depressa possível, partiram. ²²Paulo, então, estando em pé no meio do Areópago, disse: “Homens atenienses, em tudo vos vejo muito religiosos. ²³Porque, passando [pela cidade] e vendo os vossos simulacros, encontrei também um altar sobre o qual estava escrito: ‘Ao Deus desconhecido’. Aquele, pois, que vós adorais sem o conhecer, este eu vos anuncio. ²⁴Deus, que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo ele o Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos pelos homens, ²⁵nem é servido pelas mãos dos homens, como se necessitasse de alguma coisa, ele que dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas. ²⁶E de um só fez todo o gênero humano, para que habitasse sobre toda a face da terra, fixando a ordem dos tempos e os limites da sua habitação, ²⁷para que busquem a Deus e o encontrem como que às apalpadelas, embora ele não esteja longe de cada um de nós. ²⁸Porque nele vivemos, e nos movemos, e somos; como até o disseram alguns dos vossos poetas: ‘Somos verdadeiramente da sua linhagem’. ²⁹Sendo nós, pois, linhagem de Deus, não devemos pensar que a Divindade é semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra lavrada por arte e indústria do homem. ³⁰Porém Deus, não levando em conta os tempos desta ignorância, anuncia agora aos homens que todos em todo lugar façam penitência, ³¹porque fixou um dia em que há de julgar o mundo conforme a justiça, por meio do homem que destinou, do que dá certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos”. ³²E quando ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns faziam zombaria, outros, porém, disseram: “Outra vez te ouviremos sobre este assunto”. ³³Assim saiu Paulo do meio deles. ³⁴Todavia algumas pessoas, agregando-se a ele, abraçaram a fé, entre as quais foi Dionísio Areopagita e uma mulher chamada Damaris, e outros com eles. ¹Depois disto, tendo partido Paulo de Atenas, foi a Corinto
Palavra do Senhor.
¹ Aleluia. Louvai o Senhor, vós que estais nos céus; louvai-o nas alturas.
² Louvai-o, vós todos os seus anjos; louvai-o, vós todas as suas potestades. R.
¹¹ os reis da terra e todos os povos; os príncipes e todos os juízes da terra;
¹²ᵃ os jovens e as donzelas,
¹²ᵇ os velhos e os meninos R.
¹²ᶜ louvem o nome do Senhor,
¹⁴ᵃ O seu louvor está acima do céu e da terra; R.
¹⁴ᵇ ele exaltou o chifre do seu povo.
¹⁴ᶜ Cantem-lhe hinos todos os seus santos,
¹⁴ᵈ os filhos de Israel, o povo que dele se aproxima. R.
¹²Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas vós não as podeis compreender agora. ¹³Quando vier, porém, aquele Espírito de verdade, ele vos ensinará toda a verdade, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que estão por vir. ¹⁴Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e vos anunciará. ¹⁵Tudo o que o Pai tem é meu. Por isso eu vos disse que ele receberá do que é meu e vos anunciará.”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Maria Domingas Mazzarello nasceu em 9 de maio de 1837, em Mornese, no norte da Itália. Era a primogênita dos dez filhos de José Mazzarello e Maria Madalena Calcagno. Desde pequena, ajudava nos afazeres domésticos e no cuidado dos irmãos, sempre com grande senso de responsabilidade e profundo amor pelas coisas de Deus.
Destacava-se nas aulas de catecismo e, aos 13 anos, fez sua Primeira Comunhão, assumindo o firme propósito de fazer da Eucaristia o centro de sua vida. Com empenho e devoção, percorria todos os dias um íngreme caminho até a igreja para participar da Missa, mesmo no rigor do inverno.
Em 1860, quando uma epidemia de tifo atingiu Mornese, atendeu ao pedido de seu diretor espiritual, padre Pestarino, e foi cuidar da família dos tios, mesmo ciente dos riscos. Acabou contraindo a doença e, enfraquecida, não pôde mais trabalhar nos campos.
Nesse tempo de provação, durante uma caminhada por Bargo Alto, teve uma visão: viu um edifício semelhante a um colégio, cheio de meninas brincando, e ouviu uma voz que dizia: “Tome conta destas meninas! A ti as confio!”. Reconhecendo naquele chamado a voz de Nossa Senhora, decidiu aprender costura para ensinar às jovens de sua cidade, ajudando-as a se afastarem do pecado. Com sua amiga Petronilla, abriu uma sala de costura, onde ensinava que cada ponto dado deveria ser um ato de amor a Deus.
O trabalho das duas logo se espalhou. As famílias de Mornese passaram a enviar suas filhas para aprender com Maria, e a oficina transformou-se também num espaço de formação cristã. Aos domingos, após a Missa, outras crianças se reuniam ali para momentos de brincadeiras e alegria.
Em 1864, Dom Bosco visitou Mornese. Ao conhecer o trabalho de Maria e Petronilla, ficou profundamente tocado e propôs a fundação de um instituto feminino que fizesse pelas meninas o que ele fazia pelos meninos em Turim. Após um período de discernimento e orientação espiritual, em 5 de agosto de 1872, Maria Domingas Mazzarello e mais dez jovens emitiram seus votos religiosos na Capela do Colégio de Mornese, fundando a Congregação das Filhas de Maria Auxiliadora.
Santa Maria Domingas Mazzarello faleceu em 13 de maio de 1881, aos 44 anos, e foi canonizada em 24 de junho de 1951.
No dia 13 de maio, a Igreja celebra o dia de Nossa Senhora de Fátima, que apareceu, em 1917, para três pastorinhos em Fátima, Portugal.
Lúcia, Francisco e Jacinta estavam cuidando de ovelhas na Cova da Iria, quando foram surpreendidos por um clarão. Pensaram que era um relâmpago e se prepararam para ir embora, mas logo surgiu outro clarão e, sobre uma pequena azinheira, apareceu uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol.
Ela os tranquilizou com as palavras: “Não tenham medo. Eu não vos farei mal.”
Nossa Senhora pediu que as crianças voltassem àquele local nos dias 13 dos próximos seis meses. Disse que queria lhes confiar uma missão e que um milagre aconteceria se cumprissem: rezar o terço todos os dias pela paz no mundo e pela conversão dos pecadores.
Nas aparições seguintes, Nossa Senhora aprofundou seu pedido e, na 3ª aparição, revelou o Segredo de Fátima, que envolve a visão do inferno, a devoção ao Imaculado Coração de Maria e profecias sobre guerras e perseguições à Igreja.
Na última aparição, em 13 de outubro de 1917, ela se revelou dizendo: “Eu sou Nossa Senhora do Rosário.”
No mesmo dia, mais de 70 mil pessoas estavam reunidas quando Nossa Senhora apareceu e, após se despedir das crianças, realizou o milagre prometido: o famoso Milagre do Sol.
O sol começou a girar rapidamente, mudando de cores, lançando luzes de diferentes tons sobre a multidão. Em determinado momento, parecia desprender-se do céu e cair sobre a Terra, causando pânico. Depois, tudo voltou ao normal.
Testemunhado por fiéis, jornalistas e até ateus, o milagre foi um sinal visível das aparições e da urgência da mensagem de Maria.
Santíssima Virgem, que nos montes de Fátima vos dignastes revelar aos três pastorinhos os tesouros de graças que podemos alcançar, rezando o Santo Rosário, ajudai-nos a apreciar sempre mais esta santa oração, a fim de que, meditando os mistérios da nossa redenção, alcancemos as graças que insistentemente vos pedimos. Ó meu bom Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem. Nossa Senhora do Rosário de Fátima, rogai por nós!
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Santa Maria Domingas Mazzarello, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
Autor: Redação Biblioteca Católica