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Maio de 2026
³⁰No dia seguinte, querendo saber com mais exatidão a causa que tinham os judeus para o acusar, mandou soltá-lo, e ordenou que se juntassem os sacerdotes e todo o Sinédrio. Trouxe Paulo e colocou-o diante deles. ⁶Ora, sabendo Paulo que uma parte era de saduceus e outra de fariseus, exclamou em alta voz no Sinédrio: “Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseus, e sou julgado por causa da esperança na ressurreição dos mortos”. ⁷Quando disse isto, estabeleceu-se uma grande dissensão entre os fariseus e os saduceus, dividindo-se a multidão ⁸(porque os saduceus dizem que não há ressurreição, nem anjo, nem espírito; ao passo que os fariseus reconhecem ambas as coisas). ⁹Houve então grande vozearia. Levantaram-se alguns fariseus e altercavam, dizendo: “Não achamos mal algum neste homem. Quem sabe se lhe falou algum espírito ou anjo?” ¹⁰Como a discórdia fosse grande, temendo o tribuno que Paulo fosse despedaçado por eles, mandou que descessem os soldados, e que o tirassem do meio deles e o levassem à fortaleza. ¹¹Na noite seguinte, aparecendo-lhe o Senhor, disse-lhe: “Tem coragem, porque, assim como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim importa que também o dês em Roma”.
Palavra do Senhor.
¹ Inscrição do Título: Pelo mesmo Davi. Guarda-me, Senhor, porque esperei em ti.
²ᵃ Eu disse ao Senhor: “Tu és o meu Deus”.
⁵ O Senhor é a porção da minha herança e do meu cálice, tu és o que me restituirás a minha herança. R.
⁷ Louvarei o Senhor, que me deu inteligência; e, além disso, ainda durante a noite, me increparam as minhas entranhas.
⁸ Eu contemplava sempre o Senhor diante de mim, porque ele está à minha direita a sustentar-me. R.
⁹ Por isso alegrou-se o meu coração, e exultou de alegria a minha língua, e a minha carne repousará na esperança.
¹⁰ Porque não deixarás a minha alma no inferno, nem deixarás que o teu santo experimente a corrupção. R.
¹¹ Fizeste-me conhecer os caminhos da vida e me encherás de alegria com teu rosto; na tua direita, delícias para sempre. R.
²⁰Eu não rogo somente por eles, mas também por aqueles que hão de crer em mim por meio da sua palavra; ²¹para que sejam todos um, como tu, Pai, o és em mim, e eu em ti, para que também eles sejam um em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste. ²²Eu dei-lhes a glória que tu me deste, para que sejam um, como também nós somos um. ²³Eu neles, e tu em mim, para que sejam consumados na unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste, como amaste também a mim. ²⁴Pai, quero que, onde eu estou, estejam também comigo aqueles que me deste, para que vejam a glória que me deste, porque me amaste antes da criação do mundo. ²⁵Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci; e estes conheceram que tu me enviaste. ²⁶Eu fiz e farei com que conheçam o teu nome, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles.”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Padre Manuel Gómez González nasceu em 29 de maio de 1877, em São José de Ribarteme, na Diocese de Tuy, na Espanha.
Ordenado sacerdote em 24 de maio de 1902, exerceu seu ministério inicialmente em sua diocese natal. Mais tarde, devido à perseguição política e religiosa em Portugal, onde estava exercendo seu ministério, saiu do país e foi acolhido no Brasil pela Diocese de Santa Maria (RS), onde chegou em 1913. Trabalhou primeiro como pároco em Saudade e, depois, em Nonoai, dedicando-se especialmente à evangelização dos mais pobres e ao cuidado pastoral dos indígenas Kaingang.
Adílio Daronch nasceu em 25 de outubro de 1908, no Rio Grande do Sul. Sua família se mudou para Nonoai em 1913, e ele tornou-se coroinha e aluno da escola fundada pelo Padre Manuel. Com apenas 15 anos, acompanhava o sacerdote em longas viagens missionárias, sendo seu fiel companheiro e ajudante nas visitas pastorais, inclusive entre os indígenas.
“Desejando trazer a graça de Deus e proclamar a Boa-Nova”, Padre Manuel e Adílio partiram juntos em missão rumo à floresta de Três Passos (RS), mesmo sabendo dos perigos que envolviam a região, tomada por conflitos. Ao longo do caminho, celebraram a Santa Missa e administraram os sacramentos, e o padre exortou os revolucionários locais a viverem o respeito mútuo em nome da fé cristã.
Sua firme posição, no entanto, desagradou os mais radicais, que passaram a vê-lo com desconfiança, e, em 21 de maio de 1924, os dois missionários foram levados por militares a uma área isolada da floresta, onde caíram numa emboscada.
Amarrados a duas árvores, Padre Manuel e Adílio foram fuzilados por causa da fé que professavam e anunciavam.
Em 16 de dezembro de 2006, o Papa Bento XVI reconheceu oficialmente o martírio desses dois servos fiéis de Cristo.
Beatos Padre Manuel González e Beato Adílio Daronch, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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