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Maio de 2026
¹³ᵇo rei Agripa e Berenice foram a Cesareia para saudar Festo. ¹⁴E, demorando-se ali muitos dias, Festo falou de Paulo ao rei, dizendo: “Encontra-se aqui um certo homem, que Félix deixou prisioneiro. ¹⁵Quando estive em Jerusalém, foram ter comigo os príncipes dos sacerdotes e os anciãos dos judeus, pedindo a sua condenação. ¹⁶Respondi-lhes que não era costume dos romanos condenar homem algum antes de o acusado ter presentes os seus acusadores, e antes de se lhe dar o direito de defesa para se lavar dos crimes de que o acusam. ¹⁷Quando eles acudiram aqui sem a menor demora, no dia seguinte, sentando-me no meu tribunal, mandei trazer esse homem. ¹⁸Comparecendo os seus acusadores, nenhum delito lhe imputava dos que eu suspeitava, ¹⁹mas tinham só contra ele algumas questões sobre a sua superstição, e sobre um certo Jesus já morto, o qual Paulo afirmava viver. ²⁰Estando eu embaraçado sobre semelhante questão, perguntei-lhe se queria ir a Jerusalém, e ali ser julgado destas coisas. ²¹Mas como Paulo apelou para que ficasse reservado ao julgamento de Augusto, ordenei que fosse guardado, até que eu o remetesse a César”.
Palavra do Senhor.
¹ Do mesmo Davi. Bendize, ó minha alma, o Senhor, e tudo que há em mim, [bendiga] o seu santo nome.
² Bendize, ó minha alma, o Senhor, e não esqueças nenhum dos seus benefícios. R.
¹¹ Porque, assim como está o céu acima da terra, assim firmou a sua misericórdia sobre os que o temem.
¹² Quanto o oriente dista do ocidente, tanto ele afastou de nós as nossas maldades. R.
¹⁹ O Senhor preparou o seu trono no céu, e o seu reino dominará sobre todos.
²⁰ᵃ Bendizei o Senhor, vós todos os seus anjos,
²⁰ᵇ que sois poderosos e fortes, que sois executores da sua palavra, R.
¹⁵Depois que comeram, perguntou Jesus a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?”. Ele respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Disse-lhe Jesus: “Apascenta os meus cordeiros”. ¹⁶Perguntou-lhe outra vez: “Simão, filho de João, tu me amas?”. Ele respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Disse-lhe Jesus: “Apascenta os meus cordeiros”. ¹⁷Perguntou-lhe pela terceira vez: “Simão, filho de João, amas-me?”. Pedro ficou triste, porque, pela terceira vez, lhe perguntava: “Amas-me?”. E respondeu-lhe: “Senhor, tu conheces tudo. Tu sabes que eu te amo”. Disse-lhe Jesus: “Apascenta as minhas ovelhas”. ¹⁸“Em verdade, em verdade te digo: quando tu eras mais moço, cingias-te a ti mesmo e ias aonde desejavas; mas, quando fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá e te levará para onde tu não queres”. ¹⁹E disse isto para indicar com que gênero de morte havia [Pedro] de dar glória a Deus. Então, depois de assim ter falado, disse-lhe: “Segue-me”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Rita de Cássia nasceu por volta de 1371, na Úmbria, Itália. Filha de camponeses humildes e pacificadores, recebeu o nome de batismo Margarida Lotti, sendo chamada carinhosamente de “Rita”.
Desde a infância, Santa Rita desejava ser religiosa e consagrar-se inteiramente a Deus, no entanto, por obediência aos pais, casou-se com Paolo Ferdinando, um homem infiel e dado à bebida. Por dezoito anos, Rita enfrentou grandes sofrimentos no matrimônio, sustentada apenas pela fé e pela certeza de que Deus preparava algo maior. Com paciência e oração constante, ela conseguiu a conversão de seu marido.
Apesar da conversão, Paolo ainda carregava antigas inimizades. Um dia, saiu para o trabalho e não voltou: havia sido assassinado. Seus dois filhos desejaram vingar a morte do pai, mas Rita rezou fervorosamente para que Deus os impedisse de cometer esse pecado. Pouco tempo depois, os filhos adoeceram gravemente, e antes de morrerem, perdoaram os assassinos, alcançando a paz que a mãe tanto suplicava.
Viúva e sem filhos, Rita voltou a desejar aquilo que já trazia no coração desde menina: consagrar-se a Deus na vida religiosa. Tentou ingressar no convento das Irmãs Agostinianas, mas teve sua entrada recusada, pois as religiosas duvidaram da autenticidade de sua vocação.
Mas a vocação de Rita era verdadeira, tanto que uma noite, em sonho, ouviu o Senhor chamá-la três vezes. Ao abrir a porta, viu São Nicolau, São Francisco e São João Batista, que a convidaram a segui-los, Rita caminhou com eles pelas ruas até cair em êxtase. Ao despertar, estava milagrosamente dentro do mosteiro, cujas portas permaneciam trancadas. As religiosas, diante do sinal divino, reconheceram a vontade de Deus e aceitaram Rita, que ali viveu por quarenta anos.
Em uma oração pediu a Jesus que pudesse participar de Sua dor, assim um espinho da coroa cravou-se em sua testa, causando uma ferida profunda que permaneceu por quinze anos.
No dia 22 de maio de 1457, aos 76 anos, Santa Rita faleceu. No momento de sua morte, o sino do convento tocou sozinho, e seu corpo começou a exalar um perfume de rosas.
Santa Rita foi beatificada em 1627, em Roma, pelo Papa Urbano VIII, e canonizada em 24 de maio de 1900 pelo Papa Leão XIII. Sua festa litúrgica é celebrada em 22 de maio. A devoção a Santa Rita de Cássia é imensa em todo o Brasil, onde ela é invocada como poderosa intercessora das famílias e das causas impossíveis.
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“Nunca é tarde demais para mudar a direção da sua vida. Sempre haverá uma nova rota ou uma nova chance de recomeço.” - Santa Rita de Cássia
Santa Rita de Cássia, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica