Baixe o aplicativo gratuitamente
Maio de 2026
¹⁶Quando chegamos a Roma, foi permitido a Paulo que ficasse onde quisesse com um soldado a guardá-lo. ¹⁷Três dias depois, Paulo convocou os principais judeus. Tendo-se eles reunido, disse-lhes: “Eu, homens irmãos, sem ter feito nada contra o povo, nem contra os costumes de nossos pais, fui preso em Jerusalém e entregue nas mãos dos romanos, ¹⁸os quais, tendo-me examinado, quiseram soltar-me, visto que não achavam em mim crime algum digno de morte. ¹⁹Mas, opondo-se os judeus, vi-me obrigado a apelar a César, sem intentar, contudo, acusar em alguma coisa a minha nação. ²⁰Por esta causa, pois, pedi para vos ver e vos falar. Porquanto é por causa da esperança de Israel que estou preso com esta cadeia”. ³⁰Dois anos inteiros permaneceu Paulo num aposento que alugara, e recebia todos os que iam ter com ele, ³¹pregando o reino de Deus e ensinando as coisas que são do Senhor Jesus Cristo, com toda a liberdade, sem proibição.
Palavra do Senhor.
⁵ O Senhor habita no seu santo templo, o trono do Senhor está no céu. Os seus olhos olham para o pobre, as suas pálpebras examinam os filhos dos homens. R.
⁶ O Senhor sonda o justo e o ímpio, e o que ama a iniquidade odeia a sua alma.
⁸ Porque o Senhor é justo e ama a justiça; o seu rosto olha para a equidade. R.
²⁰Pedro, tendo-se voltado, viu que o seguia aquele discípulo que Jesus amava, o qual na ceia estivera reclinado sobre o seu peito e lhe perguntara: “Senhor, quem é que te há de entregar?”. ²¹Por isso Pedro, ao vê-lo, disse a Jesus: “Senhor, e deste, que será?”. ²²Disse-lhe Jesus: “Se eu quero que ele fique até que eu venha, que tens tu com isso? Tu segues-me”. ²³Correu logo este rumor entre os irmãos de que aquele discípulo não morreria. Mas não disse Jesus que ele não morreria, e sim: “Se eu quero que ele fique até que eu venha, que tens tu com isso?”. ²⁴Este é aquele discípulo que dá testemunho destas coisas e que as escreveu, e sabemos que é verdadeiro o seu testemunho. ²⁵Muitas outras coisas fez Jesus, as quais, se se escrevessem uma por uma, creio que nem no mundo inteiro poderiam caber os livros que seria preciso escrever.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
João Batista de Rossi nasceu em 22 de fevereiro de 1698, na Itália.
Ainda criança foi enviado para Gênova, onde trabalhou como pajem para uma família rica. Aos 13 anos mudou-se para Roma, a convite de seu primo Lourenço Rossi, que era sacerdote.
João Batista cursou Filosofia no Colégio Romano, dirigido pelos jesuítas, e, em seguida, teologia com os dominicanos de Minerva, onde desenvolveu um profundo conhecimento da doutrina cristã. Foi ordenado sacerdote em 1721, com apenas 23 anos de idade, e consagrou seu ministério à direção espiritual, ao acolhimento dos necessitados e ao apostolado junto aos pobres e marginalizados.
Inspirado por São Luiz Gonzaga, a quem tinha profunda devoção, encontrou no Sacramento da Reconciliação um dos principais caminhos de seu apostolado. Tornou-se um confessor extremamente procurado e dedicado, e afirmava com convicção: “Eu não sabia o caminho mais curto para ir ao paraíso, mas agora já sei: é dirigir os outros na confissão… quanto bem aí se pode fazer!”. Por seu testemunho, tornou-se confessor oficial das Irmãs da Caridade e instrumento de grande conversão.
Desejoso de fazer ainda mais pela caridade, fundou a “Pia União de Sacerdotes Seculares”, que dirigiu durante alguns anos. A obra cresceu e se multiplicou. João Batista também foi responsável pela criação da Casa de Santa Gala, voltada ao acolhimento de homens necessitados, e da Casa de São Luiz Gonzaga, destinada ao amparo de mulheres em situação de vulnerabilidade.
Depois de uma vida inteira de serviço e entrega, João Batista de Rossi faleceu em 23 de maio de 1764, aos 66 anos. Era tão pobre que não havia recursos para seu próprio funeral, o qual foi custeado por fiéis devotos, agradecidos pelo bem que receberam de suas mãos. Sua santidade foi reconhecida oficialmente em 1881, quando foi canonizado pelo Papa Leão XIII.
São João Batista de Rossi, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
Assine a Minha Biblioteca Católica
Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa