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Maio de 2026
⁹E o Senhor Deus chamou por Adão e lhe disse: “Onde estás?”. ¹⁰E ele respondeu: “Ouvi a tua voz no paraíso e tive medo, porque estava nu, e escondi-me”. ¹¹Disse-lhe Deus: “Mas quem te fez conhecer que estavas nu, senão o ter comido da árvore de que eu te tinha ordenado que não comesses?”. ¹²Adão disse: “A mulher que me deste por companheira deu-me [do fruto] da árvore, e comi”. ¹³E o Senhor Deus disse para a mulher: “Por que fizeste tu isto?”. Ela respondeu: “A serpente enganou-me, e comi”. ¹⁴E o Senhor Deus disse à serpente: “Pois que fizeste isto, és maldita entre todos os animais e bestas da terra: rastejarás sobre o teu peito e comerás terra todos os dias da tua vida. ¹⁵Porei inimizades entre ti e a mulher e entre a tua descendência e a descendência dela. Ela te pisará a cabeça, e tu armarás traições ao seu calcanhar”. ²⁰E Adão pôs à sua mulher o nome de Eva, porque ela era a mãe de todos os viventes.
Palavra do Senhor.
Ou:
¹²Então voltaram para Jerusalém, do monte que se chama das Oliveiras, que está perto de Jerusalém, à distância da jornada de um sábado. ¹³Ao chegarem, subiram ao cenáculo, onde permaneciam Pedro e João, Tiago e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, e Simão, o Zelote, e Judas, irmão de Tiago. ¹⁴Todos estes perseveravam unanimemente em oração, com as mulheres, com Maria, Mãe de Jesus, e com os irmãos dele.
Palavra do Senhor.
¹ Dos filhos de Coré: Salmo, cântico. Os seus fundamentos estão sobre os montes santos.
² O Senhor ama as portas de Sião mais que todos os tabernáculos de Jacó. R.
³ Coisas gloriosas se têm dito de ti, ó cidade de Deus!
⁵ Porventura não se dirá a Sião: “Um grande número de homens nasceu nela, e o próprio Altíssimo a fundou?”. R.
⁶ [Só] o Senhor poderá contar, no registro dos povos e dos príncipes, o número daqueles que nela estiveram.
⁷ Estão todos cheios de alegria [ó Sião] os que dentro de ti habitam. R.
²⁵Entretanto estavam de pé junto à cruz de Jesus sua Mãe, e a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. ²⁶Jesus, ao ver sua Mãe e o discípulo que ele amava, o qual estava presente, disse à sua Mãe: “Mulher, eis aí o teu filho”. ²⁷Depois disse ao discípulo: “Eis aí a tua Mãe”. E, daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. Morte de Jesus ²⁸Depois, sabendo Jesus que tudo estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: “Tenho sede”. ²⁹Tinha sido ali posto um vaso cheio de vinagre, e [os soldados], ensopando no vinagre uma esponja e atando-a a um hissopo, chegaram-lhe à boca. ³⁰Então Jesus, depois de tomar o vinagre, disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito. ³¹Ora, os judeus, visto que era a Parasceve, não admitindo que ficassem os corpos na cruz no sábado, porque aquele dia de sábado era de grande solenidade, rogaram a Pilatos que lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados. ³²Foram os soldados e quebraram as pernas ao primeiro e ao outro com quem ele fora crucificado. ³³Mas, quando chegaram a Jesus, ao verem que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; ³⁴no entanto, um dos soldados abriu-lhe um lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Nascida na Itália em 1556,Santa Maria Madalena de Pazzi recebeu o nome de Catarina. Revelou uma sensibilidade espiritual incomum desde a infância: quando sua mãe voltava da Missa, a abraçava com ardor, mas só se ela tivesse comungado. Antes mesmo de aprender a ler, já fora agraciada com o dom da oração. Aos sete anos, passou a se confessar e, aos dez, ao receber a Primeira Comunhão, consagrou a Deus sua virgindade.
Com apenas 15 anos, muitos a pretendiam em casamento, não apenas por sua beleza e posição social, mas principalmente por suas virtudes. No entanto, seus pais compreenderam o chamado da filha e acolheram sua decisão de tornar-se esposa de Cristo.
Aos 16 anos, Catarina escolheu o Carmelo como seu lugar de entrega total, entrou para o convento de Santa Maria dos Anjos, em 1582, e tomou o nome de Maria Madalena de Pazzi. Sua profissão religiosa aconteceu na Solenidade da Santíssima Trindade, ocasião em que permaneceu em êxtase por várias horas, tomada pelo amor a Deus.
Sua vida religiosa foi marcada por intensas experiências místicas. Era comum entrar em êxtase durante a oração, a penitência e a contemplação. Mas nem só de consolações foi feita sua vida. Por cinco anos, Santa Maria Madalena de Pazzi atravessou um deserto espiritual de escuridão, tentações e aridez profunda — verdadeira purificação de sua alma.
Suas enfermidades também foram intensas e constantes. Desde os primeiros anos no convento, seu corpo frágil padecia de dores crescentes, das quais nunca se queixou, suportando tudo em silêncio, oferecendo-se totalmente à Paixão de Jesus.
Faleceu com apenas 41 anos, no dia 25 de maio de 1607. Foi beatificada pelo Papa Urbano VIII, em 1626, e canonizada por Clemente IX, em 1669.
“Eu vivo, eu vivo, mas não sou eu que vivo, é Jesus Cristo que vive em mim” - Santa Maria Madalena de Pazzi
Santa Maria Madalena de Pazzi, rogai por nós.
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