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Maio de 2026
²Que a graça e a paz aumentem em vós cada vez mais pelo conhecimento de Deus e de Jesus Cristo Nosso Senhor. ³Assim como o seu divino poder nos deu todas as coisas que dizem respeito à vida e à piedade, por meio do conhecimento daquele que nos chamou pela sua glória e virtude, ⁴assim também por ele mesmo nos deu Deus tão grandes e preciosas promessas, a fim de que por elas vos torneis participantes da natureza divina, fugindo da corrupção da concupiscência que há no mundo. ⁵Por isso mesmo, vós, aplicando todo o cuidado, juntai à vossa fé a virtude, à virtude a ciência, ⁶à ciência a temperança, à temperança a paciência, à paciência a piedade, ⁷à piedade o amor fraterno, ao amor fraterno a caridade.
Palavra do Senhor.
¹ Cântico de louvor, de Davi. O que habita à sombra do Altíssimo, na proteção do Deus do céu descansará.
² Dirá ao Senhor: “Tu és o meu defensor e o meu refúgio; o meu Deus, em quem esperarei”. R.
¹⁴ “Porque esperou em mim, livrá-lo-ei; protegê-lo-ei, pois conheceu o meu nome.
¹⁵ᵃ Clamará a mim, e eu o ouvirei;
¹⁵ᵇ com ele estou na tribulação. R.
¹⁵ᶜ Eu o livrarei e glorificarei.
¹⁶ Eu o encherei de dias e lhe mostrarei a minha salvação”. R.
¹E começou a falar-lhes em parábolas: “Um homem plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar e edificou uma torre, depois arrendou-a a uns lavradores e ausentou-se para longe. ²E, chegado o tempo, enviou aos lavradores um servo para receber deles a sua parte dos frutos da vinha. ³Mas eles o apanharam, bateram-lhe e reenviaram-no de mãos vazias. ⁴Ele enviou-lhes de novo outro servo, e também a este o feriram na cabeça, e o cobriram de afrontas. ⁵Enviou de novo outro, e mataram-no; e muitos outros, dos quais bateram nuns e mataram outros. ⁶Tendo ainda um filho querido, também o enviou por último, dizendo: ‘Terão respeito a meu filho’. ⁷Porém os lavradores disseram entre si: ‘Este é o herdeiro; vamos, matemo-lo, e será nossa a herança’. ⁸Então, pegando-o, mataram-no e lançaram-no fora da vinha. ⁹Que fará, pois, o senhor da vinha? Virá e exterminará os lavradores, e dará a vinha a outros. ¹⁰Vós nunca lestes este lugar da Escritura: A pedra rejeitada pelos construtores foi posta por pedra angular? ¹¹Foi o Senhor que fez isto, e é coisa admirável aos nossos olhos.” ¹²E procuravam apoderar-se dele, porque entenderam que tinha dito esta parábola contra eles, mas temeram o povo. Então, deixando-o, retiraram-se.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Nascido em Siquém, na Palestina, São Justino veio de uma família pagã e cresceu sem conhecer Jesus. Mas desde cedo buscou a verdade com intensidade. Estudou as grandes escolas filosóficas e se dedicou profundamente ao pensamento de Platão, chegando a retirar-se para um ermo em busca de sabedoria.
Foi ali que um ancião, em conversa sobre filosofia, lhe apresentou os profetas, a fé e a figura de Jesus Cristo. Disse-lhe: “Eleva tua alma em profunda oração ao céu, para que se abram as portas do Santuário da verdade...”
Justino foi batizado por volta do ano 130, em Éfeso, e passou a defender corajosamente a fé cristã, especialmente diante da perseguição e das falsas acusações, admirando a virtude dos cristãos.
Como filósofo convertido, evangelizava com profundidade entre os letrados e escreveu obras que conservam a doutrina apostólica com clareza. Foi o primeiro grande Padre da Igreja após os Padres Apostólicos.
Preso e julgado injustamente, respondeu com firmeza: “Um homem de bem não abandona a fé para abraçar o erro.” Foi flagelado e decapitado por seguir a Cristo no ano de 167.
“Os cristãos vivem na carne, mas não segundo a carne; perseguidos pelo mundo, amam a todos; neles são conhecidos os vícios, que nos outros se descobrem; nos cristãos é perseguida a inocência, que não é reconhecida; são martirizados até a morte, e a morte lhes dá a vida; pobres que são, enriquecem a muitos outros; falta-lhes tudo, e possuem tudo em abundância; são tratados com desprezo, e nisto se sentem honrados.” - São Justino
São Justino, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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