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Maio de 2026
⁴ᵇ[Moisés], levantando-se de noite, subiu ao monte Sinai, conforme o Senhor lhe tinha ordenado, levando consigo as tábuas. ⁵Quando o Senhor desceu na nuvem, esteve Moisés com ele, pronunciando o nome do Senhor. ⁶E passando o Senhor diante dele, [Moisés] disse: “Dominador, Senhor Deus, misericordioso e clemente, paciente e de muita misericórdia, e verdadeiro, ⁸E imediatamente Moisés se prostrou e se curvou até a terra e, adorando, ⁹disse: “Senhor, se eu achei graça em tua presença, peço-te que venhas conosco (porque este povo é de cerviz dura) e que tires as nossas iniquidades e pecados, e que tomes posse de nós”.
Palavra do Senhor.
⁵² “Tu és bendito, Senhor Deus de nossos pais; e digno de ser louvado, glorificado e exaltado para sempre; bendito é o teu nome santo e glorioso, e digno de todo o louvor e exaltação para sempre. R.
⁵³ Tu és bendito no santo templo da tua glória e levantado acima de todo o louvor e de toda a glória por todos os séculos. R.
⁵⁴ Tu és bendito sobre o trono do teu reino, e elevado acima de todo o louvor e de toda a glória por todos os séculos. R.
⁵⁵ Tu és bendito, tu que penetras o fundo dos abismos, e estás assentado sobre os Querubins; tu és digno de louvor e de glória por todos os séculos. R.
⁵⁶ Tu és bendito no firmamento do céu e digno de louvor e de glória por todos os séculos. R.
¹¹Quanto ao mais, irmãos, alegrai-vos, sede perfeitos, admoestai-vos, tende um mesmo sentimento, tende paz, e o Deus da paz e da caridade será convosco. ¹²Saudai-vos uns aos outros em ósculo santo. Todos os santos vos saúdam. ¹³A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, e a caridade de Deus, e a comunicação do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.
Palavra do Senhor.
¹⁶Porque Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu seu filho Unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ¹⁷Pois Deus não enviou seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. ¹⁸Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não crê no nome do Filho Unigênito de Deus.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Félix nasceu em 5 de novembro de 1715, em Nicosia, na Sicília, em uma família simples com quem aprendeu desde cedo o ofício de sapateiro.
Aos 28 anos, foi aceito na Ordem dos Frades Capuchinhos, após anos de recusas, e passou a viver no convento de sua terra natal.
Félix era analfabeto, mas “doutor” em humildade. No convento, servia como porteiro, sapateiro e enfermeiro, fora dele, era catequista das crianças e conselheiro do povo. Mesmo sofrendo provações, respondia com paciência, silêncio e obediência, tornando-se um exemplo vivo de penitência e caridade.
Homem de oração profunda, passava longas horas diante do Santíssimo e cultivava intensa devoção a Nossa Senhora das Dores.
Faleceu em 31 de maio de 1787, aos 72 anos, pedindo obediência até morrer. Foi canonizado em 23 de outubro de 2005, por Bento XVI.
São Félix de Nicosia, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
Hoje celebramos a Solenidade da Santíssima Trindade: um só Deus em três pessoas — Pai, Filho e Espírito Santo.
A Santíssima Trindade é o mistério central da fé cristã e está presente na invocação mais fundamental da vida católica: "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Esta fórmula não é apenas uma tradição ritual, mas a expressão de uma realidade profunda e misteriosa, revelada por Deus e acolhida pela Igreja. Esse mistério da nossa fé deve ser entendido no sentido estrito: algo que ultrapassa a razão humana, que não se explica apenas por argumentos lógicos, mas que se reconhece com o coração.
Nenhum católico, por mais sábio ou estudioso que seja, será capaz de compreender plenamente a Trindade por suas próprias forças. No entanto, no íntimo da alma, sabemos que essa verdade é real. Quanto mais nos aproximamos de Deus, maior é a certeza dessa verdade — mesmo sem compreendê-la por completo. Sabemos, por fé, que Deus é Um só, mas existe em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Não são três deuses, nem partes de um Deus dividido, mas um só Deus em três Pessoas distintas, iguais em poder, glória e eternidade.
Santo Tomás de Aquino dizia que ao tratar da Trindade é preciso humildade, pois neste campo o erro é perigoso, a investigação é penosa, mas os frutos são abundantes.
A Trindade é, desde sempre, uma realidade presente na vida da Igreja. Desde os primeiros séculos, os cristãos batizam em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, como ensinou o próprio Jesus. Não é à toa que as primeiras grandes heresias que a Igreja combateu estavam ligadas a este mistério: negar a divindade do Filho ou do Espírito Santo era ferir a unidade e a verdade do Deus trino.
Quanto às atribuições de cada Pessoa, a tradição da Igreja nos ensina a reconhecer, sem divisão, certas obras e manifestações associadas a cada uma. Deus Pai é a origem de tudo, o Criador, que deseja nos fazer seus filhos e nos acolher na Sua glória. Deus Filho é o Verbo encarnado, que nos revela o Pai e caminha conosco como Salvador e Mestre. Deus Espírito Santo é o Amor que nos santifica, guia e fortalece na caminhada. Ainda assim, onde age uma Pessoa da Trindade, agem as outras duas, pois Deus é inseparável em sua essência.
Que esta solenidade nos inspire a buscar uma vida mais profunda de oração, de comunhão e de amor, e que um dia, na glória do céu, possamos contemplar plenamente esse Deus Uno e Trino.
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Autor: Redação Biblioteca Católica