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Maio de 2026
¹⁷Mas vós, caríssimos, lembrai-vos das palavras preditas pelos Apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo, ²⁰ᵇedificando-vos a vós mesmos sobre o fundamento da vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo, ²¹conservai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna. ²²Repreendei os que estão já como que julgados, ²³e salvai os outros, arrebatando-os do fogo. Quanto aos demais, tende compaixão com temor, odiando até a túnica que está contaminada da carne. ²⁴E àquele que é poderoso para vos conservar sem pecado, e para vos apresentar imaculados e cheios de alegria diante da sua glória, na vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo; ²⁵ao Deus único, Salvador nosso, por Jesus Cristo Nosso Senhor, seja dada glória e magnificência, império e poder, antes de todos os séculos, e agora e por todos os séculos dos séculos. Amém.
Palavra do Senhor.
² Ó Deus, ó meu Deus, a ti vigio desde a aurora. De ti está sedenta a minha alma. E de quantas maneiras a minha carne! R.
³ Em terra deserta, intransitável e sem água, nela me apresentei a ti como no santuário, para contemplar o teu poder e a tua glória.
⁴ Porque a tua misericórdia é melhor que as vidas, os meus lábios te louvarão. R.
⁵ Assim te bendirei em minha vida.
⁶ Como de banha e de gordura seja farta a minha alma, e com lábios de júbilo te louvará a minha boca. R.
²⁷Então voltaram de novo a Jerusalém. Enquanto andava Jesus pelo templo, aproximaram-se dele os príncipes dos sacerdotes, os escribas e os anciãos, ²⁸e disseram-lhe: “Com que autoridade fazes tu estas coisas? E quem te deu o poder de fazer tais coisas?”. ²⁹Jesus respondeu-lhes: “Eu também vos farei uma pergunta. Respondei-me, e eu vos direi com que autoridade faço estas coisas: ³⁰o batismo de João era do céu ou dos homens? Respondei-me”. ³¹Mas eles pensavam consigo: “Se nós dissermos: ‘Do céu’, ele dirá: ‘Por que razão, logo, não crestes nele?’ ³²Se dissermos: ‘Dos homens’, temos medo do povo”; porque todos tinham a João por um verdadeiro profeta. ³³Então, respondendo, disseram a Jesus: “Não sabemos”. Ao que lhes respondeu Jesus: “Pois nem eu tão pouco vos direi com que autoridade faço estas coisas”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Joana d’Arc nasceu em 1412, em um pequeno vilarejo da França, filha de camponeses simples e católicos. Embora não soubesse ler nem escrever, aprendeu com a mãe a amar a Deus e a Igreja.
Aos 13 anos, Joana começou a viver experiências espirituais extraordinárias. Certa vez, rezava na igreja de seu povoado e passou a ouvir “vozes misteriosas”, que identificava como sendo do Arcanjo São Miguel, de Santa Catarina de Alexandria e de Santa Margarida de Antioquia. Essas vozes lhe confiaram uma missão inimaginável: libertar a França, então em grande parte dominada pelos ingleses.
Com fé inabalável, Joana dirigiu-se até Carlos VII e, diante dele, revelou segredos que não teria como saber por meios humanos, como sinal claro de sua inspiração divina. Carlos VII, então, coloca as tropas do seu exército nas mãos da jovem camponesa de 17 anos, Joana d’Arc, que desta forma, se torna verdadeiramente líder do exército francês, iniciando em 1429, quando liderou uma expedição militar até Orleans.
Joana levava consigo uma bandeira com os nomes de Jesus e Maria e uma imagem do Pai Eterno. O exército francês, até então abatido, foi inflamado por sua coragem e liderança, e Orleans foi libertada.
A jovem guerreira não apenas conquistava territórios, mas também evangelizava, tanto que sua presença no exército provocou verdadeira transformação moral: expulsou prostitutas dos acampamentos, incentivou a participação dos soldados na Santa Missa e nos sacramentos, e mantinha a modéstia mesmo em meio à guerra.
Mas sua fidelidade lhe custaria caro, pois, anos depois, Joana foi capturada pelos ingleses e levada para Ruão, onde foi trancada em uma jaula de ferro. Julgada por mais de cem prelados e teólogos, foi injustamente condenada sob acusações de heresia, idolatria e invocação de demônios.
Em 30 de maio de 1431, com apenas 19 anos, foi queimada viva em praça pública. Durante o suplício, segurava uma cruz junto ao peito e invocava, com fé ardente, o nome de Jesus seis vezes antes de morrer. Suas cinzas foram lançadas ao rio Sena, mas seu testemunho não se apagou.Joana jamais derramou uma gota de sangue, mas travou batalhas com coragem, oração e total entrega à vontade de Deus.
Séculos depois, o julgamento foi revisto e anulado. Em 1909, foi beatificada por São Pio X e, em 1920, canonizada por Bento XV.
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"Se não estou em estado de graça, que Deus me coloque nele; se estou, que Deus me conserve nele.Eu seria a pessoa mais triste do mundo se soubesse que não estou na graça de Deus" - Santa Joana d’Arc
Santa Joana d’Arc, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica