Baixe o aplicativo gratuitamente
Maio de 2026
⁷Ora, o fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sede prudentes e vigiai nas orações. ⁸E sobretudo mantende com perseverança entre vós mesmos a caridade mútua, porque a caridade cobre a multidão dos pecados. ⁹Exercei a hospitalidade uns com os outros, sem murmuração; ¹⁰cada um, segundo o dom que recebeu, comunique-o aos outros, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. ¹¹Se alguém fala, fale com palavras de Deus; se alguém exerce um ministério, exerça-o como por uma virtude que Deus dá, para que em todas as coisas seja Deus honrado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o império pelos séculos dos séculos. Amém. ¹²Caríssimos, não vos perturbeis com o fogo [da tribulação], que se acendeu no meio de vós para vos provar, como se vos acontecesse alguma coisa de extraordinário, ¹³mas alegrai-vos de serdes participantes dos sofrimentos de Cristo, para que vos alegreis também e exulteis, quando se manifestar a sua glória.
Palavra do Senhor.
¹⁰ Dizei entre as nações que o Senhor reina. Porque firmou toda a terra, que não será abalada; ele julgará os povos com equidade. R.
¹¹ Alegrem-se os céus, e regozije-se a terra, comova-se o mar e o que ele contém.
¹² Alegrar-se-ão os campos e todas as coisas que neles há. Então se regozijarão todas as árvores das selvas R.
¹³ à vista do Senhor, porque vem, porque vem julgar a terra. Julgará toda a terra com equidade, e os povos segundo a sua verdade. R.
¹¹Ao entrar em Jerusalém, dirigiu-se ao templo. Depois de observar tudo à sua volta, como fosse já tarde, foi para Betânia com os doze. ¹²No dia seguinte, depois que saíram de Betânia, teve fome. ¹³Avistando ao longe uma figueira com folhas, foi lá ver se encontrava nela alguma coisa. Quando chegou a ela, nada encontrou senão folhas, porque não era tempo de figos. ¹⁴Então disse à figueira: “Nunca jamais coma alguém fruto de ti”. E os seus discípulos ouviram isso. ¹⁵Chegaram, pois, a Jerusalém. Ao entrar no templo, começou a expulsar os que ali vendiam e compravam, e derrubou as mesas dos banqueiros e as cadeiras dos que vendiam pombas. ¹⁶E não consentia que ninguém transportasse objeto algum pelo templo, ¹⁷e os ensinava, dizendo-lhes: “Porventura não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todas as gentes? Mas vós fizestes dela um covil de ladrões”. ¹⁸Ouvindo isto os príncipes dos sacerdotes e os escribas, procuravam o modo de o perderem, porque o temiam, visto que todo o povo admirava a sua doutrina. ¹⁹Quando caiu a tarde, deixou a cidade. ²⁰Ora, pela manhã, ao passarem, viram a figueira seca até às raízes. ²¹E Pedro, recordando-se, disse-lhe: “Olha, Mestre, como se secou a figueira que tu amaldiçoaste”. ²²Ao que Jesus respondeu: “Tende fé em Deus. ²³Em verdade vos digo que todo o que disser a este monte: ‘Tira-te e lança-te no mar’, e não hesitar no seu coração, mas tiver fé de que tudo o que disser será feito, lhe será feito. ²⁴Por isso vos digo: todas as coisas que pedirdes em oração, crede que as haveis de conseguir, e as obtereis. ²⁵E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, para que também vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe os vossos pecados. ²⁶Porque se vós não perdoardes, também o vosso Pai, que está nos céus, não vos perdoará os vossos pecados”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Nascida no seio de uma família nobre e cristã, Julia Maria Urszula Ledóchowska veio ao mundo em 17 de abril de 1865, em Loosdorf, na Áustria. Era a segunda de sete filhos. Três de seus irmãos também escolheram a vida consagrada, entre eles o beato Władysław Ledóchowski.
Desde jovem, Úrsula se destacava por sua inteligência, amor a Deus e sensibilidade diante das necessidades da juventude, e, em uma época de grandes mudanças sociais, morais e políticas, ela não ficou indiferente. Com apenas 24 anos, entrou para o convento das Ursulinas em Cracóvia e, ao fazer seus votos, assumiu o nome de Maria Úrsula de Jesus.
Durante 21 anos, viveu no convento de Cracóvia, mas o amor missionário logo a impeliu a ir além. Enviada para São Petersburgo com a bênção do Papa Pio X, viveu em um ambiente hostil à fé. Vestida à paisana, pois a vida religiosa era proibida na Rússia, atuava com coragem na formação de jovens e na evangelização, mesmo sob constante vigilância da polícia secreta.
Expulsa pela guerra de 1914, seguiu para a Escandinávia, onde continuou sua missão em países como Suécia, Dinamarca e Noruega, destacando-se por sua atuação junto às igrejas locais, às vítimas da guerra e pelo diálogo ecumênico.
Em todos os lugares por onde passava, a caridade era sua linguagem universal. E, quando lhe perguntavam qual era sua orientação política, respondia com simplicidade: “Minha política é o amor.”
Em 1920, retornou à Polônia com um grupo de freiras e órfãos. Foi então que a Sé Apostólica transformou sua comunidade em uma nova congregação: as Ursulinas do Sagrado Coração de Jesus Agonizante. Com uma espiritualidade centrada na contemplação do amor salvífico de Cristo e no serviço aos mais necessitados, a congregação cresceu rapidamente. Úrsula formava as irmãs no amor a Deus, no sorriso, na humildade e na vivência do cotidiano como caminho de santidade.
Santa Úrsula faleceu em Roma no dia 29 de maio de 1939, e sua canonização foi proclamada por São João Paulo II, que a beatificou no dia 18 de maio de 2003.
“Só sabia amar! Queime, me consuma no amor.” - Santa Úrsula Ledóchowska
Assine a Minha Biblioteca Católica
Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa
Santa Úrsula Ledóchowska, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica