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Maio de 2026
¹Conjuro-te diante de Deus e de Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, pela sua vinda e pelo seu reino: ²prega a palavra, insiste oportuna e inoportunamente, repreende, suplica, admoesta com toda a paciência e doutrina. ³Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina, mas multiplicarão para si mestres conforme os seus desejos, pelo prurido de ouvir. ⁴Então afastarão os ouvidos da verdade, e os aplicarão às fábulas. ⁵Tu, porém, vigia sobre todas as coisas, suporta os trabalhos, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério. Sê sóbrio. ⁶Porque, quanto a mim, estou já para ser oferecido em libação, e o tempo da minha dissolução avizinha-se. ⁷Combati o bom combate, acabei a minha carreira, guardei a fé. ⁸De resto está-me reservada a coroa da justiça que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia – e não só a mim, mas também àqueles que desejam a sua vinda.
Palavra do Senhor.
⁸ Encha-se a minha boca de louvor, para cantar a tua glória e para celebrar todo o dia a tua grandeza.
⁹ Não me desampares no tempo da velhice; quando faltarem-me as forças, não me abandones. R.
¹⁴ Eu, porém, esperarei sempre.
¹⁵ᵃ A minha boca anunciará a tua justiça
¹⁵ᵇ e todo o dia publicará a tua salvação. R.
¹⁶ entrarei na consideração das obras do Senhor; Senhor, lembrar-me-ei somente da tua justiça.
¹⁷ Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha juventude, e eu publicarei as tuas maravilhas até agora. R.
²² Por isso também eu te louvarei ao som de instrumentos pela tua verdade, ó Deus; eu te cantarei salmos ao som da cítara, ó santo de Israel. R.
³⁸E dizia-lhes nos seus ensinamentos: “Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com roupas largas, de serem saudados nas praças, ³⁹e de ocuparem as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes; ⁴⁰e que devoram as casas das viúvas, sob o pretexto de longas orações. Estes serão julgados com maior rigor”. ⁴¹Estando Jesus sentado em frente ao gazofilácio, observava como o povo depositava ali dinheiro, e muitos ricos depositavam em abundância. ⁴²Chegou uma pobre viúva e lançou duas pequenas moedas, que valem um quadrante. ⁴³Chamando os seus discípulos, disse-lhes: “Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu mais que todos os outros que lançaram no gazofilácio. ⁴⁴Porque todos os outros depositaram do que lhes sobrava; esta, porém, em sua penúria, depositou tudo o que tinha, todo o seu sustento”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Norberto nasceu por volta do ano 1080, no norte da Renânia, atual Alemanha. De família nobre, ainda criança foi apresentado ao Capítulo da Catedral de São Vítor, em Xanteno. O imperador Henrique V o escolheu como conselheiro pessoal, e Norberto viveu por um tempo na corte, levando uma vida mundana.
Sua conversão aconteceu em 1115, quando, ao ser surpreendido por uma tempestade enquanto cavalgava, caiu do cavalo e quase morreu. O episódio foi um divisor de águas: profundamente tocado, Norberto abandonou os privilégios da corte e entregou-se à penitência e à vida religiosa. No mesmo dia, foi ordenado diácono e sacerdote, e começou a peregrinar pelas cidades, pregando o Evangelho, denunciando os abusos do clero e promovendo a reconciliação entre inimigos. Seus sermões eram acompanhados por sinais de paz, e ele ficou conhecido por carregar um ramo de oliveira e o livro dos Evangelhos.
Em 1121, fundou a Ordem dos Cônegos Regulares Premonstratenses, seguindo a Regra de Santo Agostinho e marcada por vida comunitária intensa, pobreza, oração e fidelidade radical ao Evangelho.
Em 1126, foi nomeado arcebispo de Magdeburgo, deixando a liderança da Ordem e passando a cuidar da arquidiocese. Defendeu a liberdade da Igreja e apoiou o Papa Inocêncio II contra o antipapa Anacleto II.
Faleceu em Magdeburgo, no dia 6 de junho de 1134.
Reconhecido como o “Apóstolo da Eucaristia”, São Norberto tinha devoção fervorosa ao Santíssimo Sacramento. Antes de qualquer tarefa, fazia questão de celebrar a Santa Missa. Era comum carregar consigo tudo o que precisava para a celebração da Eucaristia em suas longas jornadas a pé, vivendo da providência. Muitos milagres foram atribuídos à sua intercessão durante a celebração da Missa: curas, libertações e reconciliações.
São Norberto, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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