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Junho de 2026
⁹E a sua posteridade será conhecida entre as nações, e a sua descendência no meio dos povos; todos os que os virem, os reconhecerão por serem a linhagem que o Senhor abençoou. ¹⁰Eu me regozijarei sobremaneira no Senhor, e a minha alma exultará no meu Deus; porque ele me revestiu com a roupagem da salvação e me cobriu com o manto da justiça, como o esposo adornado com uma coroa e como a esposa ornada com as suas joias. ¹¹Porque, assim como a terra lança o seu gérmen, e assim como o jardim faz brotar a semente que lhe lançaram, assim o Senhor Deus fará brotar a justiça e o louvor diante de todas as nações.
Palavra do Senhor.
¹ “O meu coração exultou no Senhor, e o meu chifre foi exaltado no meu Deus; a minha boca dilatou-se para responder aos meus inimigos, porque me alegrei na salvação que recebi de ti. R.
⁴ O arco dos fortes quebrou-se, e os fracos foram revestidos de força.
⁵ Os que antes estavam cheios de bens assalariaram-se para terem pão; e os famintos foram saciados; até a estéril teve muitos filhos; e a que tinha muitos perdeu a força [de os ter]. R.
⁶ O Senhor é quem tira a vida e a dá, leva à habitação dos mortos e tira dela.
⁷ O Senhor é quem empobrece e enriquece, quem humilha e exalta. R.
⁸ᵃ Levanta o pobre do pó,
⁸ᵇ e do esterco eleva o indigente,
⁸ᶜ para que se sente com os príncipes
⁸ᵈ e ocupe um trono de glória. R.
⁴¹Seus pais iam todos os anos a Jerusalém no dia solene da Páscoa. ⁴²Quando chegou aos doze anos, eles foram a Jerusalém segundo o costume daquela festa e ⁴³acabados os dias, quando voltaram, ficou o Menino Jesus em Jerusalém, sem que seus pais o advertissem. ⁴⁴Julgando que ele estivesse na comitiva, caminharam uma jornada e depois o procuraram entre os parentes e conhecidos. ⁴⁵Não o encontrando, voltaram a Jerusalém em busca dele. ⁴⁶E aconteceu que, três dias depois, o encontraram no templo sentado no meio dos doutores [da Lei], ouvindo-os e interrogando-os. ⁴⁷E todos os que ouviam estavam maravilhados da sua sabedoria e das suas respostas. ⁴⁸Quando o viram, [seus pais] admiraram-se. E sua Mãe disse-lhe: “Filho, por que procedeste assim conosco? Eis que teu pai e eu te procurávamos cheios de aflição”. ⁴⁹E ele respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabíeis que devo ocupar-me nas coisas de meu Pai?”. ⁵⁰Eles, porém, não entenderam o que lhes disse. ⁵¹Depois, desceu com eles e foi a Nazaré, e era-lhes submisso. Sua mãe guardava todas essas coisas no seu coração.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santo Antônio nasceu em Lisboa, em 1195, com o nome de Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo. É conhecido tanto como Santo Antônio de Lisboa quanto de Pádua, onde faleceu em 13 de junho de 1231.
Aos 15 anos, ingressou na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho e foi ordenado sacerdote aos 24, destacando-se pelos estudos em filosofia e teologia.
O encontro com o carisma franciscano transformou sua vida. Ao conhecer o testemunho dos mártires franciscanos mortos no Marrocos, decidiu deixar a Ordem Agostiniana e abraçar a vida franciscana, escolhendo o nome Antônio em homenagem a Santo Antão.
Foi enviado em missão ao Marrocos, mas adoeceu gravemente e precisou retornar. Acabou sendo conduzido ao encontro com São Francisco de Assis, que reconheceu seu dom para a pregação e o autorizou a ensinar aos frades.
Santo Antônio é conhecido como o "Santo Casamenteiro", por sua fama de interceder por aqueles que buscam um esposo ou esposa e por favorecer casamentos, especialmente entre os mais pobres.
Mas muito além de “casamenteiro”, Santo Antônio se destacou como grande pregador e confessor, combatendo as heresias com firmeza e caridade, especialmente contra os cátaros e albigenses, sendo chamado de "Martelo dos hereges".
Faleceu aos 36 anos, com fama de santidade já em vida. Sua festa é celebrada no dia 13 de junho, e ele é venerado no mundo inteiro como um dos santos mais populares da Igreja.
"Quem não pode fazer grandes coisas, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficará sem recompensa" - Santo Antônio
Santo Antônio, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
A memória do Imaculado Coração de Maria é celebrada no sábado seguinte à solenidade do Sagrado Coração de Jesus.
A devoção tem origem nas Sagradas Escrituras, especialmente no Evangelho de São Lucas, quando se diz que Maria “guardava todas essas coisas em seu coração” (Lc 2,19 e 2,51). Esse Coração representa seu amor total a Deus, sua pureza, humildade e disponibilidade para os planos divinos.
A devoção começou nos primeiros séculos da Igreja, foi aprofundada por santos como São Bernardo, Santa Gertrudes e principalmente São João Eudes, que em 1648 instituiu a festa do Coração de Maria.
Em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, o Papa Pio XII consagrou o mundo inteiro ao Imaculado Coração de Maria, reforçando essa devoção na vida da Igreja.
A partir das aparições de Fátima, essa devoção ganhou ainda mais força. Nossa Senhora revelou aos pastorinhos que Deus queria estabelecer no mundo a devoção ao seu Imaculado Coração, prometendo que esse Coração seria refúgio e caminho seguro que conduzem a Deus.
Amar o Coração de Maria é aprender a amar a Deus, a ser sensível às necessidades dos outros e a oferecer reparação pelas ofensas cometidas contra Deus. É acolher seu amor materno e deixar-se conduzir por ela no caminho da santidade.
Ó coração Imaculado de Maria, repleto de bondade, mostrai-nos o vosso amor. A chama do vosso Coração, ó Maria, desça sobre todos os homens! Nós vos amamos infinitamente! Imprimi no nosso coração o verdadeiro amor, para que sintamos o desejo de Vos buscar incessantemente.
Ó Maria, vós que tendes um Coração suave e humilde, lembrai-vos de nós quando cairmos no pecado. Vós sabeis que todos os homens pecam. Concedei que, por meio do vosso materno e Imaculado Coração, sejam curados de toda doença espiritual. Fazei que possamos sempre contemplar a bondade do vosso materno Coração e convertamo-nos por meio da chama do vosso Coração. Amém.
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Autor: Redação Biblioteca Católica