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Junho de 2026
¹⁷Depois que Joiada morreu, entraram os príncipes de Judá e prestaram grandes obséquios ao rei, o qual, atraído por suas lisonjas, se deixou levar por eles. ¹⁸Abandonaram o templo do Senhor Deus de seus pais e prestaram culto aos bosques e às estátuas, e este pecado atraiu a ira do Senhor contra Judá e contra Jerusalém. ¹⁹O Senhor enviava-lhes profetas para que se convertessem a ele, porém, por mais que estes protestassem, não lhes queriam dar ouvidos. ²⁰O Espírito de Deus então veio sobre o sumo sacerdote Zacarias, filho de Joiada, e ele apresentou-se diante do povo, dizendo: “Eis o que diz o Senhor Deus: ‘Por que violais vós os preceitos do Senhor? Isto não vos será de proveito. E por que abandonastes vós o Senhor, para ele também vos abandonar?’” ²¹Congregando-se contra ele, apedrejaram-no no átrio da casa do Senhor, conforme a ordem do rei. ²²E o rei Joás não se lembrou da misericórdia que Joiada, pai de Zacarias, tinha usado para com ele, mas matou-lhe seu filho, o qual, ao expirar, disse: “O Senhor veja e faça justiça!” ²³E, ao cabo dum ano, marchou o exército da Síria contra Joás; foi a Judá e a Jerusalém e matou todos os príncipes do povo, enviando ao rei de Damasco todo o espólio. ²⁴E, na verdade, tendo ido os sírios em pequeníssimo número, o Senhor entregou-lhes nas suas mãos uma multidão infinita [de israelitas], porque eles tinham deixado o Senhor Deus de seus pais e ao próprio Joás trataram ignominiosamente. ²⁵Retirando-se, deixaram-no em grandes dores, e seus servos, levantando-se contra ele para vingarem o sangue do filho do sacerdote Joiada, assassinaram-no em seu leito. Ele morreu, e sepultaram-no na cidade de Davi, mas não no jazigo dos reis.
Palavra do Senhor.
⁴ “Fiz aliança com os meus escolhidos, jurei a Davi meu servo:
⁵ conservarei eternamente a tua descendência, tornarei firme o teu trono de geração em geração”. R.
²⁹ Eternamente o guardará a minha misericórdia, e a minha aliança com ele será estável.
³⁰ Estenderei sua descendência pelos séculos dos séculos, e que o seu trono dure tanto como os dias do céu. R.
³¹ Mas se seus filhos abandonarem a minha lei e não andarem nos meus preceitos,
³² se violarem as minhas justas disposições e não guardarem os meus mandamentos, R.
³³ visitarei com vara as suas maldades, e com açoites os seus pecados.
³⁴ Mas não retirarei dele a minha misericórdia, nem lhe faltarei à minha verdade, R.
²⁴Ninguém pode servir a dois senhores: porque ou há de odiar um e amar o outro, ou há de afeiçoar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro. ²⁵Portanto vos digo: não andeis inquietos nem com o que [vos é preciso] para alimentar a vossa vida, nem com o que [vos é preciso] para vestir o vosso corpo. Porventura não vale mais a vida que o alimento, e o corpo mais que o vestido? ²⁶Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem fazem provisões nos celeiros, e contudo vosso Pai celeste as sustenta. Porventura não sois vós muito mais do que elas? ²⁷E qual de vós, por muito que pense, pode acrescentar um só côvado à sua estatura? ²⁸E por que vos inquietais com o que vestir? Vede como crescem os lírios do campo; eles não trabalham nem fiam, ²⁹mas digo-vos que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu jamais como um deles. ³⁰Se, pois, Deus veste assim a uma erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé! ³¹Não vos aflijais, pois, dizendo: ‘O que comeremos, ou o que beberemos, ou com quê nos vestiremos?’ ³²Porque os gentios é que procuram todas estas coisas. Vosso Pai sabe que tendes necessidade de todas elas. ³³Buscai, pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo. ³⁴Não queirais andar inquietos pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si; a cada dia basta o seu mal.”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Teresa, Mafalda e Sancha eram filhas do rei Dom Sancho I de Portugal e da rainha Dulce. Cresceram em meio à nobreza, mas cada uma, a seu modo, escolheu renunciar aos privilégios do trono para consagrar a vida a Deus.
A primogênita, Teresa, nasceu em 1176. Desde cedo, demonstrava inclinação para a vida religiosa, mas, seguindo os costumes da época, foi dada em casamento ao rei Afonso IX de Leão, tornando-se rainha. Mais tarde, o matrimônio foi declarado nulo, e Teresa pôde finalmente seguir o chamado que trazia no coração. Ingressou no convento, onde se dedicou à oração e à intercessão, especialmente diante dos conflitos provocados por Afonso contra sua família. Viveu com profundo despojamento e fidelidade à vontade de Deus.
Mafalda nasceu em 1195 e foi entregue em casamento ao rei Henrique I de Castela. Com a morte precoce do esposo e o matrimônio não consumado, retornou a Portugal. Decidida a abandonar os bens e títulos nobres, consagrou-se inteiramente ao Senhor, escolhendo uma vida marcada pela simplicidade, oração e serviço.
Sancha, nascida em 1180, foi a primeira entre as três a abdicar dos bens terrenos. Ao contrário das irmãs, não se casou. Desde jovem, dedicou-se à vida religiosa e fundou um convento da Ordem Cisterciense em Coimbra, onde viveu fielmente à Regra até sua morte.
As três irmãs foram reconhecidas oficialmente como beatas pela Igreja. Teresa e Sancha foram beatificadas em 13 de dezembro de 1705 pelo Papa Clemente XI. Mafalda foi beatificada posteriormente, em 27 de junho de 1793, pelo Papa Pio VI.
Beatas Teresa, Mafalda e Sancha, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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