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Julho de 2026
⁴Eles reinaram por si mesmos, e não por mim; foram príncipes, mas eu não os reconheci. Fabricaram para si ídolos da sua prata e do seu ouro para sua perdição. ⁵O bezerro que tu adoravas, ó Samaria, foi lançado por terra. O meu furor acendeu-se contra eles. Até quando não poderão eles se purificar? ⁶Porque de Israel é que veio esse novilho; um artífice o fabricou, e ele não é Deus; o bezerro de Samaria será [frágil como] teias de aranhas. ⁷Semearam ventos e colherão tempestades. Não há ali uma espiga direita, o seu grão não dará farinha, e, se der alguma, comê-la-ão os estrangeiros. ¹¹Porque Efraim multiplicou os altares para pecar, as aras converteram-se para ele em delito. ¹²Eu tinha-lhe prescrito um grande número de leis, as quais consideraram como se não fossem para ele. ¹³Oferecer-me-ão hóstias, imolar-me-ão vítimas e lhes comerão a carne, mas o Senhor não as aceitará, antes se lembrará da sua iniquidade e castigará os seus pecados; então hão de voltar para o Egito.
Palavra do Senhor.
¹¹ O nosso Deus está no céu; tudo quanto quis, ele o fez.
¹² Os ídolos das gentes são prata e ouro, obras das mãos dos homens. R.
¹³ Têm boca, e não falam; têm olhos, e não veem.
¹⁴ Têm ouvidos, e não ouvem; têm narizes, e não cheiram. R.
¹⁵ᵃ Têm mãos, e não apalpam;
¹⁵ᵃ têm pés e não andam;
¹⁶ Sejam semelhantes a eles os que os fazem, e todos os que neles confiam. R.
¹⁷ A casa de Israel esperou no Senhor; ele é o seu amparo e o seu protetor.
¹⁸ A casa de Aarão esperou no Senhor; ele é o seu amparo e o seu protetor. R.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Sl 113B(115),3-4.5-6.7ab-8.9-10 (R. 9a)
³²Tendo estes se retirado, apresentaram-lhe um homem mudo, possesso do demônio. ³³Assim que foi expulso o demônio, falou o mudo, e admiraram-se as multidões, dizendo: “Nunca se viu coisa assim em Israel”. ³⁴Os fariseus, porém, diziam: “Ele expulsa os demônios por meio do príncipe dos demônios”. ³⁵E Jesus ia percorrendo todas as cidades e aldeias, ensinando nas suas sinagogas, pregando o Evangelho do reino, e curando toda doença e toda enfermidade. ³⁶Vendo aquelas multidões, compadeceu-se delas, porque estavam fatigadas e como ovelhas sem pastor. ³⁷Então disse a seus discípulos: “A messe é verdadeiramente grande, mas os operários poucos. ³⁸Rogai, pois, ao Senhor da messe, que mande operários para a sua messe”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Maria Romero nasceu em 13 de janeiro de 1902, em Granada, na Nicarágua, em uma família católica de classe média, filha de Félix e Ana, e teve doze irmãos.
Recebeu formação religiosa e uma excelente instrução tradicional, e desde cedo, demonstrava gosto por música, desenho e pintura. Ainda jovem, ingressou na escola das Filhas de Maria Auxiliadora, mas, por causa de uma grave doença, precisou retornar para casa enquanto ainda era noviça. Com o consentimento de seu confessor, fez o voto particular de castidad, e em 1923, consagrou-se a Deus e à Nossa Senhora, emitindo os votos religiosos.
Transferida para a Costa Rica em 1931, ensinava música, desenho, datilografia e dava catequese a jovens da periferia. Três anos depois, iniciou um trabalho mais direto com os pobres e marginalizados, e em 1961, fundou cursos de qualificação profissional. Em 1966, criou um hospital voltado especialmente aos mais necessitados, e em 1973, começou a erguer casas para desabrigados, em uma localidade que viria a ser a cidade de Santa Maria, em 1973.
Faleceu em 7 de julho de 1977, subitamente, ao retornar de um descanso na Nicarágua.
Foi beatificada por São João Paulo II no ano 2000, e é lembrada como “socorro dos pobres e marginalizados”.
Beata Maria Romero, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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