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Julho de 2026
¹Israel era uma vinha frondosa, que dava os frutos correspondentes; quanto mais abundou em frutos tanto mais multiplicou os seus altares; à proporção da fertilidade da sua terra abundou em simulacros. ²Está dividido o seu coração, agora perecerão. O Senhor mesmo quebrará os seus simulacros e derrubará os seus altares. ³Dentro em breve eles dirão: ‘Nós não temos rei, pois não tememos o Senhor; e que faria por nós o rei?’ ⁷A Samaria fez desaparecer o seu rei, como a escuma que se levanta sobre a superfície da água. ⁸E os altos consagrados ao ídolo, que fazem o pecado de Israel, serão destruídos; sobre os seus altares crescerão espinhos e abrolhos. Então dirão aos montes: “Cobri-nos”, e aos outeiros: “Caí sobre nós”. ¹²Semeai para vós na justiça, e segai segundo a misericórdia, retornai aos vossos pousios; porque é tempo de buscar o Senhor, até que venha aquele que vos há de ensinar a justiça.
Palavra do Senhor.
² Cantai-lhe e entoai salmos em sua honra; narrai todas as suas maravilhas.
³ Gloriai-vos em seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam o Senhor. R.
⁴ Buscai o Senhor e fortificai-vos nele; buscai sempre a sua face.
⁵ Lembrai-vos das maravilhas que fez, dos seus prodígios e das sentenças de sua boca, R.
⁶ vós, ó descendentes de Abraão, seus servos; vós, ó filhos de Jacó, seus escolhidos.
⁷ Ele é o Senhor nosso Deus; os seus juízos exercem-se em toda a terra. R.
¹Jesus, convocando os seus doze discípulos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem e curarem todas as doenças e todas as enfermidades. ²Ora, os nomes dos doze Apóstolos são os seguintes: o primeiro, Simão, que se chama Pedro, e André, seu irmão; ³Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu, Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; ⁴Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, que foi quem o entregou. ⁵A estes doze enviou Jesus, ordenando-lhes e dizendo: “Não tomeis os caminhos dos gentios, nem entreis nas cidades dos samaritanos, ⁶mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel. ⁷E, pondo-vos a caminho, pregai, dizendo: ‘Está próximo o reino dos céus’.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
João Schiavo nasceu em 8 de julho de 1903, em Sant’Urbano de Montecchio Maggiore, na Itália. Era filho de Luiz e Rosa Schiavo, em uma família com nove filhos, e, desde jovem, sentiu-se chamado à vida religiosa. Ingressou na Congregação dos Josefinos de Murialdo e, em 1919, professou seus primeiros votos, sendo ordenado sacerdote aos 24 anos.
Em 1931, quatro anos após sua ordenação, foi enviado ao Brasil. Inicialmente, chegou a Jaguarão (RS) e logo se transferiu para Caxias do Sul, onde passou a atuar em Ana Rech. Ali, animou seminaristas e noviços, foi professor e o primeiro diretor da Escola Normal Rural Murialdo.
Em 1941, fundou o Seminário Josefino de Fazenda Souza. Também foi responsável por diversas obras voltadas a crianças e jovens pobres, incluindo o Abrigo de Menores São José, em Caxias do Sul; obras sociais em Porto Alegre (Partenon e Morro da Cruz); abrigos em Pelotas e Rio Grande; e o Colégio Nossa Senhora Mãe dos Homens, em Araranguá (SC).
Em 1954, fundou o primeiro grupo das Irmãs Murialdinas de São José no Brasil e, em 1957, criou a Escola Santa Maria Goretti, onde também atuou como diretor e professor. Mesmo após deixar o cargo de Superior Provincial em 1956, seguiu prestando serviços à Congregação e apoiando a missão das Irmãs.
Foi o primeiro mestre de noviços da missão Josefina no Brasil e o responsável pela formação religiosa dos primeiros confrades brasileiros. Com coragem e zelo, lançou as bases da presença Josefina em terras brasileiras.
O milagre que levou à sua beatificação ocorreu em 1997, com a cura inexplicável de Juvelino Carra, em Caxias do Sul. Diagnosticado com trombose mesentérica aguda, sua esposa, em oração com o santinho de Padre João Schiavo, clamou por sua cura. Para surpresa de todos, Juvelino recuperou-se completamente em apenas sete dias, sem sequelas.
Padre João Schiavo faleceu no dia 27 de janeiro de 1967. Foi beatificado em 2017, pelo Papa Francisco, sendo reconhecido como modelo de caridade, missão e santidade no Brasil.
“Vive tua vida de alegre confiança em Nosso Senhor. Ele sabe tudo; Ele vê tudo; Ele tudo dispõe” - Beato João Schiavo
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Beato João Schiavo, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica