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Julho de 2026
¹⁰Ouvi a palavra do Senhor, ó príncipes de Sodoma, escutai a lei do nosso Deus, ó povo de Gomorra: ¹¹“De que me serve a mim a multidão das vossas vítimas?”, diz o Senhor. “Já estou farto delas. Não quero mais holocaustos de carneiros, nem gordura de animais médios, nem sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes. ¹²Quando vínheis à minha presença, quem pediu tais ofertas às vossas mãos, para que andásseis a passear nos meus átrios? ¹³Não ofereçais mais sacrifícios em vão; o incenso é para mim abominação. A neomênia, os sábados e as outras festividades não as posso já sofrer; os vossos ajuntamentos são iníquos. ¹⁴A minha alma aborrece as vossas calendas e as vossas solenidades; elas tornaram-se-me molestas, estou cansado de as suportar. ¹⁵E, quando estenderdes as vossas mãos, apartarei de vós os meus olhos; e, quando multiplicardes as vossas orações, não as atenderei, porque as vossas mãos estão cheias de sangue. ¹⁶Lavai-vos, purificai-vos, tirai de diante dos meus olhos a malícia dos vossos pensamentos, cessai de fazer o mal, ¹⁷Aprendei a fazer o bem, procurai o que é justo, socorrei o oprimido, fazei justiça ao órfão, defendei a viúva.
Palavra do Senhor.
⁸ Não te reprovarei por causa dos teus sacrifícios, pois os teus holocaustos estão sempre à minha vista.
⁹ Não receberei bezerros de tua casa, nem cabritos dos teus rebanhos; R.
¹⁶ᵇ “Por que falas tu dos meus mandamentos
¹⁶ᶜ e tens a minha aliança na tua boca?
¹⁷ Tu que abominas a disciplina e rejeitaste as minhas palavras. R.
²¹ Isto fizeste, e eu me calei. Pensaste iniquamente que eu seria como tu; mas te arguirei e porei [tudo] ante tua face”. R.
²³ O sacrifício de louvor me honrará; é este o caminho pelo qual mostrarei ao homem a salvação de Deus. R.
³⁴Não julgueis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer a paz, mas a espada. ³⁵Porque vim separar o filho de seu pai, e a filha de sua mãe, e a nora da sua sogra. ³⁶Os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa. ³⁷O que ama o pai ou a mãe mais do que a mim, não é digno de mim; e o que ama o filho ou a filha mais do que a mim, não é digno de mim. ³⁸E o que não toma a sua cruz e me segue, não é digno de mim. ³⁹O que se prende à sua vida perdê-la-á; e o que perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á. ⁴⁰O que vos recebe, a mim recebe; e o que me recebe, recebe aquele que me enviou. ⁴¹O que recebe um profeta na qualidade de profeta, receberá a recompensa do profeta; e o que recebe um justo na qualidade de justo, receberá a recompensa de justo. ⁴²Todo o que der a beber um único copo de água fresca a um destes pequeninos só a título de [ser meu] discípulo, em verdade vos digo que não perderá a sua recompensa.” ¹Tendo Jesus acabado de dar essas instruções aos seus doze discípulos, partiu dali para ir ensinar e pregar nas cidades deles.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Henrique II nasceu em 973, em uma família da Baviera, em um castelo situado na Alemanha. Desde cedo, esteve em um ambiente de profunda fé e devoção. Sua educação ficou a cargo dos cônegos de Hildesheim e, mais tarde, do bispo São Wolfgang, em Regensburg, que moldaram o caráter espiritual e político do jovem príncipe.
Henrique não foi o único em sua família a buscar a santidade. Seu irmão Bruno abandonou a corte para tornar-se sacerdote e, posteriormente, bispo de Augusta. Suas irmãs também seguiram caminhos virtuosos: Brígida tornou-se monja, e Gisela casou-se com o rei Estêvão da Hungria, hoje também venerado como santo pela Igreja.
Em sua juventude, Henrique teve um sonho misterioso com seu antigo diretor espiritual, já falecido. No sonho, o sacerdote escrevia na parede do quarto do jovem príncipe a expressão: “Entre seis”. A princípio, Henrique achou que teria apenas seis dias de vida. Quando isso não se confirmou, preparou-se para a morte ao longo de seis meses. No entanto, seis anos depois, ele herdaria o trono do pai e se tornaria rei da Alemanha, em 1002.
Pouco depois, em 1004, também foi coroado rei da Itália. Em 1014, o Papa Bento VIII foi pessoalmente a Roma para consagrá-lo como imperador do Sacro Império Romano. Henrique foi um defensor da Igreja e colaborador fiel do Papa, trabalhando em favor da reforma eclesiástica e promovendo o bem comum em seus territórios.
Casou-se com Cunegundes, filha de um conde e mulher de virtude extraordinária. Juntos, governaram com justiça e dedicação, promovendo diversas obras de caridade, fundações religiosas e iniciativas de apoio social. O casal, porém, não teve filhos.
Henrique II morreu no dia 13 de julho de 1024, sendo sepultado na cidade de Bamberg. Foi canonizado pelo Papa Eugênio III em 1152, reconhecido não só como governante justo, mas como homem de oração e fidelidade à vontade de Deus.
São Henrique II, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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