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Julho de 2026
¹⁰E, assim como descem do céu a chuva e a neve, e não voltam mais para lá, mas embebem a terra, fecundando-a e fazendo-a germinar, a fim de que dê semente ao que semeia e pão ao que come, ¹¹assim será a minha palavra que sair da minha boca; não tornará para mim vazia, mas fará tudo o que quero e produzirá os efeitos para os quais a enviei.”
Palavra do Senhor.
¹⁰ Visitaste a terra e a inebriaste, encheste-a de toda sorte de riquezas. O rio de Deus encheu-se de águas; preparaste o sustento do teu povo, porque tal é a boa disposição dos campos. R.
¹¹ Inebria os seus ribeiros, multiplica as suas produções; com o destilar do seu orvalho ela se alegrará dando frutos. R.
¹² Bendirás a coroa do ano da tua bondade, e os teus campos se encherão de abundância.
¹³ As graciosas do deserto ficarão viçosas, e os outeiros vestir-se-ão de gala. R.
¹⁴ Os carneiros dos rebanhos se revestirão, e os vales estarão cheios de trigo. Tudo cantará e fará ouvir hinos. R.
¹⁸Pois eu tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a glória vindoura, que se manifestará em nós. ¹⁹Por isso este mundo criado espera ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus. ²⁰Porque o mundo criado foi sujeito à vaidade, não por seu querer, mas pelo daquele que o sujeitou, com a esperança ²¹de que também o mundo criado será livre da sujeição à corrupção para participar da liberdade gloriosa dos filhos de Deus. ²²Pois sabemos que todas as criaturas gemem e estão como que com dores de parto, até agora. ²³E não só elas, mas também nós mesmos, que temos as primícias do Espírito: também nós gememos dentro de nós mesmos, esperando a adoção de filhos de Deus, a redenção do nosso corpo.
Palavra do Senhor.
¹Naquele dia, saindo Jesus de casa, sentou-se à beira do mar. ²E juntou-se em volta dele uma grande multidão de gente, de tal sorte que foi preciso entrar numa barca e sentar-se nela; e toda a multidão estava em pé sobre a praia. ³Ele falou-lhes muitas coisas por parábolas, dizendo: “Eis que o semeador saiu a semear. ⁴E quando semeava, uma parte caiu ao longo do caminho, e vieram as aves do céu e comeram-na. Outra, porém, caiu em lugar pedregoso, onde não havia⁵ muita terra, e logo nasceu, porque a terra ali não era profunda. Mas, quando saiu o sol,⁶ queimou-se, e porque não tinha raiz, secou. Outra parte caiu entre os espinhos; cresceram os⁷ espinhos e a sufocaram. Outra, enfim, caiu em boa terra e frutificou: [uns grãos renderam]⁸ cento por um, outros sessenta, outros trinta. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”. ⁹Então, ¹⁰ chegando-se a ele os discípulos, disseram-lhe: “Por que razão lhes falas por meio de parábolas?”. ¹¹Ele respondeu: “Porque a vós é concedido conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é concedido. ¹²Porque ao que tem lhe será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. ¹³Por isso lhes falo em parábolas, porque vendo não veem, e ouvindo não ouvem, nem entendem. ¹⁴E cumpre-se neles a profecia de Isaías, que diz: Ouvireis com os ouvidos, e não entendereis; e vereis com os olhos, e não vereis. ¹⁵Porque o coração deste povo tornou-se insensível, os seus ouvidos tornaram-se duros e fecharam os olhos, para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, e se convertam, e eu os sare. ¹⁶Ditosos, porém, os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. ¹⁷Em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não o viram, e ouvir o que ouvis, e não o ouviram. ¹⁸Ouvi, pois, vós a parábola do semeador: ¹⁹A todo aquele que ouve a palavra do reino e não lhe presta atenção, vem o maligno e arrebata o que foi semeado no seu coração: este é o que recebeu a semente ao longo da estrada. ²⁰O que recebeu a semente no lugar pedregoso, é aquele que ouve a palavra e logo a recebe com gosto;
João Gualberto nasceu em Florença, no ano de 995, sendo o segundo filho da nobre família Visdonini. Criado com o ideal de honra e justiça, seguiu os passos do pai e foi tomado pelo desejo de vingar o assassinato de seu irmão.
Em 1028, numa Sexta-feira Santa, João encontrou o assassino do irmão em uma estrada estreita. Quando ia matá-lo, o homem caiu de joelhos e suplicou: “Por amor de Jesus, que neste dia morreu por nós, tem piedade de mim, não me mates!”. Comovido, João Gualberto perdoou o assassino e, profundamente tocado, foi até uma igreja próxima pedir a graça do perdão.
João Gualberto tornou-se monge, vivendo com humildade e rigor. Destacou-se pela fidelidade à Regra, pela penitência, oração e caridade.
Em 1035, ao ser escolhido para ser abade, recusou o cargo ao saber que um monge havia subornado o bispo para garantir sua nomeação. Retirou-se então para a floresta dos montes Apeninos, na montanha Vallombrosa, e a fama de sua santidade atraiu jovens desejosos de seguir sua vida espiritual. Assim surgiu a Ordem dos Monges Beneditinos de Vallombrosa, aprovada oficialmente pela Igreja, e que manteve a Regra de São Bento.
São João Gualberto faleceu em 12 de julho de 1073 e foi canonizado em 1193.
São João Gualberto, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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Palavra da Salvação.
Ou, mais breve:
¹Naquele dia, saindo Jesus de casa, sentou-se à beira do mar. ²E juntou-se em volta dele uma grande multidão de gente, de tal sorte que foi preciso entrar numa barca e sentar-se nela; e toda a multidão estava em pé sobre a praia. ³Ele falou-lhes muitas coisas por parábolas, dizendo: “Eis que o semeador saiu a semear. ⁴E quando semeava, uma parte caiu ao longo do caminho, e vieram as aves do céu e comeram-na. Outra, porém, caiu em lugar pedregoso, onde não havia⁵ muita terra, e logo nasceu, porque a terra ali não era profunda. Mas, quando saiu o sol,⁶ queimou-se, e porque não tinha raiz, secou. Outra parte caiu entre os espinhos; cresceram os⁷ espinhos e a sufocaram. Outra, enfim, caiu em boa terra e frutificou: [uns grãos renderam]⁸ cento por um, outros sessenta, outros trinta. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”.⁹
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.