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Julho de 2026
¹¹Então falaram os sacerdotes e os profetas aos príncipes e a todo o povo, dizendo: “Este homem é réu de morte, porque profetizou contra esta cidade, como vós ouvistes com os vossos ouvidos”. ¹²E Jeremias falou a todos os príncipes e a todo o povo, dizendo: “O Senhor enviou-me para que profetizasse contra esta casa e contra esta cidade todas as coisas que de mim ouvistes. ¹³Agora, pois, emendai a vossa vida e os vossos afetos, e ouvi a palavra do Senhor vosso Deus, e o Senhor se arrependerá do mal que resolveu fazer contra vós. ¹⁴Quanto a mim, eis que estou nas vossas mãos; fazei de mim o que tiverdes por bom e reto aos vossos olhos. ¹⁵Porém, sabei e tende por certo que, se me matardes, derramareis um sangue inocente contra vós mesmos e contra esta cidade e seus moradores, porque na verdade o Senhor me enviou a vós para que dissesse aos vossos ouvidos todas estas palavras”. ¹⁶Então disseram os príncipes e todo o povo aos sacerdotes e aos profetas: “Este homem não merece a morte, pois nos falou em nome do Senhor nosso Deus”. ²⁴A mão, pois, de Aicão, filho de Safã, foi com Jeremias, para que não fosse entregue nas mãos do povo e o matassem.
Palavra do Senhor.
¹⁵ Tira-me do lodo, para que não fique atolado; livra-me daqueles que me odeiam e da profundidade das águas.
¹⁶ Não me afogue a tempestade de água, nem me absorva o mar profundo; nem a boca do poço se feche sobre mim. R.
³⁰ Eu sou pobre e cheio de dores; mas a tua salvação, ó Deus, me acolheu.
³¹ Glorificarei o nome de Deus com cânticos e engrandecê-lo-ei com louvores. R.
³³ Vejam os pobres, e alegrem-se. Buscai a Deus, e viverá a vossa alma;
³⁴ porque o Senhor ouviu os pobres, e não desprezou os seus prisioneiros. R.
¹Naquele tempo, Herodes, o tetrarca, ouviu falar da fama de Jesus, ²e disse aos seus cortesãos: “Este é João Batista, que ressuscitou dos mortos, e eis porque tantos milagres se operam por meio dele”. ³Porque Herodes tinha mandado prender e amarrar João e tinha-o metido no cárcere, por causa de Herodias, mulher de seu irmão. ⁴Pois João dizia-lhe: “Não te é lícito tê-la [por mulher]”. ⁵Queria matá-lo, mas temia o povo, porque [este] o considerava como um profeta. ⁶Porém, no dia natalício de Herodes, a filha de Herodias dançou no meio [dos convivas] e agradou a Herodes. ⁷Por isso ele prometeu-lhe com juramento dar-lhe tudo o que lhe pedisse. ⁸E ela, instruída por sua mãe, disse: “Dá-me aqui num prato a cabeça de João Batista”. ⁹O rei entristeceu-se, mas, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, ordenou que lhe dessem. ¹⁰E mandou degolar João no cárcere. ¹¹Então foi trazida a sua cabeça num prato e dada à moça, que a levou a sua mãe. ¹²Depois, chegando os seus discípulos, levaram o seu corpo e sepultaram-no, indo dar a notícia a Jesus.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Afonso Maria de Ligório nasceu em Nápoles, na Itália, em 27 de setembro de 1696. Filho de uma família nobre e cristã, recebeu sólida formação acadêmica e religiosa.
Brilhante desde jovem, tornou-se doutor em Direito Civil e Eclesiástico com apenas 16 anos, exercendo sua profissão com justiça, atendendo ricos e pobres com igual dedicação.
Após perder uma causa jurídica importante por interferência política, sofreu uma profunda decepção moral que o marcou tão intensamente que decidiu abandonar a carreira e consagrar-se inteiramente a Deus. Renunciou à herança e aos títulos nobres, gesto que tocou o coração do pai, que então passou a apoiar sua vocação religiosa.
Aos 30 anos, foi ordenado sacerdote e iniciou um ministério voltado especialmente aos mais pobres. Com coração missionário, em 1730, retirou-se para o eremitério beneditino da Vila dos Escravos, perto de Caserta, onde fundou a Congregação do Santíssimo Redentor, com a missão de levar a Palavra de Deus e os sacramentos às populações mais esquecidas, por meio de missões populares e retiros espirituais. O fruto foi imediato: em pouco tempo, somente em Nápoles, cerca de 30 mil pessoas buscavam formação espiritual e seguiam a recomendação do santo: “Quem reza se salva, quem não reza se condena.”
Afonso dedicou sua vida à pregação e à propagação da devoção a Maria Santíssima, percorrendo grande parte do sul da Itália, e, em 1762, aos 66 anos, foi nomeado bispo de Santa Águeda dos Godos, cargo que exerceu por 15 anos, até renunciar por problemas de saúde.
Faleceu em 1787, aos 91 anos, em Nocera dei Pagani. Deixou um legado espiritual imenso, com cerca de 120 obras escritas. Entre elas, destacam-se: Teologia Moral, Glórias de Maria, Visitas ao Santíssimo Sacramento e o Tratado sobre a Oração, que moldaram gerações de cristãos.
Canonizado em 1839, foi proclamado Doutor da Igreja por Pio IX em 1871 e, em 1950, Pio XII o declarou padroeiro celestial de todos os confessores e moralistas.
"Se estivermos unidos à Vontade Divina em todas as tribulações, é certo, vamos nos tornar Santos e seremos os mais felizes do mundo" - Santo Afonso Maria de Ligório
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Santo Afonso Maria de Ligório, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica